segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
Alopecia: quando a queda de cabelo merece atenção médica
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| Google Imagens |
Dermatologista explica por que a perda dos fios vai além da estética, quais são os sinais de alerta e como o diagnóstico precoce faz diferença no tratamento
A queda de cabelo faz parte do ciclo natural dos fios, mas quando se intensifica, se prolonga ou resulta em falhas visíveis no couro cabeludo, é importante investigar. O tema ganhou destaque, após o relato público de uma cantora brasileira, o que ajudou a ampliar a conversa sobre alopecia e saúde capilar, especialmente entre as mulheres.
De acordo com a dermatologista Luana Vieira Mukamal, do grupo Kora Saúde, nem toda queda de cabelo indica uma doença, mas alguns padrões fogem do esperado e exigem avaliação especializada. “A perda diária de fios é considerada normal até certo limite. O problema surge quando há afinamento progressivo, queda intensa ou surgimento de áreas com rarefação ou falhas”, explica.
Mas afinal, o que é alopecia?
A alopecia é o termo médico utilizado para definir a perda parcial ou total dos cabelos e pode estar associada a diferentes fatores, como predisposição genética, alterações hormonais, condições autoimunes, inflamações do couro cabeludo e períodos de estresse físico ou emocional. A condição pode se manifestar de formas distintas e em diferentes fases da vida, o que torna o diagnóstico individualizado essencial.
“A alopecia é uma condição multifatorial e não deve ser tratada de forma genérica. Cada paciente apresenta um padrão de queda, um histórico clínico e fatores associados distintos. Por isso, o diagnóstico dermatológico individualizado é fundamental para definir a melhor abordagem terapêutica e evitar a progressão da perda dos fios”, afirma a especialista.
Quando a queda deixa de ser normal?
Segundo a dermatologista, alguns sinais indicam que a queda de cabelo ultrapassou o esperado. A diminuição perceptível do volume capilar, o aparecimento de falhas, a queda persistente ao longo dos meses e sintomas associados, como coceira ou sensibilidade no couro cabeludo, são indicativos de que algo pode estar fora do equilíbrio.
Além da perda visível, a alopecia pode se manifestar por meio de alterações na textura e no ciclo dos fios, que passam a nascer mais finos, frágeis ou com crescimento mais lento. Em alguns casos, o couro cabeludo apresenta sinais inflamatórios, como ardor, sensibilidade ao toque ou descamação, sintomas que frequentemente antecedem a queda mais acentuada e costumam ser subestimados no dia a dia.
Diagnóstico e tratamento
O tratamento da alopecia depende diretamente da identificação de sua causa. A avaliação dermatológica permite analisar o histórico do paciente, o padrão da queda e, quando necessário, solicitar exames complementares. A partir disso, podem ser indicadas terapias tópicas ou sistêmicas, procedimentos dermatológicos e ajustes nos cuidados diários.
“O tratamento deve sempre partir da identificação da causa, já que diferentes mecanismos estão envolvidos na queda de cabelo. A avaliação dermatológica permite compreender o padrão da perda dos fios e os fatores associados, orientando uma abordagem terapêutica específica e individualizada. Quanto mais precoce for essa condução, maiores são as chances de controlar a evolução da condição e preservar a saúde capilar”, reforça Luana.
Mais do que estética, uma questão de saúde
Embora o impacto estético seja significativo, a alopecia não deve ser tratada apenas sob essa perspectiva. A condição pode refletir alterações no organismo e afetar diretamente a autoestima e o bem-estar emocional. “Cuidar do cabelo também é cuidar da saúde. A informação correta ajuda a reduzir o estigma e incentiva a busca por acompanhamento médico”, finaliza a dermatologista.
Informações à Imprensa: Débora Marquetti (debora@ideecorporativa.com.br)
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Processo Seletivo Alunos 2026- Espaço Novo Acadêmico (ENA) - Cursinho Gratuito

A Coordenação do Espaço Novo Acadêmico (ENA) – projeto de extensão vinculado à Universidade Federal do Ceará, usando-se das atribuições conferidas pelo estatuto de regimento interno, anuncia que estarão abertas, do dia 19 de Janeiro de 2026 às 23h59min do dia 02 de Março de 2026, exclusivamente pela Internet, no endereço eletrônico https://forms.gle/pCvWkGcW4kCS3rkX9, as inscrições para o Concurso Vestibular 2026, destinado à seleção de candidatos para o cursinho anual do projeto, em exercício na Faculdade de Medicina da UFC – Campus Sobral.
O cursinho ENA funciona de forma presencial, no período noturno, nas dependências da Faculdade de Medicina da UFC em Sobral. O projeto oferece uma estrutura pedagógica completa, com aulas ministradas por acadêmicos do curso de Medicina, além de apostilas gratuitas, correção diária de redações, monitorias, simulados e aulões especiais na reta final que antecede o Enem.
A prova do processo seletivo está marcada para o dia 07 de março de 2026, também na Faculdade de Medicina da UFC de Sobral. Após a aprovação, os estudantes poderão realizar a matrícula, com início das aulas previsto ainda para o mês de março.
EDITAL: https://sobral.ufc.br/wp-content/uploads/2026/01/Edital-Processo-Seletivo-Alunos-2026.pdf
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Saiba mais sobre o ENA clicando no link: https://encontrocomsaude.blogspot.com/2021/04/20-anos-do-curso-de-medicina-de-sobral.html
Unidos do “tetê”: ensaio fotográfico carnavalesco com recém-nascidos no Hospital Regional Norte reforça a importância da doação de leite humano
De acordo com a coordenadora do Banco de Leite Humano (BLH) do HRN, Raíra Bezerra, as imagens produzidas durante o ensaio revelam mais do que um momento simbólico, retratam histórias marcadas pelo cuidado e pela superação. “Muitos dos bebês que participaram da ação dependem diretamente do leite humano doado para se fortalecer, ganhar peso e evoluir com saúde durante o período de internação”, destacou.
Um respiro de alegria em meio à rotina hospitalar
A ação carnavalesca também trouxe conforto emocional para as famílias que acompanham o tratamento dos filhos. Mãe dos gêmeos Augusto e Moisés, nascidos em janeiro, Antônia Camila Silva Rodrigues, natural de Santa Quitéria, vive diariamente a expectativa pela recuperação dos pequenos, que precisaram do Leite Humano Pasteurizado (LHP) durante a internação para ganhar peso e se fortalecer. “Esse tipo de ação é muito bom porque tira um pouco do peso da internação e traz alegria para a gente. O Moisés completou o peso hoje, e a gente espera receber alta logo pra ir pra casa, se Deus quiser”, contou emocionada.

Assim como os filhos de Antônia, muitos outros bebês internados dependem do leite doado para se recuperar. Por isso, cada nova doadora faz diferença real na vida dessas famílias.
Doação que fortalece vidas
O Banco de Leite Humano do HRN trabalha diariamente para garantir que bebês prematuros e de baixo peso tenham acesso ao alimento mais completo e essencial para sua recuperação. De janeiro a dezembro de 2025, o serviço contou com 695,8 litros de leite coletado.
Ainda assim, a necessidade é constante para atender plenamente à demanda da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) e das Unidades de Cuidados Intermediários Neonatal Convencional e Canguru (UCINco e UCINca). O ideal é manter uma média de distribuição de 60 litros mensais. Atualmente, a distribuição gira em torno de 20 litros por mês.

“Trabalhamos diariamente com uma missão muito especial: garantir que bebês que chegam ao mundo antes do tempo tenham a chance de viver, crescer e se desenvolver com saúde. Para eles, o leite materno é mais do que um alimento, é proteção, é tratamento, é vida”, destaca a coordenadora do BLH, Raíra Bezerra.
O BLH realiza coleta domiciliar gratuita para mães que residem em Sobral, produzem leite excedente e desejam doar. Após o primeiro contato via WhatsApp, a equipe envia um formulário de cadastro e, quando necessário, realiza uma visita inicial para orientações sobre a ordenha, coleta de exames e entrega do kit com frascos esterilizados, máscara e touca. A partir disso, as coletas passam a ser feitas semanalmente, com dia e horário agendados. Todo o leite recebido é pasteurizado e destinado aos bebês internados.
As doadoras também contam com o apoio do Ambulatório de Aleitamento Materno do HRN, que oferece acompanhamento especializado para mulheres com dificuldades na amamentação, como mastite, fissuras, pega incorreta ou produção insuficiente.
Além das doações internas e da coleta domiciliar, o HRN conta com o apoio de três postos de coleta parceiros na Região Norte, o Hospital e Maternidade Madalena Nunes, em Tianguá; Santa Casa de Misericórdia de Sobral; e Hospital São Lucas, em Crateús, fortalecendo, em articulação com a Sesa, a rede de captação e cuidado com os recém-nascidos.
Serviço
Banco de Leite do HRN
Para doar leite humano: (88) 98883-4079
Para agendar Ambulatório de Aleitamento: (88) 98869-5352
Fonte: HRN Assessoria de Imprensa (Thais Menezes)
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
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Registro de memória do Curso de Medicina de Sobral da UFC retirados do Instagram @fotos_medsobral_amelhor (Primeira Oficina de Revisão Curricular. DCN da Medicina em 2016)
MEMÓRIA - Há 10 anos, 05/02/2016, a Coordenação do Curso de Medicina de Sobral da UFC reunia seu corpo docente na Primeira Oficina de Revisão Curricular.
Sob a condução do coordenador da época, Prof. Juvenal Linhares, o momento foi idealizado pela necessidade de ajuste e adequação do Projeto Pedagógico do Curso às novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do Curso de Graduação em Medicina.
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entupido, espirros, dores de cabeça e no corpo podem caracterizar a gripe ou
resfriado. Você sabe a diferença?quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Mancha branca: vitiligo, hanseníase ou pitiríase versicolor? Saiba a diferença!
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| Freepik |
A mancha branca é um sinal comum entre as doenças, por isso, a avaliação médica é essencial para diagnóstico e tratamento adequados
O surgimento de mancha branca na pele pode gerar confusão naqueles que observam a alteração. O imbróglio ocorre normalmente com as doenças: vitiligo, hanseníase (em fase inicial) e pitiríase versicolor, que é conhecida popularmente como pano branco. Apesar do sinal em comum, os problemas são completamente diferentes, pois têm outros sintomas, causas e tratamento.
O vitiligo é uma doença autoimune, sem causa conhecida, que pode ter relação genética. Aproximadamente 1% dos casos algum familiar foi diagnosticado com o problema. É conhecida pelo surgimento de manchas brancascom extremidades bem demarcadas, que se tornam mais intensas com o tempo. Atinge geralmente pessoas entre os 20 anos.
O diagnóstico de vitiligo é feito por avaliação médica e, em alguns casos, por biópsia. Para tratar a doença, são combinadas medicações tópicas – que devem ser passadas na pele - e orais. Também ajuda no retorno da pigmentação a fototerapia, pois impede que a doença evolua.
Já a hanseníase, essa é uma doença infecciosa causada pela bactéria _Mycobacterium leprae_. A transmissão ocorre por gotículas eliminadas pelas vias aeres superiores durante fala, espirro e tosse. Porém, para que uma pessoa seja contaminada, ela precisa manter contato prolongado com quem está infectado sem realizar o tratamento adequado.
Importante! A doença não é transmitida por abraços, apertos de mão, uso de talheres e/ou roupas.
O principal sintoma da hanseníase é a falta de sensibilidade ao calor, ao frio e ao toque na área atingida. Também pode causar dor e diminuir suor e pelos na região afetada. Em seus primeiros estágios, surge uma mancha esbranquiçada, que também pode ser vermelha ou marrom. Caso não seja tratada, a doença leva à perda de movimentos, feridas e até a amputação de membros.
O diagnóstico é feito por exame clínico, que investiga a presença do microorganismo nas lesões ou biópsia da região que apresenta alterações. O tratamento é feito com antimicrobianos, que devem ser ingeridos durante seis por 12 meses.
A pitiríase versicolor, também conhecida como pano branco, é uma micose causada por fungos do gênero_Malassezia_. São sintomas: manchas ovais esbranquiçadas, que também podem ser vermelhas, geralmente no pescoço, braços e troncos. Causa coceira e descamação, diferente do vitiligo e da hanseníase.
Podem favorecer o surgimento do pano branco: verminosas, desnutrição e sudorese em excesso, pois fungos se proliferam em ambientes úmidos e quentes. O diagnóstico é feito por análise da pele. Para tratar o problema, são utilizados antifúngicos orais ou tópicos. Atenção! É comume contraindicada a aplicação de cremes e outras medicações com corticoides, pois piora os sintomas.
Ajuda a prevenir o problema, usar roupas que permitam a pele “respirar”, diminuindo a transpiração em excesso. Também colabora, evitar uso de produtos oleosos.
A dermatologista do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), Dra. Maria Fernanda Camargo, acrescenta que o diagnóstico e o tratamento devem ser feitos por especialista para evitar a piora do quadro e consequentemente da saúde e da autoestima do paciente. “Os problemas podem gerar confusão a depender da fase que surgem, por isso, a consulta com médico é essencial”, finaliza.
Informações à Imprensa: Marina de Freitas Harriz (marinaharriz@a4eholofote.com.
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