O câncer de estômago é o segundo tumor maligno mais frequente no mundo e o terceiro que mais mata no Brasil.
Os tumores gástricos estão associados principalmente ao cigarro e à má alimentação, rica em produtos de origem animal, conservados artificialmente com fumaça, sal ou substâncias químicas. Além destes fatores, a infecção pela bactéria H. Pilori, que pode estar presente nas frutas e nas hortaliças que não passaram por uma higienização adequada e é responsável pela maioria das úlceras e gastrite crônica, também é apontada como causa.
No final do século XIX, o câncer de estômago era o que mais matava os americanos. Na virada do século, a incidência baixou drasticamente, graças ao advento da geladeira. Eles passaram a dessalgar alimentos, então os casos caíram bastante. No Brasil, ainda é costume, principalmente no norte de Minas Gerais e nordeste, o consumo frequente de carne de sol e charque, o que explica o alto número de diagnósticos da doença nessas regiões.
Diagnóstico
Não existem sintomas próprios do câncer de estômago. Os sintomas se confundem com doenças benignas, principalmente má digestão, azia, dor na boca do estômago, queimação, sensação de empachamento depois de comer.
Por serem sintomas comuns a outros problemas gástricos, o médico orienta que se procure ajuda apenas se perdurarem por mais de três semanas. O que vai chamar a atenção para aquele sintoma ser um câncer é a persistência.
É comum as pessoas mascararem os sinais prolongados consumindo digestivos e antiácidos, o que pode retardar o diagnóstico. Não se pode banalizar esse tipo de situação. Numa fase mais avançada, a cura fica mais difícil.



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