sexta-feira, 13 de março de 2026

Dr. Gerardo Cristno Filho - Médico Neurocirurgião (Instituto Neurológico São Lucas - Sobral/CE)

 

Criado em 2000 pelo neurocirurgião Gerardo Cristino Filho, o Instituto Neurológico São Lucas oferece atendimento especializado em Neurologia e Neurocirurgia. O equipamento de saúde encontra-se localizado no São Lucas Medical Center, à avenida Mosenhor José Aloisio Pinto, 1362, Bairro Cidade Gerardo Cristino de Menezes, Sobral-Ceará.  
Contato: 📱(88)99793-0609

 





O Hospital Regional Norte (HRN), unidade da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), e a Base Polo do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) Ceará, em Sobral, receberam, nesta quinta-feira (5), o Selo Diamante do ESO Angels Awards, programa internacional que reconhece e certifica a organização de serviços de saúde no atendimento a pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC).

As placas de reconhecimento foram entregues durante solenidade no município, destacando o trabalho integrado entre o atendimento rápido realizado pelo Samu e o tratamento especializado ofertado pelo HRN. Na ocasião, Sobral se tornou a segunda cidade do Ceará a conquistar o título de Cidade Angels, sendo reconhecida internacionalmente pela organização da rede de cuidados voltada ao AVC.



Integração entre Samu e hospital agiliza atendimento
Para a gerente da Base Polo do Samu 192 Ceará em Sobral, Nara Braga, o reconhecimento evidencia o trabalho de qualificação contínua das equipes e a importância do atendimento rápido nos casos de AVC. “Quanto mais qualificação e mais profissionais preparados para identificar rapidamente os sinais do AVC, menores são as sequelas para o paciente. Essa certificação mostra que temos um hospital muito qualificado e equipes do Samu que passam por capacitações constantes para oferecer um atendimento cada vez mais eficiente”, destaca.

O Samu Ceará funciona 24 horas por dia e pode ser acionado pelo número 192. O serviço conta com equipes multidisciplinares formadas por médicos, enfermeiros, técnicos em Enfermagem e socorristas, responsáveis pelo atendimento pré-hospitalar e transporte seguro dos pacientes até unidades de referência.

HRN é referência no cuidado ao AVC
Com um centro de referência no atendimento a pacientes vítimas de AVC isquêmico, o Hospital Regional Norte integra o Programa Angels desde 2023, iniciativa internacional que busca qualificar centros especializados no tratamento da doença e apoiar a implantação de novos serviços.


O coordenador médico da Unidade de AVC do HRN, Espártaco Ribeiro, destaca que o reconhecimento reforça o trabalho desenvolvido na região. “É um dia muito especial para todos que cuidam do AVC. O título de Cidade Angels mostra que realizamos um trabalho de excelência na prevenção, identificação e cuidado aos pacientes. Quanto mais cedo os sinais são reconhecidos, maiores são as chances de tratamento e recuperação”, afirma.


A unidade dispõe de 20 leitos destinados ao atendimento de pacientes com AVC agudo e subagudo, além de centro de fisioterapia e ambulatório para acompanhamento dos pacientes após a alta hospitalar.

Mobilização da sociedade fortalece combate ao AVC
Consultor científico do Programa Angels, Alessandro Rômulo ressaltou que o reconhecimento também reflete o envolvimento da sociedade nas ações de prevenção e identificação da doença. “O Hospital Regional Norte tem uma unidade de AVC consolidada em alto padrão, com estrutura, materiais e profissionais qualificados. Mas o paciente precisa chegar a tempo, porque a janela de tratamento é curta. Por isso, o papel do Samu e da população é fundamental”, explica.

Ele também destaca a importância das ações educativas realizadas com estudantes por meio do programa Fast Heroes, que ensina crianças a reconhecer sinais de AVC e acionar o serviço de emergência. “Quando ensinamos uma criança a identificar os sinais do AVC, ela leva esse conhecimento para a família e para a comunidade. Isso amplia a rede de proteção e ajuda a salvar mais vidas”, completa.


No Brasil, mais de 150 hospitais participam do Programa Angels, iniciativa que nasceu na Europa e já reúne mais de 2.800 hospitais em todo o mundo. Além do HRN e da Base Polo do Samu em Sobral, outras unidades da rede estadual, como o Hospital Regional do Sertão Central (HRSC) a Base Polo do Samu, em Quixeramobim, o Hospital Regional do Cariri (HRC), em Juazeiro do Norte, e o Hospital Geral de Fortaleza (HGF), também integram o programa.

Informações à Imprensa: Thais Menezes (Ascom Hospital Regional Norte)

Inteligência artificial avança na saúde e redefine a rotina de médicos e pacientes

Foto: Reprodução/Freepik

  

Tecnologia já é utilizada por 17% dos médicos e 16% dos enfermeiros, indica pesquisa

A inteligência artificial já faz parte do dia a dia da saúde, mesmo que nem sempre o paciente perceba. Ela está nos sistemas que organizam prontuários, nos programas que analisam exames de imagem e nas ferramentas que preveem riscos antes que o quadro se agrave. Longe da ideia de robôs substituindo médicos, o que se vê é uma tecnologia que funciona como apoio.

Os chamados algoritmos de saúde cruzam milhares de dados em poucos segundos e oferecem ao profissional uma base mais ampla para a tomada de decisões. A pesquisa TIC Saúde de 2024, desenvolvida pelo Centro Regional de Estudos para o desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), indicou que 17% dos médicos e 16% dos enfermeiros no Brasil utilizam a inteligência artificial na rotina.  

Na prática, o uso significa diagnósticos mais rápidos, alertas para possíveis complicações e até sugestões de conduta baseada em evidências científicas atualizadas. Em exames de imagem, a IA pode sinalizar áreas suspeitas que merecem atenção. Já em pacientes com doenças crônicas, consegue identificar padrões que indicam risco de piora. O olhar final segue sendo médico, mas ele passa a contar com uma segunda camada de análise.

A IA também aparece nos bastidores dos hospitais, ajudando na organização de agendas, prever demanda por leitos e otimização de recursos. Em um sistema que lida com pressão constante por eficiência e qualidade, este apoio pode fazer diferença na rotina das equipes e no tempo de espera.

Este movimento acontece em paralelo à mudança no perfil de quem busca atendimento. O paciente moderno pesquisa sintomas antes da consulta, acompanha resultados pelo celular e quer explicações claras e agilidade. Neste contexto, a forma como os hospitais utilizam tecnologia impacta diretamente a confiança do público e a gestão de reputação hospitalar.

Tecnologia com regra e responsabilidade

Algoritmos podem errar, especialmente se forem alimentados com dados completos e enviesados. Eles não captam emoções e não substituem a escuta atenta. A inteligência artificial não sente dor, medo ou dúvida e, por isso, deve estar sempre acompanhada de supervisão médica.

No Brasil, esse movimento ganhou respaldo com um marco regulatório recente. O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou, em 11 de fevereiro, a Resolução nº 2.454/2026, que estabelece diretrizes específicas para o uso da inteligência artificial na prática médica. A norma reforça que a decisão clínica é um ato do médico e que a tecnologia deve servir como suporte. Também destaca a importância do consentimento do paciente e da proteção de dados, criando um ambiente mais seguro para a expansão destas ferramentas.

Enquanto isso, centros de pesquisa trabalham para tornar estes sistemas mais confiáveis e transparentes. O Centro de Inovação em Inteligência Artificial para Saúde (Ciia), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) é um exemplo de como ciência e prática podem caminhar juntas. Pesquisadores desenvolvem modelos capazes de apoiar diagnósticos, prever cenários e melhorar a gestão dos serviços. 

Informações à Imprensa:  Ana Beatriz Manso ana.beatriz@searchonedigital.com.br

Agência UFC: Não consumir leite de vaca e não tomar remédios contra vermes aumentam riscos da tripla carga da má nutrição, revela estudo


Imagem: Foto de dois pés pequenos de um bebê, envoltos por uma manta branca
A pesquisa da UFC investigou 3.200 pares mãe-filho no Ceará no ano de 2023 e foi publicada recentemente em períódico internacional

A falta de acesso a leite de vaca e o não uso de remédios contra vermes são os principais fatores que predizem, em uma família, a chamada tripla carga da má nutrição (TCMN). A constatação é de um estudo pioneiro da Universidade Federal do Ceará (UFC), que revelou ainda que uma em cada 25 famílias no estado convivem com essa situação, determinada pela presença simultânea de desnutrição infantil, anemia em crianças e sobrepeso/obesidade materna.

Segundo o levantamento, as crianças que não consomem leite de vaca apresentaram mais que o dobro da probabilidade de estarem enquadradas numa realidade de tripla carga da má nutrição (também conhecida como triplo fardo da desnutrição) do que aquelas que consomem a bebida. O estudo explica que a falta de alimentos ricos em nutrientes essenciais, como proteína e cálcio, compromete o crescimento e o desenvolvimento infantil, aumentando a vulnerabilidade à desnutrição.

Já aquelas que nunca tomaram anti-helmínticos, ou seja, medicamentos antiparasitários, possuem um risco para TCMN aumentado em quase duas vezes e meia em comparação com as que ingeriram esse tipo de remédio. Os pesquisadores esclarecem que a ausência de medicamentos contra vermes pode resultar em infecções parasitárias que agravam a desnutrição, pois os parasitas competem por nutrientes e podem prejudicar a absorção destes pelo organismo, além de causarem diarreia.

A pesquisa, desenvolvida no Departamento de Saúde Comunitária da UFC, investigou 3.200 pares mãe-filho no Ceará no ano de 2023 e foi publicada recentemente no períódico internacional Journal of Health, Population and Nutrition. Trata-se do primeiro levantamento do tipo no Brasil, estabelecendo portanto uma linha de base para o país e identificando áreas-chave para possíveis intervenções públicas.

O estudo constatou que consumo de alimentos nutritivos, como o leite de vaca, e o acesso a antiparasitários são ainda mais importantes para crianças de até dois anos de vida, mostrando que a idade também é um preditor significativo da tripla carga da má nutrição. Famílias mais numerosas também mostraram mais probabilidade para TCMN.

Além disso, as famílias cujos filhos não frequentam creche e/ou escola, independentemente da idade, apresentaram uma incidência mais de três vezes maior que aquelas cujos filhos frequentam estas instituições.

O consumo de alimentos ultraprocessados, como refrigerantes, achocolatados, biscoitos recheados, macarrão instantâneo e refeições prontas congeladas, também desempenha um papel crítico no aumento das chances para a tripla carga da má nutrição.

A pesquisa é tema de reportagem da Agência UFC, veículo de divulgação científica da universidade. A matéria completa discute os dados encontrados e aponta as possíveis consequências do problema para mães e filhos.

Fontes: Sabrina Rocha, pesquisadora egressa do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da UFC - e-mail: sabrinagmor@gmail.com / Hermano Rocha, professor do Departamento de Saúde Comunitária da UFC - e-mail: hermano@ufc.br / Luciano Correia, professor do Departamento de Saúde Comunitária da UFC - e-mail: correialuciano@hotmail.co

quinta-feira, 12 de março de 2026

Cuide da Sua Saúde - Procure um(a) Médico(a) Especialista

SAÚDE DO SEU SISTEMA ÓSSEO

Dr. Júlio César Cavalcante Chagas

Obesidade aumenta risco de AVC e exige mudança de hábitos, destaca neurologista do Hospital Regional Norte



A obesidade é considerada um dos principais fatores de risco para o Acidente Vascular Cerebral (AVC), especialmente o tipo isquêmico, provocado pela obstrução de uma artéria que leva sangue ao cérebro. O alerta é do médico neurologista Espártaco Ribeiro, coordenador da Unidade de AVC do Hospital Regional Norte (HRN), unidade da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) em Sobral e referência no atendimento aos casos na Região Norte do estado.

Segundo o especialista, o excesso de peso favorece o acúmulo de gordura, ou seja, colesterol, principalmente os considerados “ruins” como o colesterol LDL e os triglicerídeos nas artérias, comprometendo a circulação sanguínea. “A obesidade pode ser considerada um grande fator de risco para o AVC. O acúmulo de colesterol ruim no nosso corpo acaba comprometendo a circulação no cérebro e pode favorecer a obstrução ou ‘entupimento’ de uma das artérias cerebrais”, explica.

Além de contribuir diretamente para a obstrução dos vasos sanguíneos, a obesidade costuma estar associada a outras condições que ampliam ainda mais o risco de AVC. Entre elas, destacam-se a hipertensão arterial, o diabetes e as alterações do colesterol.

Outro ponto de atenção, segundo o médico, é a síndrome da apneia do sono, comum em pessoas com obesidade, que prejudica a qualidade do sono e também impacta a saúde cardiovascular. Ele ainda chama a atenção para fatores emocionais, como a ansiedade descontrolada, que pode levar ao consumo excessivo de alimentos ultraprocessados e, consequentemente, ao ganho de peso.

Embora o risco aumente com o avanço da idade, pessoas jovens com obesidade também precisam se preocupar. “Nos jovens, o excesso de peso pode estar relacionado ao aumento do colesterol, e isso também pode ser causa de AVC”, destaca Espártaco Ribeiro. Ele acrescenta que o problema na juventude tende a gerar um ciclo prejudicial, reduzindo a prática de atividades físicas e comprometendo a qualidade de vida ao longo dos anos.

Prevenção e atendimento rápido salvam vidas
A boa notícia é que a adoção de hábitos saudáveis reduz significativamente o risco. A orientação envolve reeducação alimentar, com acompanhamento profissional, e a prática regular de exercícios físicos.

“Quanto mais cedo forem iniciadas a educação alimentar e a prática de atividades físicas, melhor. Só a dieta não é suficiente. A prática regular de atividades físicas é essencial. Hoje, assim como a gente respira e se alimenta, a gente precisa também fazer atividade física”, afirma o neurologista. Ele reforça que a disciplina é fundamental e que, conforme publicações recentes, a realização de 30 a 45 minutos de exercício, pelo menos cinco dias por semana, já traz benefícios importantes ao organismo.

Dr. Espártaco Ribeiro

Mesmo com a prevenção, é essencial reconhecer rapidamente os sinais de um AVC. Fraqueza em um lado do corpo, dificuldade para falar, boca desviada e dificuldade para engolir são sintomas que exigem atendimento imediato. “Quanto mais rápido o AVC for tratado, menores serão as consequências e maior será a possibilidade de recuperação”, enfatiza. Pacientes com suspeita devem ser levados ao atendimento emergencial preferencialmente nas primeiras horas após o início dos sintomas. Em Sobral, a referência é o Hospital Regional Norte. Moradores de outros municípios da Região Norte devem procurar a unidade de saúde local para que seja acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) Ceará, que fará contato com o HRN para transferência imediata ao setor especializado, reduzindo o tempo até o início do tratamento.

Referência para a região, a Unidade de AVC do HRN conta com fluxo específico para agilizar o atendimento e aumentar as chances de recuperação dos pacientes, reforçando a importância tanto da prevenção quanto da ação rápida diante dos primeiros sinais.


Fonte: Assessoria de Comunicação/HRN

Hemoce lança campanha de olho na Semana Santa

 


O Hemoce, equipamento da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), lançará no dia 12 de março, às 9h30, uma campanha de incentivo à doação de sangue para o período da Semana Santa. O evento será realizado na sede da instituição em Fortaleza e tem como objetivo fortalecer os estoques e atrair novos voluntários.

Com o slogan “Seja um doador, seja qual for seu tipo – antes de viajar na Semana Santa, doe sangue”, a campanha pretende sensibilizar a população sobre a queda no número de doadores durante feriados prolongados e o aumento na demanda por hemocomponentes. O lançamento contará com pocket show da cantora Vitória Fernandez.

A ação ocorrerá na sede do Hemoce e nos hemocentros regionais de Sobral, Iguatu, Crato, Quixadá e Juazeiro do Norte. A programação inclui mobilização nas redes sociais e estratégias de comunicação para ampliar o alcance da iniciativa. Segundo a coordenadora de Captação de Doadores do Hemoce, Nágela Lima, “nos feriados prolongados, historicamente registramos uma queda nas doações”.

O Hemoce também mantém a Caravana da Solidariedade, que disponibiliza transporte para grupos interessados em doar sangue. Em Fortaleza, é necessário reunir pelo menos dez pessoas e realizar agendamento por telefone, WhatsApp ou e-mail. No interior, o agendamento é feito diretamente com os hemocentros regionais.

As doações podem ser feitas na sede do Hemoce, na Avenida José Bastos, 3390, e no posto da Praça das Flores, na Aldeota. Para doar, é preciso ter boas condições de saúde, pesar mais de 50 kg, ter entre 16 e 69 anos e apresentar documento oficial com foto. Menores devem apresentar termo de consentimento.

Como evitar a dor na lombar, que acomete cada vez mais a população

Google Imagens

Especialista dá dicas de prevenção da lombalgia e destaca a importância do diagnóstico o mais cedo possível 

O número de pessoas que sofrem com a famosa dor na lombar pode chegar a 843 milhões em todo o mundo até 2050, como mostra um estudo publicado na revista The Lancet Rheumatology. O salto representa mais de um terço dos casos registrados em 2020, que somavam 619 milhões. O dado chama a atenção do público para um cuidado maior com a prevenção da lombalgia, além de iniciar um tratamento adequado logo que surgirem os primeiros sintomas.

De acordo com o ortopedista Bruno Fabrizio, especialista em cirurgias de coluna, uma  postura adequada é essencial para a saúde da coluna vertebral. Muitas pessoas não percebem, mas mover-se ou sentar-se de forma incorreta e prolongada pode resultar em sobrecarga nos discos intervertebrais, tensão muscular e até mesmo desalinhamento. “É fundamental manter a postura alinhada e evitar posições que possam gerar uma pressão desnecessária, seja ao sentar, ao caminhar ou ao realizar atividades diárias”, aconselha. 

Os sintomas da lombalgia podem variar em relação à intensidade e à duração. Além da já conhecida dor na região lombar, que pode se espalhar por nádegas, quadris, coxas e pernas, há uma sensação de rigidez nos músculos das costas, com dificuldade em se mover, inclinar ou girar o tronco. 

Um aspecto importante do problema é que ele pode ser agravado se não diagnosticado, principalmente se o paciente seguir realizando movimentos específicos sem realizar o tratamento, incluindo coisas simples como levantar, agachar ou ficar em pé por muito tempo. 

Quando o tema são as atividades físicas, é necessário tomar precauções extras para evitar lesões. Dr. Bruno Fabrizio enfatiza a importância de adotar uma postura correta durante o exercício, manter a coluna alinhada e utilizar técnicas apropriadas. “Respeitar os limites do corpo e não exceder a capacidade de carga são cuidados importantes que evitam lesões”, adverte o ortopedista.

De qualquer maneira, há dicas indispensáveis para prevenir a lombalgia, como adotar uma postura adequada ao sentar, caminhar e levantar qualquer objeto, como segurar o celular, por exemplo. Exercícios regulares que fortaleçam os músculos abdominais e das costas auxiliam bastante, assim como alongamentos regulares. Evitar o sedentarismo é um importante pilar da saúde como um todo.

Caso detectado o problema por um profissional, existem maneiras diferentes de realizar o tratamento, incluindo medicamentos como antiinflamatórios e analgésicos, fisioterapia com exercícios específicos, terapias manuais (massagem, quiropraxia, osteopatia), acupuntura, tratamento por calor ou frio, injeções, perda de peso, cirurgia e outros. 

Informações à Imprensa: Carolina Lara (carolina@carolinalara.com.br)


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Dr. Júlio César Cavalcante Chagas


quarta-feira, 11 de março de 2026

Grupo de risco para varizes- (Dr. Elpidio Ribeiro - Cirurgião Vascular e Endovascular)

 

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Dr. Elpidio Ribeiro da Silva Filho

CirurgiãoVascular e Endovascular

CREMEC: 16.907 / RQE-CE: 11.221

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Ministério da Saúde realiza procedimento oncológico inédito na região do Vale do Mucuri e Jequitinhonha pelo Agora Tem Especialistas


Programa do Governo do Brasil amplia o acesso a tratamentos especializados e possibilitou, em Teófilo Otoni (MG), a realização da primeira implantação de prótese esofágica na região

Procedimento oncológico

Foto: Grax Medina/MS

Levar para o interior do Brasil a oferta de serviços de saúde de média e alta complexidade, historicamente realizados em grandes centros, é uma das medidas já em andamento do programa Agora Tem Especialistas. É o que aconteceu com Teófilo Otoni (MG), referência regional do SUS em tratamentos especializados. Em função da iniciativa do Governo do Brasil, a cidade mineira sediou em um hospital filantrópico que atende o SUS integralmente, a implantação de uma prótese esofágica em um paciente oncológico. Inédito na região onde há menor oferta desse tipo de atendimento especializado, o procedimento é indicado para tratar casos de disfagia grave — dificuldade intensa para engolir causada pela obstrução de esôfago.  

Realizada no Hospital Bom Samaritano, que atende mais de 50 municípios dos Vales do Mucuri e Jequitinhonha, o procedimento viabilizada pelo Agora Tem Especialistas foi supervisionada pelo A.C.Camargo. Isso porque esse hospital de excelência e referência nacional em oncologia participa do programa pelo Proadi-SUS, mentorando e acompanhando na prática os médicos especialistas do curso de aprimoramento ofertado pelo programa. Com esse aprimoramento, o Ministério da Saúde garante, ao mesmo tempo, formação supervisionada e assistência direta aos pacientes do SUS.  

“Em Teófilo Otoni, há forte presença do Agora Tem Especialistas com médicos que são de provimento do Ministério da Saúde e que passam, também, por aprimoramento para seguir desenvolvendo iniciativas pioneiras para região. Além de possibilitar a regiões remotas acesso a novos procedimentos, a iniciativa beneficia diretamente a população, que não precisará mais percorrer grandes distâncias para receber tratamento”, explicou o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, do Ministério da Saúde, Felipe Proenço.   No caso da cidade mineira, a iniciativa evitará que a população se desloque cerca de 450 quilômetros até Belo Horizonte.  

Segundo Proenço, com o Agora Tem Especialistas, casos de maior complexidade passarão a resolvidos localmente, reduzindo filas e o tempo de espera por diagnósticos. “A expectativa é que posteriormente esse procedimento seja incorporado na prática cotidiana nos serviços de saúde do município e região”, declarou.  

Técnica minimamente invasiva para os pacientes do SUS 

A implantação da prótese esofágica é indicada para pessoas com obstrução alimentar causada pelo câncer de esôfago. O dispositivo funciona como um tubo expansível, colocado por meio de endoscopia, que mantém o esôfago aberto e restabelece a passagem de alimentos e líquidos. “A técnica é minimamente invasiva, favorece a recuperação mais rápida e permite que pacientes que antes dependiam de alimentação por sonda voltem a se alimentar por via oral. Com isso, reduz-se o risco de desnutrição, diminui o tempo de internação e as complicações pós-operatórias, proporcionando mais qualidade de vida".  

“Com grande alegria, iniciamos na região esse serviço de colocação das próteses. Estamos devolvendo a eles o prazer de poder comer e ter mais dignidade nessa fase do tratamento no combate contra o câncer”, afirmou Nasser Amaral, médico especialista em oncologia que realizou o procedimento supervisionado. 

“Nós entendemos que o investimento na saúde pública, por meio do governo federal, é determinante na transformação da vida das pessoas, na busca da qualidade de vida, dignidade e conforto aos pacientes. E esse também é um princípio que nós, profissionais que cuidam de pessoas e que estamos no hospital todos os dias, acreditamos e defendemos. Hoje é um dia histórico nas nossas vidas aqui, pois estamos participando de mais um projeto grandioso do Ministério da Saúde”, destacou o médico especialista em oncologia Guilherme de Castro, que também participou do procedimento. 

Além do impacto clínico imediato, a ação fortalece a autonomia do território. Após a etapa inicial acompanhada presencialmente por mentora especializada, o médico do município dará continuidade à realização do procedimento com suporte remoto permanente, ampliando a capacidade assistencial local. Essa estratégia consolida o processo de transferência de conhecimento e garante a sustentabilidade do serviço especializado na região. A prótese esofágica já está prevista na tabela do SUS, e o hospital irá adquiri-la para dar continuidade à técnica após o treinamento.  

Mais acesso à atenção especializada 

Atualmente, Teófilo Otoni (MG) conta com 10 médicos que atuam em unidades públicas de saúde pelo projeto Mais Médicos Especialistas. Trata-se de uma ação do Agora Tem Especialistas, que está aprimorando profissionais em regiões prioritárias para o SUS a partir da integração ensino-serviço. Essa iniciativa busca ampliar o acesso da população à atenção especializada na rede pública, promovendo a formação, fixação e atuação qualificada de médicos especialistas em regiões com maior vulnerabilidade social.  

O programa já destinou quase 600 médicos especialistas, que estão atuando na rede pública em municípios das cinco regiões do país. Um novo edital do programa está em andamento para ampliar ainda mais a oferta de profissionais na rede pública de saúde. 

Com uma série de ações em curso em todo país, o programa Agora Tem Especialistas está ampliando a capacidade de atendimento do SUS em seis áreas prioritárias para o SUS: oncologia, ginecologia, otorrinolaringologia, ortopedia, cardiologia e oftalmologia. O objetivo é reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias.

Fonte: Ministério da Saúde

Brasil registra alta de 65% no congelamento de embriões em cinco anos — e 2025 bate novo recorde

 

Estoque nacional se aproxima de 700 mil embriões e especialista aponta consolidação estrutural da medicina reprodutiva no país

O número de embriões congelados no Brasil cresceu 65% entre 2020 e 2025, segundo dados oficiais do SisEmbrio, Sistema Nacional de Produção de Embriões, vinculado à Anvisa. Apenas no último ano, o país registrou 143.194 novos embriões criopreservados, o maior volume da série recente e um crescimento de 11,7% em relação a 2024.

Em 2020, haviam sido registrados 86.833 embriões congelados no ano. Desde então, os números mantêm trajetória ascendente, consolidando uma curva estrutural de crescimento. Atualmente, o Brasil acumula 688.177 embriões armazenados em clínicas de reprodução assistida e se aproxima da marca simbólica de 700 mil.

A concentração regional é expressiva. O Sudeste responde por 68,14% de todo o estoque nacional, com 468.937 embriões congelados. O Sul aparece na sequência, com 84.499, seguido pelo Nordeste com 73.661, Centro-Oeste com 51.272 e Norte com 6.833. O Norte representa menos de 1% do total, evidenciando a desigualdade regional no acesso à reprodução assistida.

Entre os estados, São Paulo lidera com 363.552 embriões congelados, mais da metade do total nacional. Minas Gerais soma 49.665 e o Rio de Janeiro, 46.929.

Outro fator que ajuda a explicar a expansão é o perfil etário das pacientes. A maioria das mulheres que recorrem à fertilização in vitro no Brasil tem mais de 35 anos. Dados da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida indicam que mais de 70% dos ciclos de FIV realizados no país ocorrem nessa faixa etária. O adiamento da maternidade por razões profissionais, acadêmicas e pessoais tem levado muitas mulheres a recorrerem à fertilização in vitro em idades mais avançadas. Nesse contexto, o congelamento de embriões ocorre como etapa técnica do tratamento, permitindo a transferência embrionária em momento posterior dentro do planejamento terapêutico. Quando a estratégia é preventiva, o procedimento mais comum é o congelamento de óvulos, realizado antes da formação do embrião.

Para o médico Wilson Jaccoud, CRM SP 41.142, RQE 130381 e RQE 130391, diretor médico da Fert Embryo, o avanço no número de embriões congelados reflete tanto uma mudança no perfil das pacientes quanto a consolidação da medicina reprodutiva fora dos grandes centros.

Observamos um número crescente de mulheres acima dos 35 anos que recorrem à fertilização in vitro. Nesse contexto, o congelamento de embriões é uma etapa técnica do tratamento, utilizada para preservar os embriões obtidos em determinado ciclo e permitir sua transferência em momento mais adequado dentro do planejamento clínico. A partir dessa faixa etária há redução da reserva ovariana e aumento do risco de alterações cromossômicas. A criopreservação, quando indicada, amplia as chances cumulativas de gravidez e oferece maior previsibilidade terapêutica”, afirma.

Segundo o especialista, o crescimento também reflete a ampliação da oferta de tratamentos de reprodução assistida em regiões fora dos grandes centros, o que tem facilitado o acesso de casais ao acompanhamento especializado sem a necessidade de deslocamentos frequentes. “O congelamento de embriões é hoje uma das principais ferramentas da fertilização in vitro. Ele amplia as chances cumulativas de gravidez, permite um planejamento terapêutico mais seguro e integra protocolos cada vez mais avançados da medicina reprodutiva moderna. Trata-se de uma tecnologia consolidada, com elevados índices de segurança laboratorial e resultados consistentes ao longo dos últimos anos”, completa.

Sobre a Fert-Embryo

Fundada em 1999 em Presidente Prudente (SP) pelo médico Wilson Jaccoud, especializado em ginecologia e obstetrícia, a Fert-Embryo Medicina Reprodutiva é referência nacional em reprodução assistida combinando ciência, tecnologia e acolhimento para ajudar famílias a realizarem o sonho de ter filhos. Com estrutura moderna e equipamentos de ponta, a clínica oferece atendimento completo em reprodução humana, incluindo fertilização in vitro (FIV), inseminação intrauterina, congelamento de óvulos, sêmen e embriões, biópsia embrionária e ovodoação. Também mantém o projeto social “Ser Mãe”, que democratiza o acesso a técnicas de reprodução assistida para famílias de baixa renda.

Mais informações: fertembryomedreprodutiva.com.br 

Instagram: @fertembryo

Informações à Imprensa: 

Amanda Belo amanda.belo@benditaimagem.com.br

 

O impacto do estresse na saúde dos pacientes

Foto: Google Imagens


* Fábio Akiyama e *Fernanda Gil Machado

Muitos profissionais da saúde e principalmente pacientes, não compreendem como funciona o sistema nervoso autônomo, o simpático e o parassimpático. O sistema nervoso simpático, por exemplo, é um acelerador responsável por manter o corpo ativo, com a liberação de catecolaminas, como a adrenalina e o cortisol. Já o parassimpático funciona como um freio, que atua em momentos de descanso e digestão. Dessa forma, o corpo atua de maneira equilibrada.

No entanto, quando alguma situação gera estresse, o sistema nervoso simpático atua de forma descontrolada, como se o corpo estivesse em constante situação de perigo ou agitação, fazendo com que ele esteja preparado para uma situação de luto ou fuga. Em decorrência disso, o freio deixa de funcionar e coisas simples como o sono e digestão ficam irregulares.

Essa situação também pode ser conhecida como a Lei Bifásica, a 2ª Lei de Hamer. Em um gráfico, o sistema simpático é predominante e está na linha superior, pois funciona durante o período do dia e abaixo da linha está o parassimpático, que atua no período noturno e é chamado de vagotonia.

Quando esses sistemas estão equilibrados, a saúde é uma consequência, mas quando alguma situação coloca o indivíduo em alerta, o ritmo diurno é estendido e gera alterações físicas, como extremidades frias, taquicardia, insônia, falta de apetite e a mente passa a trabalhar constantemente para tentar solucionar a situação.

É importante ressaltar que a situação de alerta depende da percepção individual, pois nem sempre se trata de algo extremo. Muitas vezes, o trauma pode ser antigo e levar uma vida de tratamento. Cada pessoa responde a essas situações de forma individual e a fase ativa de conflito pode levar algum tempo para ser solucionada.

Foto: Google Imagens


A resolução ocorre na fase PCL e possui 3 etapas, sendo elas a PCL-A, crise epileptoide e PCL-B e a duração desse momento é de aproximadamente 21 dias. Normalmente, a primeira delas costuma ser a que apresenta mais sintomas, pois é um momento inflamatório, em que há muitos edemas e líquidos justamente para fazer a reparação do que foi gasto na fase ativa. Um bom exemplo desse momento é quando determinado paciente corta um dedo durante a fase ativa e não percebe como aconteceu, mas durante a cicatrização sente incômodo com qualquer toque.

A crise epileptoide ocorre logo após a PCL-A e é basicamente uma releitura do conflito na fase ativa, que acontece para drenar o líquido que foi retido durante o período, fazendo o controle da hipertensão craniana, uma vez que se trata de um edema em nível orgânico e cerebral. Já a última fase pode ocorrer de duas formas, sendo a PCL-B uma etapa do sistema parassimpático, quando os sintomas são mais fracos e menos desconfortáveis e então o processo de resolução chega ao fim.

A vida de uma pessoa habitualmente possui esses momentos curtos, mas boa parte dos pacientes que procuram por um osteopata estão no que chamamos de cura pendente, quando eles passam pela PCL-A e a epicrise, mas ao invés de finalizarem o problema na PCL-B, voltam à fase inicial devido a gatilhos criados pelo cérebro. Esse processo acaba dificultando a cura de fato. Essas alterações biológicas são as chamadas “doenças” pela medicina oficial.

Para os médicos, é fundamental identificar em qual fase o paciente está para conseguir realizar o tratamento adequado. Os tecidos, as sensações do paciente e o correspondente cerebral ajudam nesse momento.

Já para os pacientes, de forma prática essa situação pode ser descrita como um dia de trabalho estressante em que o período de descanso não foi bem sucedido e acabou se estendendo por um longo tempo, gerando dores no corpo, enxaquecas, cansaço excessivo e passa a se tornar assintomático mesmo na fase ativa por conta de uma sobrecarga do estresse. Nesses casos, a válvula de escape sempre será o momento quando os sintomas serão mais claros.

O estresse precisa ser controlado não somente de forma medicamentosa e com um profissional da saúde, mas no dia a dia com uma análise do que causa o problema e evitando essas situações.  Além disso, o descanso é essencial para processar esses momentos.

*Os dois profissionais mantêm um projeto de aconselhamento clínico para profissionais da saúde, sobre como que o stress e a ansiedade influenciam nos tratamentos

Sobre Fernanda Gil Machado

É especialista em Osteopatia e Medicina Germânica. Para mais informações, acesse @ fernandagilmachado

Sobre Fábio Akiyama

Atua na área da saúde desde 2009. É fisioterapeuta e trabalha com a microfisioterapia, terapia que estimula a auto cura através do toque, ou seja, faz com que o corpo reconheça seu agressor e inicie o processo de reprogramação celular. É pós-graduando em técnicas osteopáticas e terapia manual, além da formação em osteopatia visceral, posturologia clínica e equilíbrio neuro muscular. Possui curso na área de tratamento da articulação temporomandibular (ATM) e introdução ao Método Rosen. Em 2014, realizou um curso de especialização em prevenção e tratamento de lesões de membros inferiores e análise biomecânica de corrida, pela The Running Clinic no Canada. Atua desde 2012 também como instrutor de Pilates e treinamento funcional. Em 2015, foi monitor no Instituto Salgado de Saúde Integral no módulo avançado do curso de formação em microfisioterapia. Para saber mais, acesse www.mindtouch.com.br

Informações: Carolina Lara (carolina@carolinalara.com.br)

terça-feira, 10 de março de 2026

Sobre dor nas costas e o câncer de colo do útero- Dr. Diego Bezerra (Cirurgião Geral - Cirurgião Oncológico)

 


O câncer de colo do útero é um dos poucos tipos de câncer que podem ser prevenidos!

Nos estágios iniciais, a doença pode ser silenciosa, sem sintomas aparentes. Em alguns casos, sinais como dor na parte inferior das costas ou na pélvis podem surgir antes da doença se espalhar. No entanto, como a dor nas costas é um sintoma comum e pode ter várias causas, muitas mulheres não associam isso ao câncer.



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Dr Diego Bezerra CRM 10362 - Cirurgião Oncológico. ⠀
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Médico esclarece 12 dúvidas frequentes sobre o uso do canabidiol


Composto derivado da Cannabis Sativa é indicado tratar epilepsia, dores crônicas e ansiedade, com prescrição médica e acompanhamento clínico

Brasil, março de 2026 – O canabidiol (CBD) é um dos mais de 400 compostos químicos identificados na Cannabis sativa e integra o grupo dos canabinoides. Diferentemente do tetrahidrocanabinol (THC), não provoca efeitos psicoativos nem alterações da consciência. De acordo com o médico clínico geral, Dr. Adam Alborta, o CBD atua no sistema endocanabinoide, responsável por regular funções como o sono, o humor, a dor e a resposta inflamatória, contribuindo para a manutenção da homeostase do organismo.

Entre as principais indicações estão epilepsia refratária, ansiedade, dores crônicas — como fibromialgia —, distúrbios do sono e autismo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que não há evidências de potencial de abuso ou dependência relacionadas ao composto. “O CBD é diferente do THC. Quando utilizado de maneira adequada, não provoca ‘barato’, mas pode auxiliar no tratamento de doenças e transtornos, como ocorre com outros medicamentos”, destaca o especialista.

No Brasil, o tema ganhou destaque após a regulamentação que estabelece regras desde o plantio até a produção e comercialização de produtos à base de cannabis para fins medicinais. A norma cria um marco regulatório aguardado por pacientes, profissionais de saúde, pesquisadores e entidades que acompanham esses públicos. Com a ampliação do debate, também aumentaram as dúvidas da população sobre o uso do canabidiol.

Para quem quer conhecer melhor os tratamentos via canabidiol, o especialista aconselha que não sejam consumidos produtos artesanais devido ao risco de contaminação, à ausência de padronização e à falta de controle de qualidade. Além disso, ele lembra que o acompanhamento profissional adequado é fundamental para garantir segurança e eficácia no tratamento. “O uso do CBD deve sempre ser individualizado e acompanhado por um médico. Cada caso é único e, assim como outros medicamentos, ele precisa ser utilizado de maneira correta”, ressalta o médico.

 

A seguir, o Dr. Adam Alborta responde perguntas frequentes sobre canabidiol:

O CBD causa dependência?        

Não. O canabidiol não é uma substância aditiva e não ativa os mecanismos cerebrais clássicos relacionados à dependência química. Há, inclusive, estudos que investigam seu potencial como modulador de ansiedade e de craving em pacientes com dependências.

O CBD altera a consciência ou causa “barato”?

Não. O CBD não é psicoativo e não provoca euforia, desorientação ou perda de controle. Esses efeitos estão associados ao THC, quando presente em concentrações elevadas.

O CBD substitui outros medicamentos? 

Não de forma automática. O composto pode ser utilizado como terapia complementar e, em alguns casos, permitir ajustes graduais de outros fármacos, sempre com acompanhamento médico.

Quanto tempo demora para fazer efeito?     

O tempo de resposta varia conforme o objetivo terapêutico, a dose prescrita, a forma de administração e as características individuais do paciente. Alguns efeitos podem surgir em poucos dias; outros exigem semanas de acompanhamento e ajuste.

O CBD pode ser usado com outros medicamentos?   

Em muitos casos, sim. No entanto, pode haver interação com determinadas medicações, especialmente as metabolizadas pelo fígado. Por isso, é fundamental informar ao médico todos os medicamentos em uso.

O CBD serve para todo mundo?  

Não necessariamente. Apesar do potencial terapêutico, não é indicado para todos os quadros clínicos nem para todos os perfis de pacientes. A avaliação médica define indicação e segurança.

Qual é o preço do tratamento?   

O custo varia conforme o produto prescrito, a concentração, a dose necessária e a duração do tratamento. Não há valor fixo. Essas informações são discutidas durante a consulta.

Quais são os principais efeitos colaterais?  

Em geral, o CBD é bem tolerado. Alguns pacientes podem apresentar sonolência, boca seca, alterações gastrointestinais ou fadiga. Os efeitos costumam ser leves e transitórios.

É possível dirigir, trabalhar e manter a rotina? 

Na maioria dos casos, sim. O CBD não altera a consciência. Ainda assim, recomenda-se observar a resposta individual, especialmente no início do tratamento ou durante ajustes de dose.

O médico vende ou comercializa CBD?  

Não. O médico não vende nem intermedeia a compra de produtos à base de cannabis. Sua função é avaliar, orientar e prescrever de forma ética e independente.

Como obter o CBD no Brasil?      

Mediante prescrição médica. Após avaliação clínica, o paciente recebe orientação para adquirir o produto em farmácias autorizadas ou por importação, conforme as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Existe dose padrão de CBD?       

Não. A dose é individualizada e ajustada progressivamente, de acordo com a resposta clínica e a tolerância do paciente. Não há quantidade fixa que funcione para todos.

Para finalizar, o médico lembra que o acompanhamento profissional adequado é fundamental para garantir a segurança e a eficácia do tratamento. “O uso do CBD deve sempre ser individualizado e acompanhado por um médico. Cada caso é único e, assim como outros medicamentos, ele precisa ser utilizado de maneira correta”, reforça o Dr. Adam Alborta.


Informações à Imprensa: Bruna Bozza <bruna@pmaisg.com.br>  

Saiba mais sobre a ansiedade, transtorno que afeta milhões de brasileiros

 

Google Imagens

Médica especializada em saúde mental, com foco em ansiedade e depressão, Dra. Tamires Cruz explica as características do distúrbio e comenta a respeito dos vários tipos desse transtorno

O distúrbio de ansiedade é uma questão de saúde pública no Brasil. Para se ter uma ideia da dimensão do problema, em 2019, conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), o país apresentava 18,6 milhões de pessoas (quase 10% da população) sofrendo com esse transtorno, o que o colocava naquele momento em primeiro lugar no ranking das nações mais ansiosas.

Justamente por isso, faz-se necessário conhecer mais sobre o tema. Médica especializada em saúde mental, com foco em ansiedade e depressão, Dra. Tamires Cruz explica que a ansiedade é um fenômeno natural. “Quando o cérebro detecta o perigo, ele envia sinais de alarme ao corpo, que reage conforme o aviso.”, explica. Dessa forma, segundo ela, sentir-se um pouco ansioso ao enfrentar grandes eventos da vida é normal.

Quando esses sentimentos de preocupação persistem, mesmo quando tudo está sob controle, o que é natural torna-se patológico. Caracteriza-se dessa forma o transtorno de ansiedade, que pode acarretar diversos problemas de ordem emocional”, diz a médica. Segundo Dra. Tamires, quem sofre do distúrbio costuma apresentar autoestima e autoconfiança muito baixas, pois fica com a mente cheia de pensamentos negativos sobre seu valor e suas habilidades. Além disso, conforme a médica, a tensão constante pode causar dores de cabeça e tensão muscular.

Como muitas questões de saúde mental, a ansiedade vem carregada de estigma social. Segundo a médica, porque não acreditam que os outros entenderão o que estão sentindo, porque se preocupam com o fato de serem julgados e de serem vistos como fracos, as pessoas ansiosas muitas vezes optam por não falar sobre suas preocupações, o que acaba agravando a situação. “Assim, quem sofre com o transtorno se culpa pelo modo como se sente e passa também a apresentar sinais depressivos”, ressalta.

Conforme Dra. Tamires, embora ainda não exista cura, os tratamentos disponíveis podem ajudar quem sofre com o transtorno a se sentir melhor. Não obstante, é preciso que o paciente procure ajuda profissional quando apresentar sintomas. O problema é que falta conhecimento a respeito do assunto. “Por isso a necessidade da difusão de um maior número de informações sobre o distúrbio de ansiedade, para a pessoa ter uma melhor compreensão do que está enfrentando”, diz a médica.

 Tipos de ansiedade

Por exemplo, segundo Dra. Tamires, muitos não sabem, mas o distúrbio de ansiedade não acomete todos da mesma forma. Há vários tipos, tais como: o transtorno da ansiedade generalizada (TAG); transtorno do pânico; transtorno da ansiedade social; fobias; transtorno obsessivo compulsivo (TOC); transtorno de estresse pós-traumático (TEPT); e transtorno de ansiedade de separação.

O transtorno de ansiedade geral (TAG), por exemplo, caracteriza-se por preocupação e medo duradouros em razão de diversas situações e acontecimentos. “Os sentimentos ocasionados por essas preocupações se tornam irreais, o que pode afetar o desempenho de quem sofre de TAG em seus esforços diários, devido à incapacidade de controle”, explica Dra. Tamires. Conforme a médica, os sintomas sãos os mesmos da ansiedade comum (dores de cabeça e estômago, irritabilidade, inquietação, fadiga, falta de concentração sudorese, dificuldade para dormir, sensação de destruição constante e iminente) porém mais crônicos e graves.

O transtorno do pânico distingue-se por seus ataques de intenso medo, que podem incluir, entre outros sintomas: tremores, palpitações cardíacas, falta de ar, medo de perder o controle, formigamento, e medo extremo da morte e desgraça iminente. “Os ataques surgem repentinamente e atingem o nível de pânico em minutos, podendo durar horas”, explica Dra. Tamires. Segundo a médica, aqueles que sofrem do transtorno costumam evitar certos lugares, pessoas e situações por medo de que possam desencadear um ataque de pânico.

Evitar a socialização, pelo medo de julgamentos negativos e embaraços públicos é ação mais comum de quem sofre de transtorno de ansiedade social. Dra. Tamires relata que indivíduos que apresentam esse quadro, quando se encontram em situações em que são forçados a interagir com outras pessoas, começam a sentir sintomas físicos extremos de desconforto, como aumento da frequência cardíaca, náusea, tontura e sudorese. “Para ser diagnosticado com esse tipo de transtorno, a pessoa deve apresentar esses sintomas a maior parte do tempo, por pelo menos seis meses”, diz.

As fobias são um sentimento irracional de medo de algo ou de uma situação específica. Existem diversos tipos de fobias, de altura, de aranhas, de voar, de lugares apertados, de multidões etc. Segundo Dra. Tamires, pessoas com fobias tentam ao máximo driblar esses objetos ou situações a fim de evitar ataques de pânico desencadeados por esses medos irracionais, que podem ser incontroláveis. “Para receber o diagnóstico da doença, o medo deve impactar negativamente o cotidiano da pessoa, sendo sentido de maneira excessiva e persistente por pelo menos seis meses”, afirma.

Quem sofre de transtorno obsessivo compulsivo (TOC) apresenta pensamentos ou ações angustiantes e repetitivas, que não conseguem ser evitadas, por mais que se saiba que se trata de uma reação irracional. Conforme Dra. Tamires, indivíduos com TOC buscam justificar suas ações com sentimentos supersticiosos, como, por exemplo, limpar obsessivamente itens pessoais, andar no mesmo padrão, lavar as mãos constantemente, e verificar inúmeras vezes o mesmo objeto, como fogões a gás e interruptores de luz.

O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) é um distúrbio de ansiedade que, geralmente, decorre de uma experiência anterior em que houve risco de perder a vida. Segundo Dra. Tamires, os ataques de pânico do TEPT costumam acontecer quando as pessoas são confrontadas com um fator desencadeante que remete ao evento traumático.  “Esse quadro, muitas vezes está associado a homens e mulheres que servem ou serviram nas forças armadas, mas pode afetar qualquer pessoa que tenha passada por uma situação de quase morte”, comenta.

Por fim, o transtorno de ansiedade de separação apresenta-se como uma intensa exibição de pânico quando a pessoa experimenta um afastamento de alguém, lugar ou objeto. Conforme Dra. Tamires, os sintomas deste distúrbio são tipicamente observados em crianças pequenas quando separadas das mães ou dos principais cuidadores.

 

Sobre Dra. Tamires Cruz

Dra. Tamires Cruz, graduada em Medicina (FMJ) e graduada e pós-graduada em Gestão e Administração Hospitalar (Estácio).Pós-graduação em Docência (Estácio), Especialização em Cuidados Paliativos (Instituto Paliar) e Saúde Mental (Estácio) com foco em Ansiedade e Depressão. Mestre e Doutoranda em Saúde Pública (Faculdade de Medicina - ABC/SP).Criadora do Método Saúde de Gigantes, metodologia que já ajudou centenas de pessoas no controle da ansiedade e tratamento da depressão, sem uso de remédios. Autora do Livro: Seja (im)perfeito, Editora Gente.


Informações à Imprensa: Patricia Jimenes (patricia@jimenescomunicacao.com.br)

Solenidade marca conclusão das Residências Médica, Multiprofissional e Uniprofissional do Complexo Hospitalar da UFC (UFC INFORMA)

A manhã de ontem (12) foi de celebração e reconhecimento no auditório João Frederico Ferreira Gomes, da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece). A solenidade de conclusão dos Programas de Residência Médica, Multiprofissional e Uniprofissional do Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Ceará (UFC), cujas unidades são administradas pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), reuniu autoridades acadêmicas, gestores, preceptores, familiares e poucos mais de 100 especialistas, agora formados pela Instituição.

Alunas se abraçando durante a entrega do certificado da residência
O programa de Residência Médica formou 154 médicos, enquanto os Programas de Residência Multiprofissional e Uniprofissional em saúde titularam 55 especialistas. (Foto: Victor Hudson/Comunicação Ebserh)

A cerimônia foi iniciada com homenagem póstuma ao fisioterapeuta Elias Elijeydson de Menezes e à enfermeira Ana Loren Girão Lima, residentes do Programa de Residência Multiprofissional nas áreas de Diabetes e Terapia Intensiva, falecidos neste ano. Em seguida, os presentes acompanharam mensagem em vídeo do vice-presidente da Ebserh, Daniel Beltrammi.

“A Ebserh reúne mais de 3.600 residentes em 45 hospitais universitários. Isso não seria possível sem os nossos mais de 19 mil preceptores. E é uma amostra da força da rede Ebserh e de sua capacidade de entregar saúde, ensino, pesquisa e extensão”, destacou. Beltrammi ressaltou ainda que os hospitais universitários permanecem como espaço de pertencimento e desenvolvimento profissional. “A partir desse momento, vocês poderão integrar nossos quadros nos hospitais universitários e também a docência nas universidades federais. Nossos hospitais serão sempre suas casas do saber”, afirmou.

A mesa solene foi composta pelo reitor da UFC, Custódio Almeida; pela superintendente do Complexo Hospitalar da UFC, Josenília Gomes; pelo pró-reitor adjunto de Pesquisa e Pós-Graduação, Luiz Lopes; pelo diretor da Faculdade de Medicina, João Macêdo; pela gerente de Atenção à Saúde do Hospital Universitário Walter Cantídio, Virgínia Cortez; pelo gerente de Atenção à Saúde da Maternidade-Escola Assis Chateabriand, Edson Lucena; pelo gerente de Ensino e Pesquisa do Complexo Hospitalar, Renan Montenegro Júnior; pelo chefe do Setor de Gestão do Ensino e representante da Comissão de Residência Médica, Rômulo Lobo; e pela presidente da Comissão de Residência Multiprofissional em Saúde, Andréa da Nóbrega.

Em seu discurso, Andréa da Nóbrega lembrou que 2026 é também um marco histórico para a Instituição. “Este ano celebramos 20 anos dos programas de Residência em Área Profissional da Saúde na UFC. A primeira foi a de Farmácia Hospitalar, em 2006, idealizada pela Dra. Geny Neri”, recordou. Ela destacou ainda a presença de residentes estrangeiros, fruto de projetos de internacionalização com Cabo Verde e do programa Ebserh Brasil-Angola, além da recente conquista de bolsas do Ministério da Saúde para programas de Neonatologia, Pediatria e Oncohematologia.

Reitor falando na mesa solene do evento
Durante a solenidade, o reitor Custódio Almeida destacou o significado institucional da certificação conferida aos concluintes. (Foto: Victor Hudson/ Comunicação Ebserh)

Rômulo Lobo dirigiu-se aos concluintes com uma mensagem de encorajamento. “Agora, muitos de vocês estarão pela primeira vez totalmente ‘soltos’ no sistema. Profissionais plenos e donos de suas trajetórias. Isso é gratificante, mas também pode ser assustador. As portas do Complexo seguem abertas para vocês”, afirmou, lembrando que parte dos egressos permanecerá na instituição como pós-graduandos ou futuros preceptores.

Em tom de gratidão institucional, Renan Montenegro Júnior agradeceu o apoio da Alece,  na pessoa do presidente Romeu Aldigueri, pela cessão do espaço, e destacou o trabalho coletivo que sustenta a formação em serviço. “Quem faz a residência é o residente, em vários sentidos, mas não só. Agradecemos aos professores, colaboradores e profissionais que fazem nossos hospitais funcionarem, muitas vezes de forma silenciosa”, pontuou.

A superintendente Josenília Gomes, emocionada, ressaltou o vínculo construído ao longo da trajetória formativa. “Muitos aqui foram meus alunos na graduação. Como professora, é um orgulho enorme celebrar a finalização de mais um ciclo na vida de vocês. Obrigada por terem confiado nos nossos hospitais para realizar essa formação”, disse.

Representando os residentes, a oradora da Residência Multiprofissional, Ana Raquel Lima, falou sobre os laços criados no cotidiano hospitalar. “Vivemos este hospital intensamente. Criamos vínculos, acumulamos histórias e cicatrizes que nos transformaram. Hoje deixamos de ser apenas residentes para nos tornarmos profissionais ainda mais conscientes de nosso papel na sociedade”, declarou.

Já o orador da Residência Médica, Narcílio Damasceno, relembrou os desafios enfrentados desde o início da jornada. “Não foi fácil. Sistemas, plantões, sonhos, muitos sonhos. Fomos tomados por tantas obrigações que, às vezes, quase esquecemos por que estamos aqui. Que nunca esqueçamos de quem sonhou junto conosco”, afirmou, em discurso marcado por emoção e leveza.

Em sua fala, o professor Custódio Almeida sublinhou o significado institucional da certificação conferida aos concluintes. “A partir de hoje, vocês carregam a chancela da maior e mais antiga universidade do Estado do Ceará. E isso não é apenas um título. É quase um pacto”, afirmou. Destacando o papel estratégico do Complexo Hospitalar da UFC, em parceria com a Ebserh, reforçou: “Somos hospital de ensino, de assistência e de pesquisa. Vocês foram talhados dentro do Sistema Único de Saúde – e eu gostaria de puxar uma salva acalorada de palmas para o SUS”.

O reitor concluiu lembrando que a experiência vivida durante a residência ultrapassa qualquer certificação formal. “Cada um de vocês sai daqui com uma especialidade e com uma vivência que os marcará para sempre. Tatuagens podem ser removidas, rostos podem mudar, mas a experiência de ser residente formado na UFC é perene, única e inextinguível”, finalizou.

Pessoas que participaram da solenidade sentadas nas cadeiras do auditório
A solenidade reuniu autoridades acadêmicas, gestores, preceptores, familiares e poucos mais de 100 especialistas, agora formados pela Instituição. (Foto: Victor Hudson/Comunicação Ebserh)

TÍTULOS CONCEDIDOS - O programa de Residência Médica formou 154 médicos anestesiologistas, cardiologistas, cirurgiões gerais, cirurgiões plásticos, cirurgiões vasculares, clínicos gerais, coloproctologistas, dermatologistas, ecocardiografistas, endocrinologistas, endocrinologistas pediátricos, endoscopistas digestivos e ginecológicos, gastroenterologistas, geriatras, hematologistas, infectologistas, médicos de família e comunidade, especialistas em medicina do sono, em medicina fetal, em medicina intensiva, em medicina legal e perícia, em medicina paliativa, em neurofisiologia, em nutrição parenteral e enteral, nefrologistas, neurologistas, obstetras e ginecologistas, ortopedistas e traumatologistas, otorrinolaringologistas, patologistas, pediatras, pneumologistas, psiquiatras de adultos e de crianças e adolescentes (são duas residências diferentes), radiologistas e reumatologistas. 

os Programas de Residência Multiprofissional e Uniprofissional em saúde titularam 55 especialistas em cirurgia bucomaxilofacial, diabetes, enfermagem obstétrica, estomaterapia obstétrica, oncohematologia, saúde da mulher e da criança, saúde mental, terapia intensiva e transplante.

Fonte: Gabinete da Reitoria - e-mail: greitor@ufc.br