segunda-feira, 18 de maio de 2026

Saúde da Mulher: Sobre o exame de Mamografia (Drª Carla Macedo - Ginecologia e Saúde da Mulher)

 


"O câncer de mama é uma doença comum entre as mulheres, por isso, rotineiramente indicamos a realização de exames periódicos para o diagnóstico precoce.

Minha recomendação segue as sociedades brasileiras de Radiologia e Mastologia que recomendam realização da mamografia com intervalos anuais, a partir dos 40 anos.

Antes disso, a sensibilidade dos exames de imagem para o diagnóstico é muito baixa, os exames acabam não sendo eficazes causando estresse e ansiedade desnecessários.

Exceção a esta regra são as pacientes que apresentam sintomas (por exemplo nódulos na mama) e que possuem elevado risco de câncer de mama por seu histórico familiar" (Drª Carla Macedo)

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Drª. Carla Macedo atende na Clínica Prioritá

Endereço: Av. Monsenhor José Aloísio Pinto, 1362, salas 108  e 109 
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- Quem é a Drª. Carla Macedo?

Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (2007) e residência médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em parceria com a Santa Casa de Sobral (2011). Concluiu Mestrado acadêmico em Saúde da Família pela UFC (2013) na linha de pesquisa de Educação Permanente. Atualmente atuando no corpo docente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará na disciplina de Ginecologia e Obstetrícia como Profª Doutora em Ciências Cirúrgicas pela UFC. 

Saiba mais sobre a ansiedade, transtorno que afeta milhões de brasileiros

 

Google Imagens

Médica especializada em saúde mental, com foco em ansiedade e depressão, Dra. Tamires Cruz explica as características do distúrbio e comenta a respeito dos vários tipos desse transtorno

O distúrbio de ansiedade é uma questão de saúde pública no Brasil. Para se ter uma ideia da dimensão do problema, em 2019, conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), o país apresentava 18,6 milhões de pessoas (quase 10% da população) sofrendo com esse transtorno, o que o colocava naquele momento em primeiro lugar no ranking das nações mais ansiosas.

Justamente por isso, faz-se necessário conhecer mais sobre o tema. Médica especializada em saúde mental, com foco em ansiedade e depressão, Dra. Tamires Cruz explica que a ansiedade é um fenômeno natural. “Quando o cérebro detecta o perigo, ele envia sinais de alarme ao corpo, que reage conforme o aviso.”, explica. Dessa forma, segundo ela, sentir-se um pouco ansioso ao enfrentar grandes eventos da vida é normal.

Quando esses sentimentos de preocupação persistem, mesmo quando tudo está sob controle, o que é natural torna-se patológico. Caracteriza-se dessa forma o transtorno de ansiedade, que pode acarretar diversos problemas de ordem emocional”, diz a médica. Segundo Dra. Tamires, quem sofre do distúrbio costuma apresentar autoestima e autoconfiança muito baixas, pois fica com a mente cheia de pensamentos negativos sobre seu valor e suas habilidades. Além disso, conforme a médica, a tensão constante pode causar dores de cabeça e tensão muscular.

Como muitas questões de saúde mental, a ansiedade vem carregada de estigma social. Segundo a médica, porque não acreditam que os outros entenderão o que estão sentindo, porque se preocupam com o fato de serem julgados e de serem vistos como fracos, as pessoas ansiosas muitas vezes optam por não falar sobre suas preocupações, o que acaba agravando a situação. “Assim, quem sofre com o transtorno se culpa pelo modo como se sente e passa também a apresentar sinais depressivos”, ressalta.

Conforme Dra. Tamires, embora ainda não exista cura, os tratamentos disponíveis podem ajudar quem sofre com o transtorno a se sentir melhor. Não obstante, é preciso que o paciente procure ajuda profissional quando apresentar sintomas. O problema é que falta conhecimento a respeito do assunto. “Por isso a necessidade da difusão de um maior número de informações sobre o distúrbio de ansiedade, para a pessoa ter uma melhor compreensão do que está enfrentando”, diz a médica.

 Tipos de ansiedade

Por exemplo, segundo Dra. Tamires, muitos não sabem, mas o distúrbio de ansiedade não acomete todos da mesma forma. Há vários tipos, tais como: o transtorno da ansiedade generalizada (TAG); transtorno do pânico; transtorno da ansiedade social; fobias; transtorno obsessivo compulsivo (TOC); transtorno de estresse pós-traumático (TEPT); e transtorno de ansiedade de separação.

O transtorno de ansiedade geral (TAG), por exemplo, caracteriza-se por preocupação e medo duradouros em razão de diversas situações e acontecimentos. “Os sentimentos ocasionados por essas preocupações se tornam irreais, o que pode afetar o desempenho de quem sofre de TAG em seus esforços diários, devido à incapacidade de controle”, explica Dra. Tamires. Conforme a médica, os sintomas sãos os mesmos da ansiedade comum (dores de cabeça e estômago, irritabilidade, inquietação, fadiga, falta de concentração sudorese, dificuldade para dormir, sensação de destruição constante e iminente) porém mais crônicos e graves.

O transtorno do pânico distingue-se por seus ataques de intenso medo, que podem incluir, entre outros sintomas: tremores, palpitações cardíacas, falta de ar, medo de perder o controle, formigamento, e medo extremo da morte e desgraça iminente. “Os ataques surgem repentinamente e atingem o nível de pânico em minutos, podendo durar horas”, explica Dra. Tamires. Segundo a médica, aqueles que sofrem do transtorno costumam evitar certos lugares, pessoas e situações por medo de que possam desencadear um ataque de pânico.

Evitar a socialização, pelo medo de julgamentos negativos e embaraços públicos é ação mais comum de quem sofre de transtorno de ansiedade social. Dra. Tamires relata que indivíduos que apresentam esse quadro, quando se encontram em situações em que são forçados a interagir com outras pessoas, começam a sentir sintomas físicos extremos de desconforto, como aumento da frequência cardíaca, náusea, tontura e sudorese. “Para ser diagnosticado com esse tipo de transtorno, a pessoa deve apresentar esses sintomas a maior parte do tempo, por pelo menos seis meses”, diz.

As fobias são um sentimento irracional de medo de algo ou de uma situação específica. Existem diversos tipos de fobias, de altura, de aranhas, de voar, de lugares apertados, de multidões etc. Segundo Dra. Tamires, pessoas com fobias tentam ao máximo driblar esses objetos ou situações a fim de evitar ataques de pânico desencadeados por esses medos irracionais, que podem ser incontroláveis. “Para receber o diagnóstico da doença, o medo deve impactar negativamente o cotidiano da pessoa, sendo sentido de maneira excessiva e persistente por pelo menos seis meses”, afirma.

Quem sofre de transtorno obsessivo compulsivo (TOC) apresenta pensamentos ou ações angustiantes e repetitivas, que não conseguem ser evitadas, por mais que se saiba que se trata de uma reação irracional. Conforme Dra. Tamires, indivíduos com TOC buscam justificar suas ações com sentimentos supersticiosos, como, por exemplo, limpar obsessivamente itens pessoais, andar no mesmo padrão, lavar as mãos constantemente, e verificar inúmeras vezes o mesmo objeto, como fogões a gás e interruptores de luz.

O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) é um distúrbio de ansiedade que, geralmente, decorre de uma experiência anterior em que houve risco de perder a vida. Segundo Dra. Tamires, os ataques de pânico do TEPT costumam acontecer quando as pessoas são confrontadas com um fator desencadeante que remete ao evento traumático.  “Esse quadro, muitas vezes está associado a homens e mulheres que servem ou serviram nas forças armadas, mas pode afetar qualquer pessoa que tenha passada por uma situação de quase morte”, comenta.

Por fim, o transtorno de ansiedade de separação apresenta-se como uma intensa exibição de pânico quando a pessoa experimenta um afastamento de alguém, lugar ou objeto. Conforme Dra. Tamires, os sintomas deste distúrbio são tipicamente observados em crianças pequenas quando separadas das mães ou dos principais cuidadores.

Informações à Imprensa: Patricia Jimenes (patricia@jimenescomunicacao.com.br)


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Labomar (UFC) participa de missões de combate ao peixe-leão em Fernando de Noronha e Jericoacoara

Imagem: Imagem subaquática em tons de azul mostra uma mergulhadora usando roupa de mergulho, máscara e equipamento de respiração, em meio a formações rochosas no fundo do mar. Ela segura uma haste de contenção com um peixe-leão preso na ponta. O peixe exibe nadadeiras abertas e espinhos longos e ornamentados, em tons de marrom, branco e avermelhado. Presos ao colete da mergulhadora, há equipamentos de mergulho e acessórios em destaque na cor laranja. Ao fundo, a água azul profunda envolve a cena, reforçando o ambiente marinho.
Espécies exóticas invasoras representam uma das maiores ameaças à biodiversidade global, causando impactos ambientais, socioeconômicos e até de saúde pública (Foto: Arquivo pessoal)

O Instituto de Ciências do Mar (Labomar) da Universidade Federal do Ceará (UFC) participará de missões de combate ao peixe-leão em duas importantes unidades de conservação marinha do país: o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha e o Parque Nacional de Jericoacoara, nos meses de maio e junho. Espécie invasora, o peixe-leão vem se expandindo no Brasil rapidamente, desde 2020, preocupando especialistas devido aos impactos sobre peixes nativos e sobre o ambiente como um todo. 


Espécie originária do Indo-Pacífico, o peixe-leão (Pterois volitans) é um predador voraz, pois cada animal adulto pode se alimentar de até 20 pequenos peixes nativos em 30 minutos, o que impacta a biodiversidade brasileira. Além disso, possui 18 espinhos venenosos, ausência de predadores naturais no Brasil e apresenta elevada capacidade reprodutiva (cada fêmea pode ter mais de dois milhões de ovos por ano), tornando seu controle um enorme desafio para a sociedade brasileira.

Recentemente, o arquipélago de Fernando de Noronha registrou a captura do maior peixe-leão já documentado no mundo, com cerca de 49 centímetros, reforçando o alerta sobre o avanço da invasão biológica. O problema também já atinge áreas protegidas do Ceará, incluindo o Parque Nacional de Jericoacoara, onde pesquisadores do Labomar/UFC vêm monitorando a presença da espécie desde 2022.

As missões de combate ao peixe-leão serão lideradas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) com participação do Labomar/UFC, por meio de pesquisadores e estudantes vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Marinhas Tropicais (PPGCMT). O ICMBio é o órgão responsável pela gestão dos parques federais e pelo controle das espécies exóticas invasoras.

O objetivo é o controle populacional da espécie invasora, a geração de dados científicos para pesquisa e monitoramento, desenvolvimento de teses de doutorado, além da capacitação de diferentes públicos envolvidos com a conservação costeira e marinha. A equipe atuará em atividades de mergulho autônomo, monitoramento e captura do peixe-leão, além de ações de educação ambiental e capacitação técnico-científica junto às comunidades locais e instituições parceiras. 

Imagem: Sete mergulhadores posam sobre uma embarcação em alto-mar, sob céu parcialmente nublado. O grupo, formado por homens, veste roupas de mergulho pretas; alguns estão descalços e outros usam parte do equipamento. Todos sorriem para a câmera e fazem gestos com as mãos.  À frente deles, sobre o piso branco do barco, estão dispostos vários peixes-leão alinhados em fileiras, resultado da ação de manejo da espécie invasora. Também aparecem equipamentos de mergulho, como nadadeiras azuis, cilindro e baldes. Ao fundo, o mar azul se estende até uma faixa de vegetação em terra firme, visível no lado direito da imagem.
As missões contarão com a participação de pesquisadores e estudantes vinculados ao Labomar e ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Marinhas Tropicais (Foto: Arquivo pessoal)

Na expedição de Fernando de Noronha, de 18 a 22 de maio, participarão a doutoranda Maria Luiza Gallina (PPGCMT) e o professor Marcelo Soares (Labomar). Segundo Gallina, "a expedição em Fernando de Noronha é uma oportunidade estratégica para avançar na discussão sobre o consumo do peixe-leão como ferramenta de manejo. Transformar o invasor em recurso alimentar é uma das abordagens discutidas internacionalmente, e eventos como este são fundamentais para avaliar a viabilidade dessa estratégia em diferentes contextos", afirmou a doutoranda.

A programação na ilha contará com seminários técnico-científicos reunindo pesquisadores, gestores ambientais, pescadores, mergulhadores e comunidades locais para discutir estratégias integradas de manejo e conservação marinha. As atividades das missões são financiadas pelo ICMBio, pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e por recursos próprios da pós-graduação.

Já na missão em Jericoacoara, prevista para ocorrer de 14 a 24 de junho, estão escalados o pesquisador Wilson Franklin Jr., a doutoranda Anne Gurgel e os professores Marcelo Soares e Tommaso Giarrizzo, do Labomar/UFC. Segundo Giarrizzo, “a expedição em Jericoacoara faz parte das atividades previstas no acordo de cooperação técnica entre a UFC e o ICMBio, sendo uma ação estratégica para monitorar o tamanho da população do peixe-leão nesta importante unidade de conservação federal e subsidiar ações de controle, manejo e educação ambiental. O Parque Nacional de Jericoacoara é, atualmente, o terceiro parque nacional mais visitado do Brasil e, por isso, é necessário acompanhar todos os estressores ambientais, incluindo espécies invasoras, que possam comprometer a integridade ecológica da unidade de conservação, além de afetar o turismo e a economia local”, afirmou o professor do Labomar/UFC.

Fonte: Laboratório de Ecologia e Conservação Marinha (Mares) do Labomar/UFC - fone: (85) 3366.7010 

Vacinação contra gripe é liberada para toda a população do Ceará a partir desta segunda-feira.

 

Ceará amplia, a partir desta segunda-feira (18/5), a vacinação contra a gripe para toda a população. A medida busca aumentar a cobertura vacinal e reforçar a proteção contra os vírus influenza em todo o estado.

A vacina disponibilizada pelo sistema público protege contra os vírus influenza A (H1N1 e H3N2) e influenza B. Segundo as autoridades de saúde, o imunizante é seguro, gratuito e pode ser aplicado juntamente com outras vacinas do calendário nacional.

A orientação é que a população procure a unidade de saúde ou posto de vacinação mais próximo para garantir a imunização, especialmente diante do aumento de doenças respiratórias neste período do ano.

A ampliação da campanha reforça a estratégia de prevenção adotada pela rede pública de saúde, buscando reduzir complicações, internações e a circulação dos vírus da gripe.

O lado oculto da harmonização facial masculina: excesso, arrependimentos e a busca pela naturalidade

A harmonização facial masculina se tornou uma das maiores tendências da estética nos últimos anos. Impulsionados pelas redes sociais, pela exposição constante da imagem e pela influência de celebridades e influenciadores digitais, cada vez mais homens passaram a procurar procedimentos capazes de deixar o rosto mais marcado, definido e “perfeito”.
 
Mandíbulas extremamente desenhadas, malar volumoso e contornos faciais exagerados passaram a dominar a estética masculina nas redes mas, por trás da popularização desses procedimentos, especialistas começam a observar um movimento preocupante: o aumento dos arrependimentos e da chamada “desarmonização facial”.
 
Segundo o cirurgião plástico Dr. Hugo Sabath, da Clínica Libria, o perfil dos pacientes masculinos mudou significativamente nos últimos anos.
 
“Hoje os homens procuram muito mais procedimentos estéticos do que antigamente. Existe uma preocupação maior com aparência, envelhecimento e presença digital. O problema é quando essa busca passa a ser guiada por padrões irreais criados pela internet”, explica.
 
De acordo com o especialista, muitos pacientes chegam ao consultório influenciados por rostos extremamente padronizados vistos nas redes sociais.
 
“Existe uma tendência muito forte de copiar mandíbula, queixo e contornos faciais de influenciadores ou famosos. Mas o rosto masculino precisa respeitar proporção, anatomia e identidade. Nem tudo que fica bom em uma pessoa funciona em outra”, alerta.
 
Entre os exageros mais frequentes observados atualmente estão o excesso de preenchimento mandibular e a hiperprojeção da região malar.
 
“Estamos vendo homens muito jovens com rostos artificialmente endurecidos, sem naturalidade e muitas vezes sem mobilidade facial adequada. O excesso acaba tirando justamente aquilo que o paciente queria valorizar”, afirma Dr. Hugo Sabath.
Segundo o médico, existe uma diferença importante entre harmonizar e transformar completamente o rosto.
 
“A harmonização bem feita melhora traços, suaviza assimetrias e preserva características masculinas. Quando há exagero, o rosto perde identidade e passa a ter um aspecto artificial”, explica.
 
O especialista destaca que muitos homens acabam buscando procedimentos por pressão estética e insegurança alimentada pelas redes sociais.
 
“A exposição constante da imagem faz com que muitos pacientes se comparem o tempo inteiro. Filtros, edição e padrões irreais criam uma percepção distorcida do que é beleza”, comenta.
 
Esse cenário também tem aumentado os casos de arrependimento.
 
“Hoje recebemos muitos pacientes querendo retirar excesso de preenchimento ou corrigir procedimentos antigos. Alguns relatam que deixaram de se reconhecer no espelho ou perceberam que o rosto ficou pesado e artificial”, relata.
 
Segundo Dr. Hugo Sabath, o problema não está na harmonização facial em si, mas na falta de equilíbrio e planejamento.
 
“O grande erro é transformar a estética em tendência. O rosto não pode seguir moda. O que está em alta hoje pode parecer exagerado daqui alguns anos”, afirma.
 
Para o especialista, o conceito de beleza masculina vem mudando.
 
“Existe um retorno importante à naturalidade. O homem quer aparência saudável, descansada e harmônica não um rosto excessivamente preenchido”, explica.
 
Outro ponto importante é o papel ético do profissional.
 
“O médico precisa saber dizer não. Nem tudo que o paciente pede deve ser feito. Muitas vezes o melhor procedimento é justamente aquele que preserva a identidade do rosto”, reforça.
Além da parte estética, o impacto emocional também merece atenção.
 
“Quando o paciente perde suas características naturais, isso afeta autoestima, autoconfiança e até a forma como ele se relaciona socialmente”, comenta.
 
Entre as principais orientações para homens que desejam realizar harmonização facial, Dr. Hugo Sabath destaca:
 
- buscar profissionais qualificados
- evitar decisões impulsionadas por redes sociais
- desconfiar de exageros e resultados padronizados
- priorizar naturalidade e equilíbrio
- entender que menos, muitas vezes, é mais
 
“A melhor harmonização é aquela que ninguém percebe exatamente o que foi feito”, pontua.
 
O especialista também lembra que muitos famosos e influenciadores vêm mudando o discurso sobre estética.
 
“Hoje vemos diversas celebridades falando abertamente sobre arrependimentos e excesso de procedimentos. Isso mostra que a estética está entrando em uma nova fase, mais consciente e menos artificial”, afirma.
 
Conclusão
 
Para o Dr. Hugo Sabath, a harmonização facial masculina pode trazer excelentes resultados quando realizada com critério, equilíbrio e respeito à individualidade.“O homem não quer perder sua identidade. A estética moderna precisa valorizar características naturais e não criar rostos padronizados. Quando existe excesso, o resultado deixa de ser harmonização e passa a ser desarmonização. O verdadeiro sucesso está justamente em melhorar sem transformar completamente quem o paciente é”, conclui.

Mais sobre: 

Dr. Hugo Sabath

Cirurgião Plástico – CRM 131.199/SP


Informações à Imprensa: imprensa@rtacomunicacao.com.br


Reflexão da Semana

 


Comentário à reflexão da semana de Sêneca: "O pensamento é atribuído a Sêneca sobre ansiedade e excesso de preocupação!Essa frase foi dita há mais de 2000 (dois mil) anos. Fico imaginando o que Sêneca diria nos dias de hoje!" (Reflexão e comentário enviados por leitor do Blog Encontro Com a Saúde)

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Mais de 500 mil brasileiros acima dos 50 vivem com autismo

 


O debate sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) vai muito para além da infância. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo Demográfico de 2022, mostram que o Brasil possui mais de 521 mil pessoas com autismo acima dos 50 anos, dentro de um universo de aproximadamente 2,4 milhões de brasileiros diagnosticados. O número evidencia uma realidade muitas vezes invisibilizada: o diagnóstico tardio.

Por décadas, o autismo foi pouco compreendido e frequentemente subdiagnosticado, especialmente em gerações anteriores. A falta de acesso à informação, dificuldades no sistema de saúde, limitações financeiras e emocionais das famílias, além do estigma em torno de condições neurodivergentes, estão entre os principais fatores que contribuíram para que muitos indivíduos chegassem à vida adulta sem diagnóstico.

Na maioria dos casos, o diagnóstico tardio está associado a quadros mais leves do espectro, em que não há deficiência intelectual e a pessoa consegue manter uma vida funcional e independente. Esses indivíduos, muitas vezes, desenvolvem estratégias para se adaptar socialmente ao longo da vida, o que pode mascarar características do transtorno. A busca por avaliação costuma surgir apenas na vida adulta, quando dificuldades sociais, emocionais ou comportamentais passam a ser mais percebidas.

Segundo a psicóloga e especialista da Rede Oto, Mariana Kolb, o diagnóstico, mesmo tardio, tem impacto significativo na vida dos pacientes. “Muitas pessoas chegam aos 50 anos sem compreender aspectos importantes do próprio comportamento. O diagnóstico traz clareza, reduz sentimentos de inadequação e permite que o paciente desenvolva estratégias para melhorar sua qualidade de vida e suas relações”, explica.

Entre os sinais mais comuns em adultos, estão dificuldades persistentes de interação social, comunicação mais direta, sensibilidade a estímulos e necessidade de rotinas estruturadas. Por muito tempo, essas características foram interpretadas apenas como traços de personalidade, o que contribuiu para o atraso no reconhecimento do transtorno.

Especialistas alertam ainda para os riscos do autodiagnóstico, impulsionado pela popularização de conteúdos nas redes sociais. Embora o acesso à informação ajude a ampliar o conhecimento sobre o tema, a avaliação clínica continua sendo essencial para um diagnóstico seguro, considerando histórico de vida, comportamento e contexto social do paciente. Além disso, através da avaliação clínica passa a ser essencial para o diagnóstico seguro, ajudando a orientar o manejo mais adequado e intervenções personalizadas a cada paciente.


Informações à Imprensa

Assessoria da Rede Oto  — Capuchino Press
Elias Bruno - elias@capuchino.com.br
Renata Benevides
Karla Rodrigues


terça-feira, 12 de maio de 2026

Dr. Gerardo Cristno Filho - Médico Neurocirurgião (Instituto Neurológico São Lucas - Sobral/CE)

 

Criado em 2000 pelo neurocirurgião Gerardo Cristino Filho, o Instituto Neurológico São Lucas oferece atendimento especializado em Neurologia e Neurocirurgia. O equipamento de saúde encontra-se localizado no São Lucas Medical Center, à avenida Mosenhor José Aloisio Pinto, 1362, Bairro Cidade Gerardo Cristino de Menezes, Sobral-Ceará.  
Contato: 📱(88)99793-0609

Estão abertas até hoje, às 23h59, as inscrições para o VER-SUS Equidade – Litoral Cearense


🚨 Último dia de inscrições para o VER-SUS Equidade! 🚨 Graduandos de qualquer área podem se inscrever!!!!

Estão abertas até hoje, às 23h59, as inscrições para o VER-SUS Equidade – Litoral Cearense, uma vivência que reúne estudantes, trabalhadores e movimentos sociais para refletir sobre o SUS, os territórios e as lutas por justiça social.

✨ Uma oportunidade potente de formação, troca e construção coletiva, com foco na equidade e no fortalecimento das políticas públicas.

📄 Confira o edital:

https://www.redeunida.org.br/media/ckeditor_files/2026/05/04/edital-fortaleza-equidade-25-a-31-de-maio-docx.pdf

📝 Faça sua inscrição:

https://forms.gle/J9dAEVMFdDyXm7aX9

📲 Para mais informações, acompanhe:

@versus.litoralce (Instagram)

Quatro hospitais geridos pelo ISGH alcançam 100% de conformidade em avaliação nacional de práticas de segurança do pacienteQuatro hospitais geridos pelo ISGH alcançam 100% de conformidade em avaliação nacional de práticas de segurança do paciente

Médico cirurgião realiza lavagem das mãos antes de iniciar o procedimento

por: Joelton Barboza e Naiara Carneiro

Quatro hospitais geridos pelo Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH) alcançaram 100% de conformidade nas práticas de segurança do paciente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em avaliação nacional realizada em 2026, referente a 2025. Localizados no interior, foram o Hospital Regional Vale do Jaguaribe (HRVJ), em Limoeiro do Norte; Hospital Regional Norte (HRN), em Sobral; Hospital Regional do Sertão Central (HRSC), em Quixeramobim; e Hospital Regional do Cariri (HRC), em Juazeiro do Norte.

O relatório passou a ser feito a partir do ano de 2016, em todo o país, em hospitais com Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e tem o objetivo de apresentar e divulgar aos gestores de saúde e profissionais dos Núcleos de Segurança do Paciente (NSP), das Comissões de Controle de Infecção (CCIH) e da assistência, além de profissionais que atuam no Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) e sociedade em geral, os resultados da análise da Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente.

De acordo com a gerente de Qualidade e Segurança do HRVJ, Nara Lys, a permanência da unidade entre as instituições com alta conformidade reafirma o compromisso contínuo do hospital com a qualidade assistencial e a segurança do cuidado. “Mais do que um reconhecimento pontual, essa conquista representa a consolidação de uma cultura organizacional madura, baseada em processos bem estruturados, adesão às boas práticas e atuação efetiva do Núcleo de Segurança do Paciente”, ressalta.

Profissionais paramentados realizam transporte seguro de paciente

Ela ainda pondera que estar novamente entre os hospitais de destaque evidencia que as estratégias implementadas não apenas foram sustentadas ao longo do tempo, mas seguem evoluindo, com foco na redução de riscos e na melhoria da experiência do paciente. “Esse resultado também reflete o engajamento das equipes assistenciais e de apoio, que traduzem, na prática cotidiana, os protocolos e diretrizes institucionais. Trata-se, portanto, de uma conquista coletiva, que fortalece a posição do HRVJ como referência regional em segurança do paciente e qualidade do cuidado”, explica.

Para alcançar o resultado, a Anvisa considera diversos critérios relacionados às práticas de segurança do paciente, entre eles prevenção de infecções, segurança na administração de medicamentos, higienização das mãos e prevenção de quedas e de lesões por pressão.

Entre os hospitais que atingiram 100% de conformidade, o HRC, que é referência para cerca de 1,5 milhão de pessoas da macrorregião do Cariri, também desenvolve ações contínuas voltadas à qualificação da assistência.

Protocolos assistenciais fortalecem segurança do paciente no HRC

A diretora-geral do HRC, Cléa Roriz, afirma que alcançar 100% de conformidade representa um cuidado cada vez mais seguro, organizado e centrado nas pessoas. “Esse resultado reflete o compromisso diário de toda a equipe do HRC em seguir protocolos, fortalecer a cultura de segurança e garantir uma assistência de qualidade para nossos pacientes. Essa conquista significa redução de riscos, maior vigilância dos processos assistenciais e um cuidado mais humanizado e responsável para todos que procuram nossa unidade”, destaca.

A gestora ressalta que o hospital busca fortalecer continuamente as práticas de segurança do paciente por meio da capacitação permanente das equipes, monitoramento constante dos indicadores, implantação e revisão de protocolos assistenciais e incentivo à cultura de notificação e melhoria contínua. “Esse resultado é fruto do trabalho integrado entre os profissionais assistenciais, equipes técnicas e gestão, que entendem a segurança do paciente como prioridade absoluta dentro da assistência prestada pelo hospital”, conclui.

Com o intuito de garantir um ambiente mais seguro e preparado para a recuperação plena dos pacientes, cada hospital que compõe o ISGH conta com um Núcleo de Segurança do Paciente (NSP). 

Os núcleos seguem protocolos básicos estipulados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que propõe medidas para a identificação das pessoas atendidas nas unidades, higiene das mãos, segurança cirúrgica, segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos, prevenção de quedas e prevenção de úlceras por pressão.

Além das ações preconizadas pela OMS, o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançaram, em 2013, o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), visando promover e apoiar a implementação de iniciativas voltadas à segurança do paciente em diferentes áreas da atenção, organização e gestão de serviços de saúde.

Fonte: 

Mounjaro supera remédio contra câncer e se torna o medicamento mais vendido do mundo


O medicamento Keytruda ocupava o topo do ranking global desde o início de 2023, quando ultrapassou o Humira, da AbbVie, indicado para doenças autoimunes

Medicamento injetável Mounjaro (tirzepatida) (Foto: Karime Xavier/Folhapress)

O Mounjaro, medicamento voltado ao tratamento do diabetes produzido pela Eli Lilly & Co., assumiu a liderança entre os remédios mais vendidos do mundo ao superar o Keytruda, da Merck & Co., utilizado no combate ao câncer.

Os dados foram divulgados pela Eli Lilly & Co. À base de tirzepatida, o Mounjaro rendeu à farmacêutica 8,7 bilhões de dólares (cerca de 43 bilhões de reais) apenas no primeiro trimestre de 2026. No mesmo período, o Keytruda, cujo princípio ativo é o pembrolizumabe, alcançou 7,9 bilhões de dólares (aproximadamente 39 bilhões de reais) em vendas.

O medicamento da Merck ocupava o topo do ranking global desde o início de 2023, quando ultrapassou o Humira, da AbbVie, indicado para doenças autoimunes.

Os números da Eli Lilly ficam ainda mais expressivos quando o desempenho do Mounjaro é somado ao do Zepbound, remédio para perda de peso que também utiliza a tirzepatida. Juntos, os dois produtos movimentaram 36,5 bilhões de dólares (cerca de 180 bilhões de reais) em 2025, acima dos 31,6 bilhões de dólares (155 bilhões de reais) registrados pelo Keytruda no mesmo ano.

Fonte: O OTIMISTA (https://ootimista.com.br/)

Planos de saúde coletivos registram reajuste médio de 9,9% em 2026

 

Os planos de saúde coletivos tiveram reajuste médio de 9,9% nos dois primeiros meses de 2026, segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Apesar de representar o menor percentual registrado nos últimos cinco anos, o aumento ainda supera mais que o dobro da inflação oficial acumulada no período.

De acordo com a ANS, os reajustes analisados correspondem aos contratos renovados entre janeiro e fevereiro deste ano. A agência destaca que os planos coletivos — empresariais e por adesão — possuem dinâmica diferente dos planos individuais, com negociações diretas entre operadoras e empresas contratantes.

O levantamento mostra ainda que a última vez em que os planos coletivos registraram reajuste inferior a 9,9% foi em 2021, quando o índice ficou em 6,45%. Naquele período, a pandemia da Covid-19 impactou a utilização dos serviços de saúde, reduzindo exames e cirurgias eletivas, o que ajudou a conter os aumentos.

Para efeito de comparação, a inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou 3,81% em fevereiro de 2026.

A ANS ressalta que não existe uma relação automática entre inflação e reajuste dos planos de saúde. Segundo a agência, fatores como o aumento dos custos médicos, mudanças nos preços de medicamentos, maior frequência de utilização dos serviços e novas tecnologias influenciam diretamente os reajustes aplicados pelas operadoras.


Fonte: Sobral Em Revista

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Câncer e o papilomavírus HPV- Dr. Diego Bezerra (Cirurgião Geral - Cirurgião Oncológico)

 


O papilomavírus humano (HPV) se destaca nesse cenário, sendo responsável por metade desses casos. Com mais de 150 tipos conhecidos, a maioria das infecções pelo HPV não apresenta sintomas e desaparece espontaneamente.

No entanto, em alguns casos, a persistência do vírus no organismo pode levar ao desenvolvimento de diferentes tipos de câncer, como o Câncer de colo uterino, pênis, anus e orofaringe.


Por isso, é fundamental estar atento à prevenção através da vacinação contra o HPV e aos exames regulares para um diagnóstico precoce.


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Lembrar sempre da importância da vacina para combater o vírus


                


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Dr Diego Bezerra CRM 10362 - Cirurgião Oncológico. ⠀
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