quarta-feira, 15 de abril de 2026

Você está no grupo de risco que tem mais chances de ter varizes? - (Dr. Elpidio Ribeiro - Cirurgião Vascular e Endovascular)

 


Grupo de Risco:

- Histórico familiar;.

- Fica muito tempo sentado ou em pé;

- Está acima do peso;

- Sedentária(o).

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Dr. Elpidio Ribeiro da Silva Filho

CirurgiãoVascular e Endovascular

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Sobralense conduz ensaios clínicos que testam terapias inovadoras para o câncer de próstata nos Estados Unidos

 

O The Miriam Hospital tratou os primeiros pacientes do mundo em dois novos ensaios clínicos que testam terapias inovadoras para o câncer de próstata, oferecendo aos pacientes locais acesso a tratamentos de ponta anos antes de estarem amplamente disponíveis.

Os estudos fazem parte do Programa de Ensaios Clínicos de Fase Inicial (Fase I) da Brown University Health e são liderados pelo médico sobralense Benedito Arruda Carneiro Filho, MD, diretor de Pesquisa Clínica e Desenvolvimento de Medicamentos contra o Câncer e diretor associado da Divisão de Hematologia/Oncologia, além de co-líder do Programa de Terapias Oncológicas do Legorreta Cancer Center, da Brown University.

“O Programa de Ensaios Clínicos de Fase Inicial da Brown University Health e do Legorreta Cancer Center é essencial para tornar esse tipo de avanço possível”, afirmou o Dr. Benedito Carneiro. “Nosso programa nos permite levar, com segurança, as terapias mais inovadoras contra o câncer aos pacientes de forma precoce e perto de suas casas, ao mesmo tempo em que avançamos em pesquisas que podem mudar a forma como o câncer de próstata é tratado em todo o mundo.”

Ambos os estudos se concentram em tratamentos projetados para atingir com precisão as células do câncer de próstata, minimizando os danos aos tecidos saudáveis.

Um dos ensaios está testando um novo tipo de imunoterapia que ajuda o sistema imunológico do próprio corpo a reconhecer e atacar o câncer de próstata. O tratamento funciona guiando as células de defesa diretamente até as células cancerígenas que possuem uma proteína comumente encontrada nesse tipo de tumor. Ao ajudar o sistema imunológico a localizar e se ligar aos tumores, a terapia busca desencadear uma resposta imune potente e direcionada.

Fonte: Sobral Em Revista 

Governo ouve a população sobre a possibilidade de incorporar tratamento semanal com injeção subcutânea para pacientes com hemofilia B sem inibidores


 

Em avaliação pelo Ministério da Saúde, a medicação dispensa a necessidade de infusões intravenosas frequentes e é indicada para pacientes que não desenvolveram anticorpos após tratamento com fatores de coagulação

Está aberta uma consulta pública até 27 de abril, para receber a contribuição da sociedade no processo de avaliação da incorporação, ao Sistema Único de Saúde (SUS), de um tratamento profilático semanal para pessoas com hemofilia B sem inibidores. A terapia é administrada por meio de aplicação subcutânea com caneta pré-preenchida e é indicada para pacientes a partir de 12 anos que não desenvolveram anticorpos após o tratamento com fatores de coagulação.1

A hemofilia é uma doença genética rara que compromete a capacidade de coagulação do sangue, dificultando a interrupção de hemorragias8. O sangramento recorrente, especialmente em articulações como os joelhos, pode levar a complicações importantes, como dor intensa, dificuldade de movimentos e necessidade de colocação de próteses. A condição pode se manifestar como hemofilia A, caracterizada pela deficiência do fator de coagulação VIII⁸, ou como hemofilia B, a forma mais rara da doença que está associada à falta do fator IX.. No Brasil, cerca de 14 mil pessoas vivem com a condição, o que coloca o país entre as quatro maiores populações de pacientes com hemofilia no mundo.2

Apesar desse cenário, o conhecimento da população sobre a doença ainda é limitado. Dados da pesquisa “Percepções sobre Hemofilia”, realizada pela Ipsos-Ipec, apontam que 52% das pessoas conhecem a condição e reconhecem que se trata de uma doença genética que afeta a coagulação do sangue. No entanto, ainda há lacunas importantes, pois cerca de 60% dos entrevistados não sabem da existência de diferentes tipos de hemofilia. Além disso, 51% desconhecem como é realizado o tratamento da doença.9

Esse estudo quantitativo, realizado entre os dias 2 e 16 de março de 2026 pela Ipsos-Ipec, teve como objetivo identificar o conhecimento e percepções sobre a hemofilia. Foram ouvidos internautas de 18 anos ou mais, pertencentes às classes ABC e moradores de São Paulo (Capital) e Regiões Metropolitanas de Belém, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e Distrito Federal. A amostra é representativa dos internautas das áreas de interesse, considerando a população adulta. Ao todo, foram realizadas 1.740 entrevistas, com margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, sobre os resultados encontrados no total da amostra.9

Por meio da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), o Ministério da Saúde avalia a inclusão do medicamento Marstacimabe, desenvolvido pela Pfizer.3 Como parte desse processo, durante a 149ª Reunião Ordinária da Conitec, realizada em 4 de março de 2026, o Comitê recomendou o encaminhamento do tema à Consulta Pública com parecer desfavorável à incorporação. A Consulta Pública representa uma etapa prevista no processo regulatório, na qual contribuições da sociedade são analisadas antes da decisão final.

Com mecanismo de ação inovador, a terapia tem o potencial de contribuir para um controle mais eficiente da doença, com menor taxa de sangramento anual, e, ao dispensar a necessidade de infusões intravenosas frequentes - que hoje fazem parte da rotina de muitos pacientes - pode melhorar a adesão ao tratamento profilático, com melhores resultados.1 Diferentemente do tratamento convencional, que se baseia na reposição do fator de coagulação ausente e exige administração intravenosa e acompanhamento constante, o Marstacimabe é um anticorpo monoclonal que atua por meio da inibição do ‘Tissue Factor Pathway Inhibitor (TFPI)’, proteína que naturalmente impede o processo de coagulação.1

Administrado por via subcutânea apenas uma vez por semana, o paciente pode ter maior previsibilidade no controle dos sangramentos, contribuindo para uma rotina com menos intervenções relacionadas à hemofilia.

O tratamento da hemofilia avançou de forma significativa nas últimas décadas, mas muitos pacientes ainda enfrentam desafios para manter a doença sob controle, especialmente aqueles que precisam receber infusões frequentes, várias vezes por semana. A possibilidade de um medicamento como esse alcançar um número maior de pessoas por meio do SUS representa um passo importante para ampliar o acesso a terapias inovadoras e pode contribuir para uma rotina com menos intervenções, reduzindo a preocupação constante com episódios de sangramento e suas possíveis complicações ao longo da vida”, afirma Adriana Ribeiro, diretora médica da Pfizer Brasil.

Na prática, muitos desses pacientes precisam se deslocar com frequência até hemocentros para receber infusões ou retirar medicamentos, o que pode representar um desafio para as famílias. De acordo com pesquisa da Associação Brasileira de Pessoas com Hemofilia (Abraphem), realizada em 2025, o tempo médio de deslocamento até um centro de tratamento é de 1h42, com distância média de 85 km, causando dificuldade na continuidade do cuidado. O estudo também mostra obstáculos relacionados à administração intravenosa do tratamento: entre famílias de pacientes na primeira infância, 67% apontaram o acesso venoso como o principal desafio, e 26% dos cuidadores de crianças de 0 a 6 anos relataram perda de medicamento devido à dificuldade de acesso venoso.6

O estudo ainda indica que prática esportiva e vida social podem ser significativamente impactadas, gerando sobrecarga física e psicológica para as famílias, especialmente nos primeiros anos de vida. Diante desse contexto, 82% dos cuidadores de pacientes menores de 18 anos afirmaram desejar tratamentos menos invasivos. Entre as dificuldades de adesão mais citadas estão o medo de agulhas e a alta frequência de infusões intravenosas, fatores que ajudam a explicar o interesse por alternativas terapêuticas que possam melhorar a rotina de tratamento e a qualidade de vida.6

Além dos desafios relacionados ao acesso e à administração do tratamento, os dados do mesmo estudo evidenciam o impacto significativo da hemofilia na saúde articular. Cerca de 70% dos adultos e 50% dos adolescentes apresentaram sete ou mais episódios de hemartrose no último ano. Entre os adultos, aproximadamente 80% já convivem com artropatia hemofílica, e 30% passaram por procedimentos ou cirurgias articulares. Esse impacto é ainda mais evidente nas faixas etárias mais avançadas: entre os pacientes com mais de 45 anos, 29% utilizam prótese articular.

Sobre o estudo

A aprovação de Hympavzi foi baseada nos resultados dos estudos realizados durante seu programa de desenvolvimento clínico, que demonstraram o perfil de eficácia e segurança do tratamento4. No estudo de fase 3 BASIS, envolvendo adultos e adolescentes com hemofilia A e B, o tratamento profilático com Hympavzi promoveu uma diminuição de 92% na taxa anual de sangramentos (na comparação com o tratamento sob demanda, após sangramentos). Além disso, em relação aos pacientes que receberam profilaxia realizada com os fatores de coagulação, o novo medicamento alcançou uma redução de 35% nos sangramentos tratados4. Hympavzi também foi aprovado nos Estados Unidos, Europa e Japão no final de 20245.  

Consulta pública e participação popular 

A consulta pública é um mecanismo de participação social, de caráter consultivo, que busca promover o diálogo entre a administração pública e os cidadãos. É realizada com prazo definido e, no âmbito da saúde, oferece a qualquer pessoa a oportunidade de opinar sobre as decisões relacionadas ao setor, podendo ampliar a voz da população nos processos de incorporação e oferta de medicamentos e vacinas pelo SUS, por exemplo.  

As consultas públicas abertas estão reunidas no site da Conitec, do Governo Federal. As pessoas interessadas podem seguir o passo a passo abaixo para participar:  

  • Localizar a Consulta Pública no 27/2026 - Marstacimabe 

  • Clicar em “Formulário de Contribuição”

  • Seguir as instruções de preenchimento do formulário 

O link direto para o formulário de participação nesta consulta pública para avaliação do tratamento de hemofilia B sem inibidores é:  Consulta Pública nº 27/2026 - Marstacimabe para tratamento de pacientes adultos e adolescentes (≥ 12 anos de idade, acima de 35kg) com hemofilia B grave sem inibidores contra o fator IX de coagulação plasmático - CP nº 27/2026 - Consultas Públicas Conitec/SECTICS - Brasil Participativo



Referências

  1. PFIZER BRASIL. Hympavzi® (marstacimab): bula para profissionais de saúde. Disponível em: https://www.pfizer.com.br/bulas/hympavzi. Acesso em: 09 mar. 2026.

  2. Ministério da Saúde. Brasil tem a quarta maior população de pacientes com hemofilia do mundo. Brasília, jan. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/janeiro/brasil-tem-a-quarta-maior-populacao-de-pacientes-com-hemofilia-do-mundo. Acesso em: 09 mar. 2026.

  3. Ministério da Saúde. Manual de diagnóstico e tratamento de inibidores em pacientes com hemofilia congênita. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/consultas-publicas/2021/arquivos/manual-de-diagnostico-e-tratamento-de-inibidores-em-pacientes-com-hemofilia-congnita/view. Acesso em: 09 mar. 2026.

  4. U.S. NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE. Study of the efficacy and safety of PF-06741086 in adult and teenage participants with severe hemophilia A or moderately severe to severe hemophilia B (ClinicalTrials.gov Identifier: NCT03938792). ClinicalTrials.gov. Disponível em: https://clinicaltrials.gov/study/NCT03938792. Acesso em: 09 mar. 2026.

  5. PFIZER INC. U.S. FDA approves Pfizer’s HYMPAVZI™ (marstacimab-hncq) for the treatment of adults and adolescents with hemophilia A or B without inhibitors. Disponível em: https://www.pfizer.com/news/press-release. Acesso em: 09 mar. 2026.

  6. ABRAPHEM – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESSOAS COM HEMOFILIA. Mapeamento da jornada do paciente com hemofilia no Brasil. Disponível em: https://abraphem.org.br/mapeamento-da-jornada-do-paciente-com-hemofilia-no-brasil/. Acesso em: 16 mar. 2026.

  7. PIETROBELLI, T. M. O. et al. Jornada do paciente com hemofilia B. Hematology, Transfusion and Cell Therapy, v. 46, Supl. 4, p. S568-S569, out. 2024. DOI: 10.1016/j.htct.2024.09.955. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2531137924012884?via%3Dihub . Acesso em: 13 mar. 2026

  8. FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HEMOFILIA. A hemofilia. Hemofiliabrasil.org.br, 2025. Disponível em: https://www.hemofiliabrasil.org.br/a-hemofilia. Acesso em: 13 mar. 2026.

  9. IPSOS. Percepções sobre hemofilia. Março 2026. Versão 1.


Informações para a imprensa 

splwswpfizer@webershandwick.com

terça-feira, 14 de abril de 2026

14 de Abril - Dia Nacional do Neurocirurgião. Homenagem do Blog Encontro Com a Saúde aos neurocirurgiões que desenvolvem suas atividades em Sobral

Da esquerda para direita: Dr. Paulo Lacerda, Dr. João Martins, Dr. Cláudio Henrique Moreira, Dr.Gerardo Cristino e Dr. Keven Ponte

"Especialidade ímpar, difícil, física e mentalmente. Destreza e rigor na conduta. Disciplina. Lidamos muitas vezes com os dissabores dos resultados...mas também temos a gratidão de casos que pareciam perdidos." (Dr. Paulo Lacerda Leal - Neurocirurgião)



Cuide da Sua Saúde - Procure um(a) Médico(a) Especialista

SAÚDE DO SEU SISTEMA ÓSSEO

Dr. Júlio César Cavalcante Chagas

Prevenção de lesões no quadril integra campanha Abril Verde



Presidente da SBQ explica ações práticas do movimento, que alerta sobre medidas para reduzir acidentes e doenças laborais


Conscientizar sobre a preservação da saúde e da segurança no trabalho, na busca pela redução de acidentes e de doenças laborais são os objetivos do Abril Verde, movimento que ganhou força no Brasil com a data de 28 de abril, quando são celebrados o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho e o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes de Trabalho. O Abril Verde se relaciona diretamente com a saúde do quadril porque enfatiza a prevenção de lesões ocupacionais nessa articulação, uma das mais vulneráveis a sobrecargas laborais repetitivas e traumáticas.

“Movimentos repetitivos, como agachamentos inadequados, levantamento de pesos acima da altura do quadril ou posturas assimétricas em profissões como as da construção  civil e no ramo de logística provocam bursites trocantéricas, rupturas do labrum e artrose precoce”, alerta o ortopedista Osvaldo Nunes Pires, Presidente da Sociedade Brasileira do Quadril (SBQ)

Postura incorreta

Adotar uma postura incorreta no dia a dia pode ocasionar, a longo prazo, lesões no quadril, entre outros problemas ortopédicos. “Ficar sentado mais de 6 horas por dia com os quadris muito dobrados pressiona a região lateral do quadril, encurtando o músculo da virilha e irritando a parte lateral da coxa. Isso é comum em operadores de telemarketing e programadores, por exemplo”, observa Osvaldo Nunes Pires. “O trabalhador deve ajustar a cadeira para apoiar os pés no chão, manter os joelhos em ângulo reto, de 90 graus, e a lombar reta. Assim, evita forças que desgastam as articulações”, recomenda o Presidente da SBQ.

Estrutura de trabalho

Quanto aos empregadores, dentro das orientações da campanha Abril Verde, é preciso avaliar periodicamente os riscos biomecânicos, com análises ergonômicas e oferecer treinamentos para técnicas de carga. “Os gestores precisam fornecer mobiliário ajustável, com cadeiras com regulagem de altura, apoio lombar e apoio para pés. Além disso, é importante implementar ginástica laboral focada em mobilidade de quadril, monitorando queixas precoces de dores”, observa Osvaldo Nunes Pires.

Informações à Imprensa: Giuliano Villa Nova (Assessor de comunicação) Engaja Comunicaçção

Ceará é o sexto estado do país com mais registros de processos na saúde nos últimos três anos

 

A judicialização da saúde tem crescido no Brasil, com cerca de 1,8 milhão de registros de processos nos últimos três anos. Os dados da plataforma Escavador, divulgados nesta terça-feira, 7, mostram que a curva de processos tem ascendido de 2023 para 2024 (+3,47%), alcançando seu pico entre os anos de 2024 e 2025 (+8,22%).

Em meio às mais de 44 categorias derivadas de notificações judiciais, desde leitos de enfermaria, cirurgias e internações até o fornecimento de medicamentos, a judicialização do setor tem ocupado recursos financeiros do Ministério da Saúde.

Ainda segundo dados do Escavador, a cada ano o Brasil registra pelo menos meio milhão de processos. No ano de 2023, cerca de 538 mil casos foram alvos de investigação pelo judiciário, crescendo para 556 mil registros oficiais em 2024. No ano passado, o salto expressivo da categoria determinou cerca de 602 mil novos casos, totalizando um aumento de 12% nos últimos três anos.

Entre 10 estados que mais registraram processos, o Ceará está em 6º lugar, com 79.182 registros. O estado é o segundo do Nordeste no ranking, atrás apenas da Bahia, com 114.964.

Confira a lista de processos por ‘judicialização da saúde’ no país (2023–2025):

  • São Paulo (SP) – 532.279
  • Minas Gerais (MG) – 176.195
  • Rio Grande do Sul (RS) – 167.099
  • Rio de Janeiro (RJ) – 130.426
  • Bahia (BA) – 114.964
  • Ceará (CE) – 79.182
  • Pernambuco (PE) – 68.169
  • Mato Grosso do Sul (MS) – 60.233
  • Distrito Federal (DF) – 51.127
  • Santa Catarina (SC) – 47.121
  • Paraná (PR) – 44.779
  • Mato Grosso (MT) – 43.122
  • Rio Grande do Norte (RN) – 40.395
  • Goiás (GO) – 39.383
  • Paraíba (PB) – 31.117
  • Maranhão (MA) – 25.864
  • Espírito Santo (ES) – 25.535
  • Alagoas (AL) – 25.188
  • Pará (PA) – 19.024
  • Tocantins (TO) – 11.554
  • Rondônia (RO) – 9.733
  • Piauí (PI) – 8.046
  • Sergipe (SE) – 6.364
  • Amazonas (AM) – 5.711
  • Amapá (AP) – 4.001
  • Acre (AC) – 2.362
  • Roraima (RR) – 2.063

Distribuição de casos por região:

  • Nordeste – 399 mil
  • Norte – 54 mil
  • Sudeste – 864 mil
  • Centro-Oeste – 193 mil
  • Sul – 259 mil
  • Fonte: https://sobralemrevista.com.br/

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Saúde da Mulher: Sobre Dor Pélvica (Drª Carla Macedo - Ginecologia e Saúde da Mulher)

 


Se você sente dor pélvica, saiba que isso não deve ser ignorado. 🤔 A dor na região pélvica pode ser um sinal de diversos problemas ginecológicos, e tratar logo é essencial para a sua saúde!  

Causas comuns:

- Endometriose  

- Miomas uterinos  

- Infecções urinárias ou vaginais  

- Síndrome do ovário policístico (SOP)  

- Problemas intestinais  

🔎 Por que não ignorar?

- A dor persistente pode afetar sua qualidade de vida e até mesmo dificultar atividades cotidianas.  

- Identificar a causa pode ajudar no tratamento precoce, prevenindo complicações maiores.  

🌸 Escute o seu corpo:

Se você tem sentido desconforto ou dor na região pélvica, consulte um ginecologista. O diagnóstico precoce é crucial para a sua saúde!  

📌 Tem alguma dúvida ou já passou por isso?

............................

Responsável técnico:

Dra. Carla Macedo

📞(88) 3677.2312 / 88 9.9318-4038 (WhatsApp)


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Drª. Carla Macedo atende na Clínica Prioritá

Endereço: Av. Monsenhor José Aloísio Pinto, 1362, salas 108  e 109 
Cidade Gerardo Cristino de Menezes
(São Lucas Medical Center)
Sobral-Ceará

Para dúvidas e demais agendamentos:

📞(88) 3677.2312 / 88 9.9318-4038(WhatsApp)

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 CREMEC-10846  - TEGO 064/2011 -  RQE 5950

https://linktr.ee/carlarobertaginecologista


- Quem é a Drª. Carla Macedo?

Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (2007) e residência médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em parceria com a Santa Casa de Sobral (2011). Concluiu Mestrado acadêmico em Saúde da Família pela UFC (2013) na linha de pesquisa de Educação Permanente. Atualmente atuando no corpo docente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará na disciplina de Ginecologia e Obstetrícia como Profª Doutora em Ciências Cirúrgicas pela UFC. 

Gestão da Santa Casa de Sobral foi oferecida ao Estado, que não aceitou o desafio

 

A Santa Casa de Misericórdia de Sobral vive um novo momento com a posse da nova diretoria e o início da gestão da Fraternidade São Francisco, responsável pela administração do complexo hospitalar.

Nesse contexto, o bispo diocesano Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos confirmou que a Diocese chegou a oferecer ao Governo do Estado assumir diretamente a gestão da unidade, proposta que não foi acatada pelo governador Elmano de Freitas.

Diante disso, a própria Diocese decidiu seguir à frente do hospital, reforçando sua atuação histórica na administração da Santa Casa — instituição filantrópica e referência para mais de 70 municípios da região Norte do Ceará.

A mudança ocorre em meio à reestruturação administrativa da unidade, que agora passa a ser conduzida pela Fraternidade São Francisco, com foco na melhoria do atendimento e na humanização dos serviços.


Fonte: Sobral Em Revista (https://sobralemrevista.com.br/)

Agência UFC: Pesquisadores desenvolvem aplicativo para celular com cenário de simulação imersiva para gestantes


Imagem: Tela do aplicativo Guiando o Nascimento
O Guiando o Nascimento oferece um cenário de simulação imersiva para visita às estruturas de quarto pré-parto, parto e pós-parto (PPP) presentes em unidades de saúde (Imagem: Divulgação)


Momento de intensas transformações na vida da mulher, a gravidez traz consigo um turbilhão de emoções. Face ao desafio de gestar uma vida, são comuns a insegurança com as mudanças no corpo, as dúvidas acerca dos futuros cuidados com a criança, e a ansiedade em relação à nova etapa. Com o avançar dos meses, um sentimento em especial sombreia o pensamento das futuras mamães: o medo sobre a hora do parto, comumente relacionado às ideias de dor, tensão e até mesmo permeado por relatos de violência obstétrica.

Visando disponibilizar informações `s gestantes e proporcionar uma visão mais positiva e confiante sobre a experiência de dar à luz, pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGENF) da Universidade Federal do Ceará (UFC) desenvolveram o aplicativo de celular Guiando o Nascimento, que oferece um cenário de simulação imersiva para visita às estruturas de quarto pré-parto, parto e pós-parto (PPP) presentes em unidades de saúde. Além do ambiente, o app explica processos realizados e etapas até o nascimento do bebê.

O estudo foi idealizado pelo enfermeiro Roger Rodrigues da Silva, atualmente aluno de doutorado no PPGENF, sob orientação da professora Mônica Oriá, docente do Departamento de Enfermagem e coordenadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Simulação Clínica e Realidade Virtual em Enfermagem e Saúde (INCT Screens). A pesquisa para concepção e desenvolvimento do app teve duração de três anos e contou com financiamento da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap).

SIMULAÇÃO IMERSIVA - Para a criação do Guiando o Nascimento, uma premissa foi a definição de um formato que não demandasse conhecimento prévio das usuárias, bem como dispensasse o uso de óculos de realidade virtual. A ideia era que fosse algo acessível por meio da tela de dispositivos móveis, e de navegação intuitiva. Por esse motivo, a tecnologia mobile health de simulação imersiva de realidade foi a opção escolhida. “Pensamos em desenvolver o cenário para smartphones e tablets, considerando que grande parcela da população tem acesso a estes dispositivos. Acreditamos que o app possa ser utilizado em ambientes de salas de espera de unidades de saúde, antes das consultas de pré-natal, por exemplo”, explica Roger Silva.

Desde dezembro de 2007, está em vigor a Lei Federal nº 11.634, que dispõe sobre o direito da gestante de conhecer a maternidade na qual será realizado o seu parto. A ideia é evitar a chamada "peregrinação" por vagas de leitos ou atendimento obstétrico no Sistema Único de Saúde (SUS). Apesar de conquistado há quase duas décadas, esse direito ainda não é realidade para muitas mulheres, em parte por desconhecimento ou por dificuldades em visitar previamente a maternidade.

Atentos a essa problemática e em consonância com os princípios de humanização para o parto, os pesquisadores da UFC pensaram na solução digital como estratégia para vencer essas distâncias. “Acreditamos que um app que mostre como é estruturado um centro de parto normal e o que acontece durante ele possa estimular e conscientizar as mulheres a optarem por esse tipo de parto. A tecnologia que viabiliza essa visita guiada poderá servir de retaguarda para mulheres que não realizaram a visita ao ambiente físico”, afirma o pós-graduando.

Segundo a equipe, a ideia é que em breve o Guiando o Nascimento esteja disponível para download nas principais plataformas de aplicativos, após etapa de revisão e ajustes prevista para ser concluída ainda no primeiro semestre deste ano. “Estamos estudando uma prévia, se estiver tudo ok, vamos implementar e difundir o app”, salienta Roger Silva.

Leia a matéria completa sobre o aplicativo no site da Agência UFC, veículo de divulgação científica da universidade. 

Fonte: Roger Silva, do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGENF) - e-mail: roger95silva@gmail.com

Reflexão da Semana



sexta-feira, 10 de abril de 2026

CUIDE DA SUA SAÚDE - PROCURE UM (A) MÉDICO (A) ESPECIALISTA

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TRATAMENTO DO CÂNCER 

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