SAÚDE DO SEU SISTEMA ÓSSEO
Dr. Júlio César Cavalcante Chagas

💰A remuneração varia de R$ 3.198,59 a R$ 8.340,33, conforme a titulação da pessoa aprovada e o regime de trabalho (20 horas ou 40 horas semanais).
➡️Em Fortaleza, as vagas são para as seguintes unidades acadêmicas: Centro de Ciências (CC), Centro de Ciências Agrárias (CCA), Centro de Humanidades (CH), Faculdade de Economia, Administração, Atuária e Contabilidade (Feaac), Faculdade de Educação (Faced), Faculdade de Medicina (Famed), Instituto de Arquitetura e Urbanismo e Design (IAUD), Instituto de Cultura e Arte (ICA) e Instituto Universidade Virtual.
➡️No Campus de Sobral, as vagas são para os cursos de Engenharia Elétrica, Odontologia e Música.
➡️Em Crateús, há uma vaga na área de Cálculo Fundamental, Álgebra Linear e Matemática Básica.
➡️Em Quixadá, as oportunidades são nas áreas de Administração e Sistemas de Informação e de Programação.
Todas as informações sobre a seleção devem ser vistas no Edital nº 65/2026, disponível em progep.ufc.br
EDITAL AQUI: https://progep.ufc.br/wp-content/uploads/2026/05/edital-65-2026-completo.pdf

Estão abertas, até a próxima segunda-feira, 25 de maio, as inscrições para o processo seletivo da Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP/CE) destinado à formação de banco de cadastro reserva para professor visitante.
A seleção é gratuita e voltada para profissionais graduados, especialistas, mestres e doutores das áreas da Saúde e da Educação. Os selecionados, quando convocados, deverão atuar em projetos de ensino, pesquisa e inovação desenvolvidos pela instituição.
Ao todo, o edital contempla 21 eixos de atuação, incluindo Saúde Mental, Gestão em Saúde, Transtorno do Espectro Autista (TEA), Atenção Primária à Saúde (APS), Relações Étnico-Raciais e Oncologia.
As inscrições seguem abertas até as 12h do dia 25 de maio de 2026 e devem ser realizadas pelo site da ESP/CE: www.esp.ce.gov.br.
A iniciativa reforça o compromisso da Escola de Saúde Pública do Ceará com a formação, qualificação e fortalecimento de profissionais que atuam em áreas estratégicas para o Sistema Único de Saúde e para a educação em saúde no Estado.
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail selecoes@esp.ce.gov.br
Com o boom das corridas de rua, especialistas explicam quando o esporte protege as articulações e quando a dor deve ser investigada
A corrida vive um momento de popularização sem precedentes. Dados recentes do Relatório Anual sobre Tendências do Esporte da Strava mostram que a modalidade se tornou o esporte mais praticado do mundo. O levantamento também indica que o Brasil ocupa a segunda posição global em número de corredores registrados em aplicativos esportivos e que os clubes de corrida cresceram 109% no país, reforçando a consolidação da prática como parte da rotina de saúde, bem-estar e socialização da população.
Com o aumento expressivo de praticantes, uma dúvida ainda persiste entre iniciantes e corredores experientes: afinal, correr faz mal para o joelho? Para ajudar a esclarecer o tema, a Zimmer Biomet consultou o médico ortopedista Dr. Guilherme Morgado Runco.
“Existe um medo histórico de que a corrida ‘desgaste’ os joelhos, mas a ciência mostra que essa relação não é tão simples. Quando praticada com orientação, progressão adequada e preparo físico, a corrida pode ser uma grande aliada da saúde das articulações. O problema não é correr, mas correr sem preparo, ignorando sinais do corpo e sem orientação profissional”, explica o especialista.
Corrida faz mal para o joelho: mito ou verdade
A crença de que correr inevitavelmente provoca desgaste articular não encontra respaldo nas evidências científicas mais recentes. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Stanford, na Califórnia, acompanhou corredores e não corredores durante 21 anos para avaliar o desenvolvimento de osteoartrite, dor e incapacidade física ao longo do envelhecimento.
Os resultados desafiam o senso comum. A pesquisa mostrou que não houve aumento do risco de osteoartrite entre corredores em comparação com não corredores e que, ao longo das duas décadas de acompanhamento, os praticantes regulares apresentaram menor prevalência de incapacidade física, menor risco de dor crônica e melhor mobilidade ao longo da vida.
Após 21 anos, a incidência de incapacidade física foi de 15% entre corredores, contra 32% entre não corredores — uma redução aproximada de 53% no risco de incapacidade física. Segundo o Dr. Guilherme Morgado Runco, esses dados ajudam a mudar a forma como a corrida deve ser encarada pela população.
“O movimento é essencial para a saúde das articulações. A cartilagem não tem vasos sanguíneos próprios e depende da movimentação para receber nutrientes. Quando corremos de forma adequada, estimulamos a lubrificação articular, fortalecemos músculos estabilizadores e contribuímos para a manutenção da mobilidade ao longo do envelhecimento. Ou seja, a corrida pode ser parte da prevenção e não da causa de problemas articulares.”
Quando a corrida protege as articulações
O especialista explica que a prática regular da corrida gera adaptações importantes no sistema musculoesquelético. Ao longo do tempo, ocorre fortalecimento da musculatura responsável por estabilizar joelhos e quadris, melhora da densidade óssea e maior eficiência do sistema de absorção de impacto do corpo. Além disso, a corrida contribui para o controle do peso corporal, fator diretamente ligado à sobrecarga das articulações.
“Cada quilo a mais representa múltiplas vezes essa carga sobre o joelho durante a corrida. Quando a pessoa corre com orientação e progressão adequada, ela fortalece o corpo para lidar com o impacto e ainda reduz um dos principais fatores de risco para desgaste articular, que é o excesso de peso. Por isso, a corrida pode atuar como ferramenta de prevenção e promoção de saúde”, afirma.
Quando a dor precisa ser investigada
Apesar dos benefícios, a corrida exige atenção aos sinais do corpo. O aumento abrupto da carga de treino, técnica inadequada, uso de calçados impróprios, desequilíbrios musculares e histórico prévio de lesões podem aumentar o risco de dor e lesões.
O ortopedista ressalta que a dor persistente não deve ser normalizada. “Existe uma diferença importante entre desconforto adaptativo, comum no início da prática, e dor persistente, que limita o movimento ou piora com o tempo. Quando ignoramos esses sinais, pequenas sobrecargas podem evoluir para lesões mais complexas. A avaliação médica precoce permite identificar a causa, ajustar o treino e evitar a progressão do problema.”
Ele reforça que informação de qualidade é essencial para que mais pessoas possam se beneficiar da corrida com segurança. “O conhecimento empodera o paciente. Entender como o corpo responde ao exercício, respeitar a progressão e buscar orientação profissional permite que a corrida seja uma prática segura e sustentável ao longo da vida”, conclui Dr. Guilherme Morgado Runco.
Informações à Imprensa: Rodolfo Milone rodolfo.milone@atdcgroup.com.
"Aquele que não consegue suportar a solidão jamais conhecerá a si mesmo" - a reflexão atribuída a Schopenhauer sobre silêncio e autoconhecimento
Comentário:
Existe um desconforto cada vez mais comum com o silêncio. Em muitos casos, basta alguns minutos sozinho para surgir ansiedade, excesso de pensamentos ou necessidade imediata de distração. A reflexão atribuída a Arthur Schopenhauer atravessou gerações justamente porque fala sobre uma dificuldade profundamente moderna: permanecer na própria companhia.
https://www.correio24horas.com.br/
Aos poucos, a tensão foi dando lugar à euforia, a cada nome chamado na planilha de distribuição dos internos, deixando o sorteio mais leve e descontraido. Ao final, a alegria e o companheirismo da turma tomou conta do ambiente, transformando o momento numa grande celebração. Abraços, registros de selfies individuais ou em grupos, ostentando o recibo de matrícula do internato, marcaram mais um importante rito de passagem na formação dos estudantes da 36ª turma.
Antes de tão esperado momento, os novos internos participaram de um encontro de pré-sorteio, onde foram apresentadas todas as normas e diretrizes que guiarão as atividades no internato durante 24 meses. Esta reunião é conduzida pela coordenadora geral do Internato, Profª Carla Roberta Macedo, juntamente com a coordenadora adjunta, Profª Izabella Tamira Farias. O sorteio conts com a presença dos servidores ténicos-administartivos; Vanderley Moreira e Ana Gleucia Ripardo.
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| Vanderlley Moreira e Ana Gleucia durante o sorteio |
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SAÚDE DA PELE (DERMATOLOGIA)
Considerado o alimento mais completo para o recém-nascido, o leite humano exerce um papel ainda mais importante quando se trata de bebês prematuros. Rico em nutrientes, anticorpos e fatores imunológicos, ele contribui diretamente para o ganho de peso, fortalecimento da imunidade, desenvolvimento neurológico e recuperação clínica desses recém-nascidos, que necessitam de cuidados intensivos nos primeiros dias de vida.
No Hospital Regional Norte (HRN), unidade da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) em Sobral, o leite humano é parte fundamental da assistência ofertada aos bebês internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (Utin) e nas Unidades de Cuidados Intermediários Neonatal Convencional e Canguru (UCINco e UCINca).
De acordo com a nutricionista e coordenadora do Banco de Leite Humano (BLH) do HRN, Raíra Bezerra, o leite humano atende às necessidades específicas dos prematuros. “Sabemos que o leite é considerado o alimento mais completo, adequado para o recém-nascido prematuro, pois possui nutrientes essenciais que auxiliam no crescimento, no desenvolvimento neurológico e na maturação dos órgãos. Além disso, é de fácil digestão e adaptado às necessidades específicas desses bebês tão frágeis”, destaca.
Além da importância nutricional, o leite humano também funciona como uma proteção natural para os bebês prematuros, que ainda possuem o sistema imunológico imaturo. “Ele é riquíssimo em anticorpos, células de defesa e fatores imunológicos que ajudam a proteger esse prematuro contra infecções e outras complicações”, explica Raíra.
Entre os benefícios proporcionados pelo leite humano estão a redução significativa dos riscos de infecções, diarreias, alergias, sepse e enterocolite necrosante, considerada uma das complicações intestinais mais graves em recém-nascidos prematuros. “Além disso, ele contribui para um menor tempo de internação e melhores chances de recuperação”, acrescenta.
O leite humano na recuperação dos prematuros
A importância desse cuidado pode ser percebida diariamente na rotina das famílias acompanhadas pela equipe neonatal do HRN. Foi o caso da pequena Isa Aragão França, que nasceu prematura, com 31 semanas de gestação e pesando 1,270 kg. Assim como muitos recém-nascidos internados na UTIN, Isa precisou do apoio do Banco de Leite Humano nos primeiros dias de vida. Como ainda não podia ser amamentada diretamente, o leite retirado pela mãe passou a ser ofertado por sonda, garantindo os nutrientes necessários para seu desenvolvimento. Com acompanhamento multiprofissional e alimentação baseada no leite humano, Isa já ganhou quase 300 gramas e segue em acompanhamento nutricional diário.
Natural de Sobral, Karina Costa, 30 anos, mãe de Isa, relembra os desafios enfrentados logo após o nascimento da filha e a emoção ao conseguir produzir leite. “Minha filha nasceu ‘prematurinha’, de 31 semanas. E ali eu me vi naquela loucura de não saber se eu iria conseguir amamentar minha filha, que era um dos meus maiores sonhos”, relata.
Ela conta que a produção de leite começou de forma gradual. “No dia em que minha filha nasceu, eu comecei tirando 1 ml de leite. Passava 25 minutos para tirar 1 ml. No outro dia, já consegui tirar 3 ml, depois 5 ml, 7 ml. Nisso, já consegui tirar mais de 200 ml”, lembra.
Além de alimentar a própria filha, Karina também se tornou doadora de leite humano para outros recém-nascidos internados na unidade neonatal. “Eu vejo que minha filha precisa muito do meu leite, e, graças a Deus, eu tenho esse leite para ofertar a ela. Mas vejo também que outras mães não conseguem, e os bebês delas precisam. Então, eu me coloco muito no lugar delas”, afirma.
Banco de Leite Humano atende demanda neonatal do HRN
O Banco de Leite Humano do HRN atua diretamente na assistência aos recém-nascidos prematuros e de baixo peso, realizando coleta, processamento, controle de qualidade e distribuição do leite humano destinado aos bebês que não conseguem receber leite suficiente da própria mãe.
Além das doações internas no hospital, o serviço também possui coleta domiciliar gratuita para mães que residem em Sobral, produzem leite excedente e desejam doar.
Após contato via WhatsApp, a equipe realiza o cadastro da doadora e, se necessário, faz uma visita inicial para orientações sobre ordenha, coleta de exames e entrega do kit de coleta, composto por frascos esterilizados, máscara e touca. A partir disso, as coletas passam a ocorrer semanalmente, com dia e horário agendados.
Todo o leite arrecadado é encaminhado para pasteurização no Banco de Leite Humano, garantindo segurança e qualidade para o consumo dos recém-nascidos atendidos pela unidade.
Serviço
Banco de Leite do HRN
Para doar leite humano: (88) 98883-4079
Para agendar ambulatório de aleitamento: (88) 98869‑5352
Fonte: HRN Assessoria (Grupo da Imprensa WhatsApp)
A vaginose bacteriana é bastante comum! Alguns hábitos podem predispor a aumento de sua ocorrência, como frequência sexual, uso de duchas vaginais, asseio inadequado e excesso de roupas sintéticas e apertadas. Além disso, a microbiota vaginal pode ser influenciada por alteração na imunidade devido a situações como estresse, alimentação inadequada e ansiedade.
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- Quem é a Drª. Carla Macedo?
Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (2007) e residência médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em parceria com a Santa Casa de Sobral (2011). Concluiu Mestrado acadêmico em Saúde da Família pela UFC (2013) na linha de pesquisa de Educação Permanente. Atualmente atuando no corpo docente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará na disciplina de Ginecologia e Obstetrícia como Profª Doutora em Ciências Cirúrgicas pela UFC.
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| O estudo foi realizado com quase 40 mil pessoas, por cerca de 15 anos, com metodologia de questionários aplicados aos participantes (Foto: Freepik) |
Segundo o estudo, mesmo uma quantidade menor de consumo do alimento pode gerar redução no risco de desenvolver a doença
Um estudo realizado pela Loma Lindsay University Health mostrou que o consumo de ovo pelo menos cinco vezes por semana pode reduzir em 27% o desenvolvimento de Alzheimer em pessoas com 65 anos ou mais. Segundo o estudo, mesmo uma quantidade menor de consumo do alimento pode gerar redução no risco de desenvolver a doença.
De acordo com uma das pesquisadoras, os dados mostraram que comer de 1 a 3 vezes por mês reduz em 17% as chances de ter Alzheimer e comer de 2 a 4 vezes por semana diminui em 20%. O estudo foi publicado no Journal of Nutrition e realizado com quase 40 mil pessoas, por cerca de 15 anos, com a metodologia de questionários aplicados aos participantes.
O diagnóstico de Alzheimer foi feito por meio de registros do Medicare, sistema federal de seguro de saúde dos Estados Unidos. O consumo do ovo foi estudado de diversas formas: fritos, cozidos, mexidos e outros. O trabalho destacou que comer o alimento deve fazer parte de uma dieta equilibrada para potencializar os ganhos.
No mapeamento, não foi avaliado qual a parte da composição do ovo pode ser a responsável pelo benefício, mas destaca-se a presença da colina, importante nutriente para memória e função sináptica.
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| Profª Regina Porto com o livro de memórias da sua turma de 1990.2 |
Organizada pelos amigos de turma: Almino Cavalcante, Jerônimo de Azevedo, João Helder, Lorena Maria e Moisés Mendonça, a publicação é o resultado de lembranças narradas, como bem está na contra capa da publicação, a perenização de um momento tão marcante na vida de cada um(a) quem compôs a turma de médicos de 1990.2 da UFC de Fortaleza.
"Esta obra é o resultado da tenacidade e do desejo incontido dos organizadores de perenizar as vivências e o que representou um período tão marcante na vida de cada um (a). Nasce da trajetória revivida em cada enredo, buscando reminiscências momentos, lembranças, fatos pitorescos e inusitados, escondidos nos recônditos de cada escritor (a), aguardando o momento de se mostrarem prontos para despertar de longa hibernação", a comissão.
No relato de memórias da Profª Regina Porto, que compõe o livro da página 249 a 261, o leitor encontra-se com uma acadêmica inteligente, dedicada, comprometida com a sua formação técnica e ética, além de revelar uma personalidade moldada pela afetividade. Desde à sua saída de Sobral, para morar na casa da avó materna Luzia e estudar no Colégio Cearense, até às vivências de estágio no Curso de Medicina da UFC em Fortaleza, a Profª Regina Porto vai narrando a sua trajetória de moça do interior permeada pelas coisas do seu tempo, mas sabendo desde cedo que queria ser médica.
E foi de plantão em plantão pelos hospitais de ensino, que ela compreendeu o que estava fazendo "...a medicina exige mais do que diagnóstico exige humanidade diante de dilemas profundos.... Eu não queria ser médica, apenas de Hospital, queria entender a vida fora dele, as condições que formam e deformam a saúde de uma pessoa", Profª Regina Porto.
Problemas como:
• Tromboflebites - condição que forma coágulos, onde o fluxo sanguíneo é totalmente interrompido, causando dores muito intensas;
• Embolia pulmonar - condição clínica emergencial, caracterizada por dores no peito, falta de ar e tosse, que pode levar ao óbito;
• Eczema - ocorrem devido aos processos inflamatórios gerados, causando lesões;
• Úlceras varicosas - feridas que se não forem tratadas, podem levar a quadros graves de infecção.
Então, agora que você já sabe que o problema vai muito além da estética, agende a sua consulta e venha cuidar da sua saúde! 😌🩺
(88) 99802.7000
Dr. Elpidio Ribeiro da Silva Filho
CirurgiãoVascular e Endovascular
CREMEC: 16.907 / RQE-CE: 11.221
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Especialistas defendem avaliação individualizada e apontam impacto de novas técnicas e medicamentos na ampliação do acesso ao procedimento
No dia em que completou 80 anos, Francisco Simeão tornou-se o paciente mais idoso do Paraná a receber um transplante renal. O caso representa a quebra de um antigo paradigma da medicina, que por décadas limitou esse tipo de procedimento com base na idade.
O novo rim, doado pela irmã de 73 anos, veio após sete meses de diálise, quando ele apresentava apenas 9% da função renal. A história de Simeão reflete uma mudança no país. Apenas no primeiro semestre de 2025, o Brasil realizou 3.236 transplantes renais, e 22,5% foram em pacientes com mais de 60 anos, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).
Realizado no Hospital São Marcelino Champagnat, em Curitiba (PR), o procedimento marca também o primeiro transplante intervivos da instituição e simboliza a evolução da medicina diagnóstica. Segundo o médico nefrologista Rafael Piné, responsável pela cirurgia, a "fragilidade biológica" hoje sobrepõe-se à certidão de nascimento. “No passado, a combinação entre diretrizes rigorosas e a escassez de órgãos impunha restrições etárias à realização de transplantes. O procedimento era pouco frequente em pacientes com mais de 70 anos devido a avaliações baseadas primariamente na expectativa de vida”, explica.
No entanto, hoje em dia esse cenário mudou. “A idade cronológica, isoladamente, não é mais um critério de exclusão. A indicação é feita de forma individualizada, considerando as condições biológicas, funcionais e clínicas do paciente”, afirma. De acordo com o médico, com reserva funcional e suporte familiar, o transplante restabelece a qualidade de vida e a esperança a octogenários. “Se o paciente tem um coração forte, cognição preservada e suporte familiar, a idade cronológica torna-se um detalhe secundário. Além disso, novas técnicas cirúrgicas menos invasivas e imunossupressores mais modernos e “ajustáveis” permitem que o corpo de um octogenário, como é o caso de Simeão, receba o novo órgão com um risco de complicações drasticamente menor do que há 20 anos”, pontua.
A prova viva dessa vitalidade é o próprio paciente. Empresário com uma rotina intensa, Simeão continua trabalhando ativamente e enxerga no transplante a oportunidade de dar sequência aos seus projetos. “Aos 80 anos, eu ainda tenho muita energia e não passa pela minha cabeça parar de trabalhar. Passar pela diálise foi um desafio, mas receber esse presente me deu uma nova chance. A idade é só um número na identidade quando temos vontade de viver e continuar produzindo”, comemora o paciente.
O gesto de amor veio da irmã mais nova, a médica pediatra Beth Casimiro, que mora em Cambé (PR). Para ela, a cirurgia representou uma retribuição de vida, coroada pela coincidência da data. “O Chico sempre foi o alicerce da família. Sempre tive a impressão de que eu devia um presente a essa altura para ele, só não esperava que fosse no dia do aniversário dele. Se eu podia, por que não fazer? Foi o presente mais inusitado que eu poderia dar. É a oportunidade de oferecer uma vida nova a ele, para que continue sendo essa pessoa ativa e presente na nossa família”, emociona-se a doadora.
Para Simeão, que construiu uma trajetória marcada por influência e liderança, o transplante representa mais um capítulo voltado a projetos de legado e de impacto. Seu caso serve de estímulo para outros pacientes, mostrando que a idade, por si só, não é um impeditivo para a saúde e a renovação.
Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat
O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).
Informações à Imprensa: Central Press <centralpress@centralpress.com.br>