terça-feira, 3 de março de 2026

Registro de atualidade do Curso de Medicina de Sobral da UFC retirados do Instagram @fotos_medsobral_amelhor (Curso de Medicina de Sobral acolhe a sua 43ª turma em 2026)


ATUALIDADE  - Na manhã dessa segunda-feira (02/03), a Coordenação do Curso de Medicina de Sobral da UFC acolheu os 44 estudantes da sua 43ª turma para o semestre 2026.1. O momento aconteceu no miniauditório do Curso, que ficou pequeno para tanta ansiedade e expectativa. 

Participaram da acolhida o Prof. Paulo Roberto Lacerda, a Profª.  Carla Roberta Macedo, o Prof. Alex Grangeiro e as servidores da coordenação Aline Araújo (administradora) e Keila Gadelha (secretária acadêmica) e representantes discentes. Depois das boas vindas, os novos estudantes falaram de como chegaram ao Curso e das suas expectativas. 


Depois da acolhida, os estudantes coheceram os espaços da Famed/Sobral onde realizarão sua formação acadêmica. À tarde, o Prof.  Paulo Roberto Lacerda (coordenador), juntamente com o  Prof. Alex Grangeiro, apresentou o Projeto Pedagógico do Curso. "Este é o momento em que os estudantes têm conhecimento da estrutura curricular em que terão a sua formação médica" explica o coordenador do Curso.

 

 

  

Sobre inchaço nas pernas - (Dr. Elpidio Ribeiro - Cirurgião Vascular e Endovascular)


 

Inchaço pode ser passageiro ou ser um constante aviso de que algo não vai bem com o nosso corpo. Nas duas hipóteses, o primeiro pensamento é: como amenizar esse desconforto?

E aqui vão algumas dicas para você usar enquanto o dia da consulta com o médico não chega:

🦶 Dica 2: Elevar os pés ao dormir.

Ao se deitar, deixar os pés por cerca de 15 centímetros acima do nível do coração, facilita a circulação.

🦵 Dica 1: Exercite a panturrilha.

Estimular o músculo da “batata da perna” com movimentos circulares, corrida ou uma leve caminhada já melhora o fluxo sanguíneo.

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(88) 99802.7000

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Dr. Elpidio Ribeiro (CREMEC: 16.907 / RQE-CE: 11.221) - É cirurgião Vascular e Endovascular com atuação na cidade de Sobral (CE). Faz parte do corpo clínico do serviço de cirurgia vascular e endovascular do Hospital Regional Norte e da equipe de cirurgia vascular para acessos vasculares do serviço de hemodiálise da Santa Casa de Misericórdia de Sobral.

Realiza atendimento no Instituto de Saúde São Francisco no São Lucas Medical Center, no Hospital Unimed Sobral e na Clínica Boghos Boyadjian Sobral.

Resumo do currículo:

- Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará - campus Sobral (UFC-Sobral).

- Residência Médica em Cirurgia Geral pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCRP-USP).

- Residência Médica em Cirurgia Vascular pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCRP-USP).

- Residência Médica em Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular d Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCRP-USP).

- Doutorando do Departamento de Cirurgia e Anatomia do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCRP-USP).

- Título de Especialista em Cirurgia Vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) e Associação Médica Brasileira (AMB).

SERVIÇO

Instituto de Saúde São Francisco 

São Lucas Medical Center - Salas 106/107

Av. Monsenhor Aloísio Pinto, 1362. Sobral - Ceará

Fone:  (88) 99802.7000

E-mail: elpidioribeiro@outlook.com

Nas redes sociais, siga o Dr. Elpidio Ribeiro pelos canais do Facebook e Instagram @institutodesaudesaofrancisco

https://linktr.ee/institutodesaudesaofrancisco

Você sabe a diferença entre gripes e os resfriados?

Pegou uma gripe? Tem certeza? Os sintomas como nariz entupido, espirros, dores de cabeça e no corpo podem caracterizar a gripe ou resfriado. Você sabe a diferença?
Foto: Reprodução
A gripe ou influenza é causada por um vírus e geralmente é caracterizada por febre alta, seguida de dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça, coriza e tosse seca. A febre é o sintoma mais importante e dura em torno de três dias. Os sintomas respiratórios como a tosse e outros, tornam-se mais evidentes com a progressão da doença e mantêm-se em geral de três a cinco dias após o desaparecimento da febre. Alguns casos apresentam complicações graves, como pneumonia, necessitando de internação hospitalar.
O resfriado também é uma doença respiratória frequentemente confundida com a gripe, mas é causado por vírus diferentes, sendo os mais comuns associados ao resfriado os rinovírus, os vírus parainfluenza e o vírus sincicial respiratório (RSV), que geralmente acometem crianças. Os sintomas do resfriado, apesar de parecidos com da gripe, são mais brandos e duram menos tempo, entre dois e quatro dias. Os sintomas incluem tosse, congestão nasal, coriza, dor no corpo e dor de garganta leve. A ocorrência de febre é menos comum e, quando presente, é em temperaturas baixas.
 Para evitar pegar doenças respiratórias, seja gripe ou resfriado, é bom sempre manter alguns hábitos de higiene como lavar as mãos, utilizar lenço descartável para limpar o nariz, não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas, manter os ambientes bem ventilados e evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de gripe. É fundamental também cobrir o nariz ao tossir e espirrar. Mas não use a mão para isso. Cubra o rosto com área interna entre o braço e o antebraço, onde fica o cotovelo. Assim, você evita tocar em objetos com as mãos cheias de vírus que podem contaminar outras pessoas.

H1N1 - O H1N1, comumente chamada de gripe suína, é provocada pelo vírus H1N1. Ele é resultado da combinação de segmentos genéticos do vírus humano da gripe, do vírus da gripe aviária e do vírus da gripe suína, que infectaram porcos simultaneamente. Ela requer cuidados especiais, pois a pessoa apresenta febre alta, acima de 38 ou 39 graus, de início repentino, dor muscular, de cabeça, de garganta e nas articulações, irritação nos olhos, tosse, coriza, cansaço e inapetência. Em alguns casos, também podem ocorrer vômitos e diarreia. Ela se dá pelo contato direto com os animais ou com objetos contaminados e de pessoa para pessoa, por via aérea ou por meio de partículas de saliva e de secreções das vias respiratórias. A vacinação é uma das melhores formas de proteção contra a gripe. 

Fonte: Gabriela Rocha/ Blog da Saúde

Ozempic e Mounjaro: como o emagrecimento acelerado pode impactar a pele e o que fazer para prevenir a flacidez, segundo especialista


Segundo o levantamento da plataforma Conexa saúde feito no Google, o Brasil é o segundo país que mais pesquisa por Ozempic e Mounjaro no mundo

O uso de medicamentos como Ozempic e Mounjaro, indicados para o tratamento do diabetes tipo 2 e amplamente utilizados no controle da obesidade, tem crescido de forma significativa nos últimos anos. O Brasil é o segundo país que mais pesquisa por Ozempic e Mounjaro no mundo, de acordo com levantamento da plataforma Conexa Saúde feito no Google. Ao mesmo tempo em que promovem perda de peso eficaz, esses fármacos também têm levantado uma preocupação estética e funcional: o impacto do emagrecimento rápido na qualidade da pele.

Ao atuarem em hormônios relacionados à saciedade e ao controle glicêmico, esses medicamentos reduzem o apetite e retardam o esvaziamento gástrico, favorecendo uma diminuição significativa da ingestão calórica. Como consequência, muitos pacientes apresentam perda acelerada de gordura corporal. Essa redução abrupta do volume pode comprometer a sustentação da pele, resultando em flacidez, perda de viço e alterações no contorno facial e corporal.

De acordo com a dermatologista Fátima Tubini, a pele acompanha o ritmo do emagrecimento, mas nem sempre consegue se adaptar com a mesma velocidade. “Quando o paciente emagrece de forma rápida e expressiva, há uma redução do tecido adiposo que sustentava a pele. Se não houver tempo ou estímulo adequado para a reorganização das fibras de colágeno e elastina, a flacidez tende a se tornar mais evidente”, explica Tubini.

Além da flacidez corporal, muitos pacientes relatam mudanças faciais, como aspecto encovado, linhas de marionete e perda de definição do contorno. Esse fenômeno, popularmente chamado de “face do emagrecimento”, está relacionado à diminuição do volume de gordura subcutânea na face.

“A gordura facial tem papel estrutural importante. Quando ela diminui rapidamente, pode haver acentuação de linhas e uma aparência mais envelhecida. Isso não é causado diretamente pelo medicamento, mas pela velocidade da perda de peso”, ressalta a dermatologista Fátima.

Outro ponto de atenção é a possível deficiência nutricional decorrente de dietas muito restritivas associadas ao uso dos medicamentos. A ingestão insuficiente de proteínas, vitaminas e minerais pode impactar a síntese de colágeno e comprometer ainda mais a firmeza e a qualidade da pele.

Como parte das orientações para reduzir possíveis efeitos adversos, recomenda-se acompanhamento multidisciplinar ao longo do tratamento. O paciente deve ser assistido por endocrinologista, nutricionista e dermatologista, assegurando uma abordagem integrada e preventiva. A perda de peso precisa ocorrer de forma monitorada, com acompanhamento clínico regular, e o plano alimentar deve garantir ingestão adequada de proteínas e micronutrientes essenciais para a manutenção da saúde cutânea.

Do ponto de vista dermatológico, Fátima Tubini explica: “É fundamental ter estratégias como o uso de bioestimuladores de colágeno, tecnologias de radiofrequência, ultrassom microfocado e protocolos personalizados de cuidados tópicos, pois eles podem auxiliar na prevenção e no tratamento da flacidez”, que ressalta, “a prática regular de atividade física, especialmente exercícios de força, também contribui para a manutenção da massa muscular e melhora do contorno corporal”.

“O emagrecimento é um ganho importante para a saúde metabólica e qualidade de vida, mas é fundamental cuidar da pele durante esse processo. Com planejamento e intervenções adequadas, é possível reduzir os impactos estéticos e preservar a autoestima”, conclui a especialista Fátima Tubini.

 

Sobre a Dra. Fátima Tubini

Referência em cuidados e tratamentos dermatológicos, a Dra. Fátima Tubini atua na área da dermatologista há quase 20 anos. Com ampla experiência, a especialista é graduada em Ciências Médicas e possui o título de Especialista em Dermatologia concedido pela AMB e Sociedade Brasileira de Dermatologia. Em sua trajetória, trabalhou com o público infantil na área de pediatria. Atualmente, a profissional proporciona através de procedimentos dermatológicos e estéticos benefícios para a saúde e bem-estar dos seus pacientes.

segunda-feira, 2 de março de 2026

Registro de memória do Curso de Medicina de Sobral da UFC retirados do Instagram @fotos_medsobral_amelhor (Atividades no Laboratório de Anatomia das primeiras turmas)



MEMÓRIA - A página @fotos_medsobral_amelhor, focada em resgatar a nostalgia e a importância desses primeiros passos da Medicina em Sobral traz hoje um registro marcante de estudantes da Primeira Turma (2002), bem como momentos dos alunos da quinta turma (2005). Em comum nestes registros, o Laboratório de Anatomia do Curso de Medicina de Sobral da UFC. Um resgate de memórias afetivas e a valorização da história do Curso.

Na foto de 2002, uma aula dos alunos da Primeira Turma, sob a orientação do Prof. Eládio. Em outro registro, no mesmo espaço, a quinta turma  em atividade no Laboratório de Anatomia (real e virtual), contando com o apoio dos monitores da terceira turma. A memória dos primeiros passos de um ciclo onde o aprendizado passava de veteranos dedicados para calouros entusiasmados e que permanece latente com as turmas atuais. ]

Alunos da quinta turma no laboratório de Anatomia 2005


Ainda nestes registros, um momento nos laboratórios de Histologia e Fisiologia, onde os monitores guiavam os primeiros olhares pelo microscópio e os primeiros entendimentos sobre o funcionamento da vida. Enfim, mais do que fotos, são registros de uma época de construção, onde a tradição da "Melhor" começou a ser escrita no DNA de cada aluno.

REGISTROS

Aula prática no Laboratório e Anatomia 2005

Laboratório de Anatomia Virtual 2005

Aula no Laboratório de Fisiologia 2005

 

Aula de imagens no Laboratório e Anatomia 2005

 

  

Aula no Laboratório e Histologia 2005

 

Aula prática no Laboratório e Anatomia 2005

 

O monitor Abdon Parente (T3) no Laboratório e Anatomia 2005

 

Aula prática no Laboratório e Anatomia 2005

 

Os servidores Nonato e Francisco do Laboratório e Anatomia
As alunas Livia e Renata 2005

É sobre câncer no intestino e chek-up- Dr. Diego Bezerra (Cirurgião Geral - Cirurgião Oncológico)


Se você tem casos na família de Câncer no Intestino é extremamente importante fazer a pesquisa de alterações intestinais como pólipos e úlceras. Elas podem surgir mais cedo que na população geral! 

O Câncer Colorretal é a terceira principal causa de câncer e a segunda que mais mata. 

E como sempre repito para vocês, quanto mais cedo diagnosticado, mais chances de cura e mais tranquilo será o tratamento!



Dr Diego Bezerra CRM 10362 - Cirurgião Oncológico

📍 Vesalius Centro Médico 📲 (88) 36772311 ou WhatsApp (88) 98007000


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Tecnologia de ponta na clínica Vesalius para a realização de ultrassonografia, punção biópsia de mama, tireoide e próstata.

Governo do Ceará anuncia nomeação de 1.300 concursados da saúde

 


O Governo do Ceará anunciou a nomeação de 1.300 novos profissionais aprovados em concurso público para reforçar a rede estadual de saúde. A convocação contempla 179 médicos, 30 profissionais da área administrativa e 1.091 profissionais assistenciais.

Com essa nova chamada, o total de profissionais convocados pelo concurso chega à marca de 6 mil, ampliando significativamente a força de trabalho no sistema público estadual.

A medida fortalece hospitais, policlínicas, UPAs e demais equipamentos da rede, ampliando a capacidade de atendimento e reduzindo a sobrecarga nas unidades. O reforço ocorre em um momento estratégico, diante do crescimento da demanda por serviços especializados e atendimento hospitalar em diversas regiões do Estado.

Segundo o Governo, a iniciativa faz parte do compromisso de ampliar e qualificar o atendimento à população, garantindo mais estrutura e agilidade nos serviços prestados àqueles que mais precisam do SUS.

Mais informações podem ser consultadas no site oficial: ceara.gov.br.

 
Fonte: Sobral Em Revista (https://sobralemrevista.com.br)

Reflexão da Semana

Mahatma Gandhi sobre a felicidade: “Ela é alcançada quando o que se pensa, se diz e se faz estão em harmonia”

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Registro de atualidade do Curso de Medicina de Sobral da UFC retirados do Instagram @fotos_medsobral_amelhor (Processo seletivo de monitorira para 2026 do Curso de Medicina de Sobral)



ATUALIDADE - O registro de hoje traz um momento importante do Curso de Medicina de Sobral da UFC, desde os seus primeiros anos. 

Na noite de segunda-feira (23/02) aconteceu, nos espaços do Curso, a seleção de monitores para o ano de 2026. Na ocasião, os estudantes até o 10⁰ semestre participaram do processo seletivo. Por meio do Programa de Iniciação à Docência (PID) da Pró-Reitoria de Graduação/UFC os acadêmicos vivem a experiência prática do ensino, seja com bolsa remunerada ou voluntária. 

​O PID proporciona melhoria na formação acadêmica e currícular, aproximando a relação entre teoria e prática. Fortalece a interação entre estudantes e professores, bem como a participação ativa no planejamento e pesquisa docente. Ao total foram ofertadas 25 bolsas remuneradas e 71 voluntárias, entre as várias disciplinas da área da Assistência Básica à Saúde e da Semiologia Médica. 

O coordenador do Curso de Medicina de Sobral  da UFC, Prof. Paulo Roberto Leal, destacou a importância da monitoria na formação médica e docente. "É uma forma de estimular o crescimento do estudante de medicina, despertar o interesse pela vida acadêmica enquanto orientador dos colegas e incentivá-lo a seguir a carreira docente" explica o coordenador. 

Na ocasião, ele ressaltou a importância do compromisso e o empenho dos professores orientadores das disciplinas que ofertam bolsas para monitoria. Destacou, ainda, a dedicação e o comprometimento da secretária acadêmica do Curso, Keila Gadelha,  na organização e na realização do processo seletivo.

 

 

 

Saúde da Mulher: Sobre os diferentes tipos de DIU (Drª Carla Macedo - Ginecologia e Saúde da Mulher)

 


Os diferentes formatos de DIUs são projetados para se adaptar às variabilidades anatômicas e preferências individuais das mulheres.

➡ Eles podem variar em tamanho e flexibilidade para se ajustar ao tamanho e forma do útero de maneira confortável. Modelos mais flexíveis podem ser mais adequados para algumas mulheres, especialmente aquelas que ainda não tiveram filhos.

➡Alguns DIUs podem ter componentes adicionais como hormônios que são liberados gradualmente

➡O revestimento do DIU pode ser feito de diferentes materiais, como cobre, cobre e prata ou plástico com hormônios. Essa escolha afeta como o DIU funciona e quais efeitos colaterais podem ocorrer.

➡Alguns DIUs têm formatos geométricos específicos, como em T ou em forma de Y, que podem afetar como o dispositivo se encaixa e permanece no útero.

Essa diversidade garante que cada mulher possa encontrar a opção que melhor se alinha com sua saúde e estilo de vida.🥰

Consulte uma Especialista

Drª. Carla Macedo atende na Clínica Prioritá

Endereço: Av. Monsenhor José Aloísio Pinto, 1362, salas 108  e 109 
Cidade Gerardo Cristino de Menezes
(São Lucas Medical Center)
Sobral-Ceará

Para dúvidas e demais agendamentos:

📞(88) 3677.2312 / 88 9.9318-4038(WhatsApp)

  http://dracarlamacedo.com.br/agendamento


Infarto, diabetes, câncer: o que pode ser evitado com um check-up



Exames periódicos ajudam a detectar doenças silenciosas antes que seja tarde

Quantas vidas poderiam ser poupadas se mais pessoas dedicassem algumas horas por ano à própria saúde? A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, todos os anos, cerca de 18 milhões de pessoas com menos de 70 anos morrem em todo o mundo em decorrência de doenças crônicas não transmissíveis, como infarto, acidente vascular cerebral (AVC), câncer, diabetes e enfermidades respiratórias — muitas delas evitáveis ou passíveis de diagnóstico precoce.

No Brasil, as chamadas mortes evitáveis ainda representam um desafio. Embora os índices tenham caído nas últimas décadas, doenças cardiovasculares e cânceres avançados continuam entre as principais causas de óbito entre adultos e idosos. Para especialistas, medidas simples — como aferir a pressão arterial, analisar os níveis de colesterol e glicemia, ou realizar exames como mamografia e colonoscopia — podem significar a diferença entre um tratamento precoce e a luta contra doenças em estágio irreversível.

É nesse contexto que o check-up anual se revela mais do que uma rotina médica: trata-se de uma estratégia essencial para transformar números frios em histórias reais de longevidade e qualidade de vida.

Check-up: mais do que um exame, uma abordagem preventiva

Um check-up de saúde consiste em um conjunto de exames clínicos e laboratoriais voltados à prevenção. Personalizado conforme idade, sexo e histórico médico, ele abrange consultas com diferentes profissionais de saúde, avaliação física e mental, além de orientações sobre estilo de vida.

“Esse tipo de cuidado permite identificar doenças ainda em fases iniciais, quando as chances de tratamento eficaz e cura são muito maiores”, afirma o cardiologista Vinícius Oro Popp, coordenador do serviço de Check-up do Hospital São Marcelino Champagnat, em Curitiba (PR).

Entre as condições que podem ser detectadas precocemente estão alterações metabólicas, como diabetes e colesterol elevado. Também é possível rastrear diversos tipos de câncer — como os de mama, cólon, colo do útero, próstata e pulmão — conforme o perfil de risco de cada paciente.

Do diagnóstico precoce à saúde integral

Com um check-up, é possível identificar problemas nas artérias, como aneurisma de aorta abdominal, e, em casos selecionados, avaliar o risco de doença coronariana, que ainda é a principal causa de morte no mundo”, explica o cardiologista.

Já o especialista em clínica médica do Hospital São Marcelino Champagnat, Ricardo Gullit Ribeiro, também destaca a importância de monitorar a função renal: exames simples de sangue e urina podem revelar sinais de falência dos rins antes mesmo do surgimento dos sintomas. Além disso, ele reforça que o diagnóstico precoce de infecções sexualmente transmissíveis — como HIV e sífilis — pode alterar completamente o prognóstico e melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes.

Prevenção individualizada: um plano para cada fase da vida

As recomendações preventivas variam conforme o sexo e a etapa da vida. “Homens, por exemplo, apresentam maior risco cardiovascular em idade mais precoce. Em média, os infartos ocorrem dez anos antes neles do que nas mulheres”, explica Popp.

Entre as mulheres, exames como mamografia e papanicolau já demonstraram impacto significativo na redução da mortalidade e da incidência de cânceres, especialmente quando realizados de forma adequada e com cobertura ampla. Após a menopausa, cresce também a preocupação com a osteoporose, o que muitas vezes exige avaliação óssea.

No caso dos homens, o rastreamento do câncer de próstata deve ser debatido individualmente, considerando histórico familiar e fatores de risco. “O exame de PSA e o toque retal não são indicados de forma universal, mas podem ser essenciais em alguns casos”, orienta Ribeiro. Ele também recomenda o rastreamento de aneurisma de aorta abdominal, especialmente em homens entre 65 e 75 anos que já tenham fumado: “um ultrassom simples pode salvar vidas”.

O essencial: um plano de cuidado contínuo

Independentemente do sexo, há recomendações que valem para todos: controle da pressão arterial, colesterol, glicemia e peso, atenção à saúde mental, testagens regulares para infecções sexualmente transmissíveis e vacinação em dia. “O mais importante é que cada pessoa tenha um plano preventivo ajustado ao seu perfil, histórico familiar e estilo de vida. Essa é a base de um check-up inteligente”, afirma Popp.

Estilo de vida: o maior aliado da saúde

Por fim, o cardiologista destaca que nenhum exame substitui os benefícios de um estilo de vida saudável. Alimentação equilibrada, atividade física regular, controle do estresse e qualidade nos relacionamentos têm impacto direto e comprovado na saúde. “Hoje já há evidências robustas de que vínculos sociais fortes e uma boa rede de apoio são fatores tão protetores quanto manter a glicemia ou o colesterol sob controle”, conclui.

Informações à Imprensa: CENTRAL PRESS LTDA centralpress@centralpress.com.br

LARBOS: OPORTUNIDADE DE TRABALHO – Unidades de Sobral e Tianguá

 


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Registro de atualidade e memória do Curso de Medicina de Sobral da UFC retirados do Instagram @fotos_medsobral_amelhor (Sobre a Drª Izabella Tamira egressa da 5ª turma do Curso de Medicina de Sobral)



ATUALIDADE/MEMÓRIA- Dizem que a medicina escolhida com o coração deixa marcas para a vida toda. O registro de hoje é a prova desta máxima.

Neste registro, um retorno da estudante Ana Rosa Guimarães (17 anos) aos cuidados da Drª Izabella Tamira (médica endocrinologista pediatra). O reencontro da paciente com a sua primeira médica endocrinologista não foi apenas uma consulta, mas um momento de carinho e um bate-papo descontraído que mostra o quanto a empatia transforma o atendimento médico.


Ela é médica egressa da 5ª turma do Curso de Medicina de Sobral da UFC, concluiu a sua Residência em Pediatria na Santa Casa de Misericórdia de Sobral/UFC e a sub especialização no Hospital Universitário Walter Cantidik (UFC) em Fortaleza. A competência técnica e os valores e principios éticos da Drª Izabella é fruto de uma formação sólida e conectada com as suas raízes na Universidade Federal do Ceará (UFC).

A história da Drª Izabella com a pediatria floresceu em um lugar muito especial para os internos, a sala de parto da Santa Casa de Sobral. No último ano do internato 2010), sob o incentivo e a orientação da Drª Renata Freitas (preceptora de Neonatologia no hospital e Professora da UFC), ela se encantou pelo universo dos pequenos. 

Assim, entre os primeiros choros e os primeiros cuidados a bebês e às crianças, ela descobriu sua verdadeira vocação. ​Hoje, depois de 16 anos, esse encantamento se traduz em um atendimento responsável, humano e de excelência para cada criança e/ou adolescente que passa por suas mãos.

No seu consultório, o carinho dos seus e das suas pacientes está resgistrado por meio dos recados, cartinhas, lembranças e mimos personalizados, que trazem a girafa "Gigi" mascote da Clínica CrescenENDO. Um retorno sincero de gratidão e reconhecimento à Drª Izabella Tamira, que também é Profª efetiva do Curso de Medicina de Sobral da UFC desde 2018.

 

 

Izabella Tamira durante atendimento no HRN de Sobral 2023

Entenda o tumor hipofisário (Instituto Neurológico São Lucas - Sobral/CE)

 


O tumor hipofisário tende a produzir aumento da sela túrcica. Essas lesões geralmente manifestam uma combinação de sinais e sintomas como: cefaleias, alteração do apetite, sede, distúrbio do campo visual, particularmente hemianopsia bitemporal ou desvio de hemicampo (imagens que se separam).

Para o correto diagnóstico e tratamento de uma lesão da região selar, é importante o conhecimento dos aspectos clínicos e de imagem. A indicação cirúrgica de qualquer destas lesões, deve ser precedida de uma detalhada avaliação anatômica e hormonal, que pode demonstrar a necessidade de tratamento cirúrgico.

Estudos relatam que os tumores hipofisários compreendem cerca de 15% dos tumores intracranianos, e a abordagem da linha média transesfenoidal se tornou padrão para acessar a região selar e hipofisária (> 95% das indicações cirúrgicas nessa região). O endoscópio representa uma das inovações tecnológicas mais recentes, permitindo uma visão panorâmica mais ampla, independentemente da largura e profundidade do acesso.

As pessoas com sinais e sintomas que possam estar relacionados a alteração da função hormonal da hipófise deverão consultar com um neurocirurgião para cuidadosa avaliação hipofisária e indicação individualizada de tratamento ou de acompanhamento apenas.

Fonte: @institutoneurologicosaolucas (Instagram)


SERVIÇO

INSTITUTO NEUROLÓGICO SÃO LUCAS

Atendimento Especializado em Neurologia e Neurocirurgia

Avenida Monsenhor José Aloísio Pinto, 1362 

Cidade Gerardo Cristino de Menezes

Em Sobral - Ceará / CEP:62051225

Canal no Youtube: youtu.be/OHQIeZ919LU

Whatsapp: (88) 99793-0609


Ferramenta brasileira calcula risco individual de diabetes em 10 anos


Por: Teresa Santos e Ilana Polistchuck

Qual o risco de uma pessoa apresentar diabetes em 10 anos? Uma ferramenta criada por pesquisadores das Universidades Federais do Rio Grande do Sul (UFRGS), do Espírito Santo (UFES) e de Minas Gerais (UFMG) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) busca responder essa pergunta. 

Desenvolvida utilizando dados de 15.105 adultos incluídos no Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil) — pesquisa de coorte multicêntrica que acompanhou funcionários de universidades e instituições de pesquisa de seis estados brasileiros por um período médio de 7,4 anos —, o Brazilian Diabetes Risk Score (BrDMrisc) apresenta ainda propriedades diagnósticas mais favoráveis do que outras estratégias de rastreamento de diabetes, de acordo com um estudo publicado na Revista de Saúde Pública.

A calculadora trabalha a partir de 12 características laboratoriais e clínicas: idade, índice de massa corporal (IMC), circunferência de cintura, hipertensão, etnia, sexo, história familiar de diabetes, glicemia de jejum, glicemia 2h pós-teste oral de tolerância à glicose, hemoglobina glicada, triglicerídeos e colesterol HDL. Mas, apesar do escore ser composto por essas 12 características, não é necessário ter informações de todas elas para fazer o cálculo do risco. 

“Temos 27 modelos matemáticos diferentes que permitem que o risco seja estimado com as variáveis que estejam disponíveis para o indivíduo e/ou clínico. Na prática, isso significa que conseguimos estimar o risco em 10 anos tendo em mãos apenas glicemia de jejum, por exemplo, ou apenas dados clínicos”, explica a Dra. Paula Andreghetto Bracco, estatística, biomédica, doutora em epidemiologia, professora da UFRGS primeira autora do estudo.

A versatilidade da ferramenta permite diferentes abordagens de uso. O risco pode ser calculado inicialmente com dados clínicos disponíveis durante a consulta. Se o risco se mostrar elevado, exames laboratoriais podem ser solicitados para refinar a estimativa, combinando os resultados com as características clínicas em um novo cálculo.

Em entrevista ao Medscape, a Dra. Paula afirma que não há um ponto de corte definido para identificar alto risco, mas a ferramenta permite uma comparação entre o risco individual estimado e o risco dos mais de 15 mil participantes do ELSA-Brasil. 

Os pesquisadores utilizaram como referência o ponto de corte de 20% de risco em 10 anos, valor próximo ao risco cumulativo observado em pacientes com intolerância à glicose nos grandes ensaios clínicos de prevenção de diabetes, que demonstraram redução de 58% na incidência da doença com intervenções de mudança de estilo de vida.

O BrDMrisc é no site do ELSA-Brasil. No entanto, a Dra. Paula lembra que o grupo ainda está em contato com outras coortes para realizar a validação externa.
Exemplos de uso

O artigo ilustra a versatilidade da ferramenta. No primeiro exemplo apresentado, uma mulher de 44 anos, branca, com IMC de 28 kg/m², circunferência de cintura de 88 cm, com hipertensão mas sem história familiar de diabetes, apresentaria um risco de 11% em 10 anos com base apenas nos dados clínicos. Ao acrescentar o resultado de glicemia de jejum de 113 mg/dL, seu risco seria recalculado para 35%. Assim, baseando-se no ponto de corte de 20% usado no estudo e no risco observado em ensaios clínicos de prevenção, um risco de 35% justificaria intervenção preventiva, seja por mudanças estruturadas de estilo de vida ou farmacológica.

O estudo também mostra como o risco varia continuamente. Para um homem branco de 50 anos com IMC de 28 kg/m², cintura de 100 cm, sem hipertensão ou história familiar, o risco estimado seria de 10% com glicemia de jejum de 100 mg/dL, mas saltaria para 26% com glicemia de 110 mg/dL e para 63% com glicemia de 123 mg/dL.

Outro exemplo demonstra o impacto do IMC no risco. Para um homem branco de 50 anos com cintura de 100 cm, sem hipertensão ou história familiar, o risco em 10 anos variaria de 10% com IMC de 23 kg/m² até 30% com IMC de 40 kg/m².
Vantagens no rastreamento 

Atualmente, existem outras estratégias que são usadas para rastreamento do diabetes, entre elas a glicemia de jejum (≥ 100 mg/dL) e o questionário Finnish Diabetes Risk Score (FINDRISC).

Segundo a Dra. Paula, a principal limitação do rastreamento com base em um exame único, como glicemia de jejum, é que qualquer indivíduo acima do ponto de corte é classificado da mesma forma. “Quando adicionamos valores contínuos nos cálculos, permitimos que o risco seja diferente para um paciente com glicemia de jejum de 105 ou de 115 mg/dL, por exemplo”, explica.

Quanto ao questionário FINDRISC, a autora lembra que, apesar de já ter sido traduzido e adaptado para uso na América Latina, ele foi desenvolvido com dados de um país que apresenta diferenças econômicas, sociais e culturais em relação ao Brasil e nenhum estudo reportou uma validação externa de sua eficácia por aqui. 

“Nesse sentido, para aplicação no nosso contexto clínico, o BrDMrisc tem uma vantagem considerável por ter sido desenvolvido com dados totalmente brasileiros”, destaca a especialista, lembrando que a amostra do ELSA-Brasil foi composta por diferentes grupos da sociedade brasileira em relação a sexo, idade, etnia e escolaridade, entre outros.

Além disso, ela lembra que o significado de uma glicemia de jejum “positiva” varia significativamente em função dos valores dos demais fatores, por exemplo, do IMC. Segundo o artigo, dependendo das características clínicas, uma pessoa com glicemia de jejum de 100 mg/dL pode ter risco variando entre 6% e 20% em 10 anos. Já com glicemia de 110 mg/dL, esse risco pode variar de 16% a 46%.

A Dra. Paula e seus colaboradores identificaram, por exemplo, que o cálculo pelo BrDMrisc baseado em dados clínicos mais glicemia de jejum, quando comparado com a detecção usando exclusivamente a alteração de glicemia de jejum (≥ 100 mg/dL), identificou uma fração mais gerenciável (20,0% versus 40,6%) da população como de alto risco, sendo que os identificados apresentavam um risco duas vezes maior de ter diabetes (28,5% vs. 17,1%).

Na comparação com o FINDRISC, que identifica apenas 8,4% da população como alto risco, mas detecta somente 31,8% dos casos futuros, o BrDMrisc apresenta melhor equilíbrio: identifica uma fração intermediária da população (20%) como alto risco, mantendo sensibilidade de 63,1% na detecção de casos futuros.

“O uso de um escore, como o FINDRISC, seguido da aplicação do teste laboratorial melhora a interpretação de resultado positivo. No entanto, uma melhor estimativa do risco é obtida juntando todos os fatores disponíveis no cálculo de risco, como feito pelo BrDMrisc”, destaca a autora.

Outra vantagem da nova ferramenta, de acordo com a pesquisadora, é que seu resultado é algo interpretável — o risco de apresentar diabetes em 10 anos. “Saber o resultado positivo no FINDRISC ou a partir de uma glicemia de jejum não fornece esta estimativa de risco”, destaca.
O que pensam outros especialistas 

Segundo o Dr. Rodrigo Moreira, endocrinologista e diretor do Departamento de Diabetes Mellitus da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), o BrDMrisc surge como mais uma opção. “É um primeiro estudo que simplesmente testou essa calculadora em uma população. Ela parece funcionar bem e pode nos ajudar a identificar pacientes com maior risco de diabetes.”

No entanto, ele acrescenta que ainda são necessários mais estudos. “Nós usamos a calculadora, identificamos o paciente [de maior risco] e, agora, qual o próximo passo? É uma pergunta que ainda permanece sem resposta.”

“Precisamos de múltiplos estudos que avaliem realmente o impacto dessa ferramenta, principalmente para mudar o prognóstico. Isto é, se eu usar essa ferramenta, identificar os pacientes e tratá-los, isso vai diminuir o risco de diabetes?”, questiona o Dr. Rodrigo.

Segundo ele, essa é uma primeira pesquisa de uma calculadora que pode vir a ser útil no futuro, mas é preciso aguardar mais estudos para aprender a utilizá-la e “entender qual vai ser o impacto dela na nossa prática clínica e na prevenção, principalmente para estabelecer tratamentos que venham a prevenir ou retardar o surgimento do diabetes”.

Teresa Santos é jornalista, bióloga com bacharelado em Genética e mestre em Biodiversidade e Biologia Evolutiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 

Ilana Polistchuck é jornalista, médica, mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), especialista em Clínica Médica pela residência médica do Hospital Federal do Andaraí e em Medicina de Família e Comunidade pela Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade. 

Créditos
Imagem principal: Diabetes Andrey Popov/Dreamstime
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Registro de atualidade e memória do Curso de Medicina de Sobral da UFC retirados do Instagram @fotos_medsobral_amelhor (Defesa do Doutordao do Dr. Elpidio Ribeiro egresso da 11ª turma do Curso de Medicina de Sobral)

Dr. Elpidio Ribeiro ao centro com os Professores da Banca Examinadora e seus pais


ATUALIDADE – A postagem de hoje traz o registro da defesa de Doutorado do Dr. Elpidio Ribeiro, egresso da 11ª turma do Curso de Medicina de Sobral da UFC. Ele torna-se Professor Doutor pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP uma das escola médicas mais prestigiadas do País. Parabéns Dr. Elpidio Ribeiro, conceituado médico cirurgião endovascular em Sobral e toda zona Norte . Acesse o instagram do @elpidioribeiro e saiba mais sobre este momento.