quarta-feira, 20 de maio de 2026

Registro de atualidade do Curso de Medicina de Sobral da UFC retirados do Instagram @fotos_medsobral_amelhor (Sobre livro de memórias da turma de médicos de 1990.2 do Curso de Medicina de Fortaleza da UFC que traz capítulo da Profª Regina Porto)

 

Profª Regina Porto com o livro de memórias da sua turma de 1990.2


ATUALIDADE - O @fotos_medsobral_amelhor agradece à Profª Regina Porto do Curso de Medicina de Sobral da UFC pelo livro de memórias dos 35 anos da sua turma 1990.2, do Curso de Medicina da UFC (Fortaleza). A obra é uma coletânea de memórias e afetos narrados pelos próprios médicos que, durante a graduação, compartilharam os desafios, o companheirismo, as vitórias e o aprendizado único da formação médica.

Organizada pelos amigos de turma: Almino Cavalcante, Jerônimo de Azevedo, João Helder, Lorena Maria e Moisés  Mendonça,  a publicação é o resultado de lembranças narradas, como bem está na contra capa da publicação, a perenização de um momento tão marcante na vida de cada um(a) quem compôs a turma de médicos de 1990.2 da UFC de Fortaleza.

"Esta obra é o resultado da tenacidade e do desejo incontido dos organizadores de perenizar as vivências e o que representou um período tão marcante na vida de cada um (a). Nasce da trajetória revivida em cada enredo, buscando reminiscências momentos, lembranças, fatos pitorescos e inusitados, escondidos nos recônditos de cada escritor (a), aguardando o momento de se mostrarem prontos para despertar de longa hibernação", a comissão.

No relato de memórias da Profª  Regina Porto, que compõe o livro da página 249 a 261, o leitor encontra-se com uma acadêmica inteligente, dedicada, comprometida com a sua formação técnica  e ética, além de revelar uma personalidade moldada pela afetividade. Desde à sua saída de Sobral, para morar na casa da avó materna Luzia e estudar no Colégio Cearense, até às vivências de estágio no Curso de Medicina da UFC em Fortaleza,  a Profª Regina Porto vai narrando a sua trajetória de moça do interior permeada pelas coisas do seu tempo, mas sabendo desde cedo que queria ser médica.

E foi de plantão em plantão pelos hospitais de ensino, que ela compreendeu o que estava fazendo "...a medicina exige mais do que diagnóstico exige humanidade diante de dilemas profundos.... Eu não queria ser médica, apenas de Hospital, queria entender a vida fora dele, as condições que formam e deformam a saúde de uma pessoa", Profª Regina Porto.

Sobre varizes não tratadas - (Dr. Elpidio Ribeiro - Cirurgião Vascular e Endovascular)


 Para muita gente a preocupação é apenas estética, e de fato, grande parte dos procedimentos para se livrar das varizes são feitas com essa motivação. Porém, você sabia que as varizes também podem oferecer riscos à sua saúde, se não forem tratadas? 🤔🔎

Problemas como:

• Tromboflebites - condição que forma coágulos, onde o fluxo sanguíneo é totalmente interrompido, causando dores muito intensas;

• Embolia pulmonar - condição clínica emergencial, caracterizada por dores no peito, falta de ar e tosse, que pode levar ao óbito;

• Eczema - ocorrem devido aos processos inflamatórios gerados, causando lesões;

• Úlceras varicosas - feridas que se não forem tratadas, podem levar a quadros graves de infecção.

Então, agora que você já sabe que o problema vai muito além da estética, agende a sua consulta e venha cuidar da sua saúde! 😌🩺

📱 Agende sua consulta

(88) 99802.7000

Dr. Elpidio Ribeiro da Silva Filho

CirurgiãoVascular e Endovascular

CREMEC: 16.907 / RQE-CE: 11.221

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Transplante aos 80 anos simboliza mudança de critérios na medicina

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Especialistas defendem avaliação individualizada e apontam impacto de novas técnicas e medicamentos na ampliação do acesso ao procedimento

No dia em que completou 80 anos, Francisco Simeão tornou-se o paciente mais idoso do Paraná a receber um transplante renal. O caso representa a quebra de um antigo paradigma da medicina, que por décadas limitou esse tipo de procedimento com base na idade. 

O novo rim, doado pela irmã de 73 anos, veio após sete meses de diálise, quando ele apresentava apenas 9% da função renal. A história de Simeão reflete uma mudança no país. Apenas no primeiro semestre de 2025, o Brasil realizou 3.236 transplantes renais, e 22,5% foram em pacientes com mais de 60 anos, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).

Realizado no Hospital São Marcelino Champagnat, em Curitiba (PR), o procedimento marca também o primeiro transplante intervivos da instituição e simboliza a evolução da medicina diagnóstica. Segundo o médico nefrologista Rafael Piné, responsável pela cirurgia, a "fragilidade biológica" hoje sobrepõe-se à certidão de nascimento. “No passado, a combinação entre diretrizes rigorosas e a escassez de órgãos impunha restrições etárias à realização de transplantes. O procedimento era pouco frequente em pacientes com mais de 70 anos devido a avaliações baseadas primariamente na expectativa de vida”, explica.

No entanto, hoje em dia esse cenário mudou. “A idade cronológica, isoladamente, não é mais um critério de exclusão. A indicação é feita de forma individualizada, considerando as condições biológicas, funcionais e clínicas do paciente”, afirma. De acordo com o médico, com reserva funcional e suporte familiar, o transplante restabelece a qualidade de vida e a esperança a octogenários. “Se o paciente tem um coração forte, cognição preservada e suporte familiar, a idade cronológica torna-se um detalhe secundário. Além disso, novas técnicas cirúrgicas menos invasivas e imunossupressores mais modernos e “ajustáveis” permitem que o corpo de um octogenário, como é o caso de Simeão, receba o novo órgão com um risco de complicações drasticamente menor do que há 20 anos”, pontua. 

A prova viva dessa vitalidade é o próprio paciente. Empresário com uma rotina intensa, Simeão continua trabalhando ativamente e enxerga no transplante a oportunidade de dar sequência aos seus projetos. “Aos 80 anos, eu ainda tenho muita energia e não passa pela minha cabeça parar de trabalhar. Passar pela diálise foi um desafio, mas receber esse presente me deu uma nova chance. A idade é só um número na identidade quando temos vontade de viver e continuar produzindo”, comemora o paciente.

O gesto de amor veio da irmã mais nova, a médica pediatra Beth Casimiro, que mora em Cambé (PR). Para ela, a cirurgia representou uma retribuição de vida, coroada pela coincidência da data. “O Chico sempre foi o alicerce da família. Sempre tive a impressão de que eu devia um presente a essa altura para ele, só não esperava que fosse no dia do aniversário dele. Se eu podia, por que não fazer? Foi o presente mais inusitado que eu poderia dar. É a oportunidade de oferecer uma vida nova a ele, para que continue sendo essa pessoa ativa e presente na nossa família”, emociona-se a doadora.

Para Simeão, que construiu uma trajetória marcada por influência e liderança, o transplante representa mais um capítulo voltado a projetos de legado e de impacto. Seu caso serve de estímulo para outros pacientes, mostrando que a idade, por si só, não é um impeditivo para a saúde e a renovação.

 

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Informações à Imprensa:  Central Press centralpress@centralpress.com.br


HRVJ realiza mais de 6 mil procedimentos hemodinâmicos em quatro anos de funcionamento

 


“Antigamente, o paciente do interior precisava ir a Fortaleza para um cateterismo ou angioplastia, e hoje a saúde vai até ele”, comemora a coordenadora de Enfermagem do setor de Hemodinâmica do Hospital Regional Vale do Jaguaribe (HRVJ), Luma Campos. O setor completou quatro anos de funcionamento este mês, com vasto histórico de atendimentos e procedimentos cardíacos.

“Em cardiologia, dizemos que ‘tempo é músculo'”, diz Luma. A frase se refere ao fato de que, durante um infarto, a cada minuto que uma artéria coronária permanece obstruída, mais células do músculo cardíaco (miocárdio) morrem de forma irreversível. A unidade de saúde da Rede Sesa e gerida pelo Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH), localizada em Limoeiro do Norte, realizou quase 6,5 mil procedimentos em quatro anos de funcionamento.

Desde a inauguração do setor, em maio de 2022, já foram atendidos mais de 5,5 mil pacientes

O setor é o primeiro do interior a compor a rede pública de saúde, em que as decisões são tomadas em conjunto por especialistas para garantir o melhor para o paciente. Com uma equipe formada por enfermeiros especialistas, médicos hemodinamicistas e cardiologistas, desde maio de 2022 já foram atendidos mais de 5,5 mil pacientes.

Uma dessas pacientes foi a agricultora Miriam da Silva, de 56 anos. Advinda de Maranguape, ela realizou um cateterismo no mês de abril. “Foi muito importante ser atendida perto de casa”, assinala ela, testemunha concreta do processo de interiorização dos serviços de saúde.

Atendimento qualificado, humanizado e empático perto de casa

O processo de levar a saúde para o interior fez com que a população dos municípios localizados distantes da capital tivesse mais acesso facilitado ao Sistema Único de Saúde (SUS). “Ter um setor que realiza, em média, 1.700 procedimentos por ano na região significa salvar corações que não suportariam o tempo de viagem até a capital. Ser atendido perto de casa, com especialistas e, principalmente, com um atendimento qualificado, humanizado e empático é o que o governo quer garantir a todos os cearenses”, finaliza Luma Campos.

Fonte: https://www.isgh.org.br/

terça-feira, 19 de maio de 2026

Sobre o o medo da cirurgia - Dr. Diego Bezerra (Cirurgião Oncológico - Cirurgião Geral)

 





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Nas redes sociais, siga o Dr. Diego Bezerra pelos canais do Facebook e Instagram @drdiegobezerra



Dr. Diego Bezerra CRM 10362 - Cirurgião Oncológico. ⠀
Vesalius Centro Médico
(88) 36772311 ou WhatsApp (88) 98007000

Tecnologia de ponta na clínica Vesalius para a realização de ultrassonografia, punção biópsia de mama, tireoide e próstata.

Santa Casa de Sobral retoma exames de endoscopia e colonoscopia com novo equipamento de alta definição

 

Santa Casa de Misericórdia de Sobral retomou os serviços de endoscopia e colonoscopia com a implantação de um novo equipamento de alta definição, fortalecendo a assistência especializada ofertada à população da Região Norte do Ceará.

A expectativa é ampliar o número de atendimentos e reduzir o tempo de espera dos pacientes do SUS. O novo aparelho, adquirido com recursos próprios da instituição, utiliza a processadora Olympus CV-190, considerada tecnologia moderna para exames de endoscopia digestiva alta e colonoscopia.

A diretora assistencial da Santa Casa, Maria de Lourdes dos Santos Rocha, destacou que a retomada representa mais acesso, agilidade e qualidade nos diagnósticos. Já o diretor técnico, Ueides Fechine, afirmou que o investimento reforça o perfil de média e alta complexidade do hospital.

O médico endoscopista Felipe Rios ressaltou que o equipamento permite imagens em alta definição, oferecendo mais precisão nos procedimentos realizados pelo SUS.

A primeira paciente atendida com o novo aparelho foi a aposentada Maria Assunção Gonçalves Brito, que agradeceu pelo atendimento recebido na instituição.


Fonte: Sobral Em Revista (https://sobralemrevista.com.br/) 

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Saúde da Mulher: Sobre o exame de Mamografia (Drª Carla Macedo - Ginecologia e Saúde da Mulher)

 


"O câncer de mama é uma doença comum entre as mulheres, por isso, rotineiramente indicamos a realização de exames periódicos para o diagnóstico precoce.

Minha recomendação segue as sociedades brasileiras de Radiologia e Mastologia que recomendam realização da mamografia com intervalos anuais, a partir dos 40 anos.

Antes disso, a sensibilidade dos exames de imagem para o diagnóstico é muito baixa, os exames acabam não sendo eficazes causando estresse e ansiedade desnecessários.

Exceção a esta regra são as pacientes que apresentam sintomas (por exemplo nódulos na mama) e que possuem elevado risco de câncer de mama por seu histórico familiar" (Drª Carla Macedo)

Ficou na dúvida? Agende sua consulta!

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Drª. Carla Macedo atende na Clínica Prioritá

Endereço: Av. Monsenhor José Aloísio Pinto, 1362, salas 108  e 109 
Cidade Gerardo Cristino de Menezes
(São Lucas Medical Center)
Sobral-Ceará

Para dúvidas e demais agendamentos:

📞(88) 3677.2312 / 88 9.9318-4038(WhatsApp)

  http://dracarlamacedo.com.br/agendamento


 CREMEC-10846  - TEGO 064/2011 -  RQE 5950

https://linktr.ee/carlarobertaginecologista


- Quem é a Drª. Carla Macedo?

Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (2007) e residência médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em parceria com a Santa Casa de Sobral (2011). Concluiu Mestrado acadêmico em Saúde da Família pela UFC (2013) na linha de pesquisa de Educação Permanente. Atualmente atuando no corpo docente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará na disciplina de Ginecologia e Obstetrícia como Profª Doutora em Ciências Cirúrgicas pela UFC. 

Saiba mais sobre a ansiedade, transtorno que afeta milhões de brasileiros

 

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Médica especializada em saúde mental, com foco em ansiedade e depressão, Dra. Tamires Cruz explica as características do distúrbio e comenta a respeito dos vários tipos desse transtorno

O distúrbio de ansiedade é uma questão de saúde pública no Brasil. Para se ter uma ideia da dimensão do problema, em 2019, conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), o país apresentava 18,6 milhões de pessoas (quase 10% da população) sofrendo com esse transtorno, o que o colocava naquele momento em primeiro lugar no ranking das nações mais ansiosas.

Justamente por isso, faz-se necessário conhecer mais sobre o tema. Médica especializada em saúde mental, com foco em ansiedade e depressão, Dra. Tamires Cruz explica que a ansiedade é um fenômeno natural. “Quando o cérebro detecta o perigo, ele envia sinais de alarme ao corpo, que reage conforme o aviso.”, explica. Dessa forma, segundo ela, sentir-se um pouco ansioso ao enfrentar grandes eventos da vida é normal.

Quando esses sentimentos de preocupação persistem, mesmo quando tudo está sob controle, o que é natural torna-se patológico. Caracteriza-se dessa forma o transtorno de ansiedade, que pode acarretar diversos problemas de ordem emocional”, diz a médica. Segundo Dra. Tamires, quem sofre do distúrbio costuma apresentar autoestima e autoconfiança muito baixas, pois fica com a mente cheia de pensamentos negativos sobre seu valor e suas habilidades. Além disso, conforme a médica, a tensão constante pode causar dores de cabeça e tensão muscular.

Como muitas questões de saúde mental, a ansiedade vem carregada de estigma social. Segundo a médica, porque não acreditam que os outros entenderão o que estão sentindo, porque se preocupam com o fato de serem julgados e de serem vistos como fracos, as pessoas ansiosas muitas vezes optam por não falar sobre suas preocupações, o que acaba agravando a situação. “Assim, quem sofre com o transtorno se culpa pelo modo como se sente e passa também a apresentar sinais depressivos”, ressalta.

Conforme Dra. Tamires, embora ainda não exista cura, os tratamentos disponíveis podem ajudar quem sofre com o transtorno a se sentir melhor. Não obstante, é preciso que o paciente procure ajuda profissional quando apresentar sintomas. O problema é que falta conhecimento a respeito do assunto. “Por isso a necessidade da difusão de um maior número de informações sobre o distúrbio de ansiedade, para a pessoa ter uma melhor compreensão do que está enfrentando”, diz a médica.

 Tipos de ansiedade

Por exemplo, segundo Dra. Tamires, muitos não sabem, mas o distúrbio de ansiedade não acomete todos da mesma forma. Há vários tipos, tais como: o transtorno da ansiedade generalizada (TAG); transtorno do pânico; transtorno da ansiedade social; fobias; transtorno obsessivo compulsivo (TOC); transtorno de estresse pós-traumático (TEPT); e transtorno de ansiedade de separação.

O transtorno de ansiedade geral (TAG), por exemplo, caracteriza-se por preocupação e medo duradouros em razão de diversas situações e acontecimentos. “Os sentimentos ocasionados por essas preocupações se tornam irreais, o que pode afetar o desempenho de quem sofre de TAG em seus esforços diários, devido à incapacidade de controle”, explica Dra. Tamires. Conforme a médica, os sintomas sãos os mesmos da ansiedade comum (dores de cabeça e estômago, irritabilidade, inquietação, fadiga, falta de concentração sudorese, dificuldade para dormir, sensação de destruição constante e iminente) porém mais crônicos e graves.

O transtorno do pânico distingue-se por seus ataques de intenso medo, que podem incluir, entre outros sintomas: tremores, palpitações cardíacas, falta de ar, medo de perder o controle, formigamento, e medo extremo da morte e desgraça iminente. “Os ataques surgem repentinamente e atingem o nível de pânico em minutos, podendo durar horas”, explica Dra. Tamires. Segundo a médica, aqueles que sofrem do transtorno costumam evitar certos lugares, pessoas e situações por medo de que possam desencadear um ataque de pânico.

Evitar a socialização, pelo medo de julgamentos negativos e embaraços públicos é ação mais comum de quem sofre de transtorno de ansiedade social. Dra. Tamires relata que indivíduos que apresentam esse quadro, quando se encontram em situações em que são forçados a interagir com outras pessoas, começam a sentir sintomas físicos extremos de desconforto, como aumento da frequência cardíaca, náusea, tontura e sudorese. “Para ser diagnosticado com esse tipo de transtorno, a pessoa deve apresentar esses sintomas a maior parte do tempo, por pelo menos seis meses”, diz.

As fobias são um sentimento irracional de medo de algo ou de uma situação específica. Existem diversos tipos de fobias, de altura, de aranhas, de voar, de lugares apertados, de multidões etc. Segundo Dra. Tamires, pessoas com fobias tentam ao máximo driblar esses objetos ou situações a fim de evitar ataques de pânico desencadeados por esses medos irracionais, que podem ser incontroláveis. “Para receber o diagnóstico da doença, o medo deve impactar negativamente o cotidiano da pessoa, sendo sentido de maneira excessiva e persistente por pelo menos seis meses”, afirma.

Quem sofre de transtorno obsessivo compulsivo (TOC) apresenta pensamentos ou ações angustiantes e repetitivas, que não conseguem ser evitadas, por mais que se saiba que se trata de uma reação irracional. Conforme Dra. Tamires, indivíduos com TOC buscam justificar suas ações com sentimentos supersticiosos, como, por exemplo, limpar obsessivamente itens pessoais, andar no mesmo padrão, lavar as mãos constantemente, e verificar inúmeras vezes o mesmo objeto, como fogões a gás e interruptores de luz.

O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) é um distúrbio de ansiedade que, geralmente, decorre de uma experiência anterior em que houve risco de perder a vida. Segundo Dra. Tamires, os ataques de pânico do TEPT costumam acontecer quando as pessoas são confrontadas com um fator desencadeante que remete ao evento traumático.  “Esse quadro, muitas vezes está associado a homens e mulheres que servem ou serviram nas forças armadas, mas pode afetar qualquer pessoa que tenha passada por uma situação de quase morte”, comenta.

Por fim, o transtorno de ansiedade de separação apresenta-se como uma intensa exibição de pânico quando a pessoa experimenta um afastamento de alguém, lugar ou objeto. Conforme Dra. Tamires, os sintomas deste distúrbio são tipicamente observados em crianças pequenas quando separadas das mães ou dos principais cuidadores.

Informações à Imprensa: Patricia Jimenes (patricia@jimenescomunicacao.com.br)


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Labomar (UFC) participa de missões de combate ao peixe-leão em Fernando de Noronha e Jericoacoara

Imagem: Imagem subaquática em tons de azul mostra uma mergulhadora usando roupa de mergulho, máscara e equipamento de respiração, em meio a formações rochosas no fundo do mar. Ela segura uma haste de contenção com um peixe-leão preso na ponta. O peixe exibe nadadeiras abertas e espinhos longos e ornamentados, em tons de marrom, branco e avermelhado. Presos ao colete da mergulhadora, há equipamentos de mergulho e acessórios em destaque na cor laranja. Ao fundo, a água azul profunda envolve a cena, reforçando o ambiente marinho.
Espécies exóticas invasoras representam uma das maiores ameaças à biodiversidade global, causando impactos ambientais, socioeconômicos e até de saúde pública (Foto: Arquivo pessoal)

O Instituto de Ciências do Mar (Labomar) da Universidade Federal do Ceará (UFC) participará de missões de combate ao peixe-leão em duas importantes unidades de conservação marinha do país: o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha e o Parque Nacional de Jericoacoara, nos meses de maio e junho. Espécie invasora, o peixe-leão vem se expandindo no Brasil rapidamente, desde 2020, preocupando especialistas devido aos impactos sobre peixes nativos e sobre o ambiente como um todo. 


Espécie originária do Indo-Pacífico, o peixe-leão (Pterois volitans) é um predador voraz, pois cada animal adulto pode se alimentar de até 20 pequenos peixes nativos em 30 minutos, o que impacta a biodiversidade brasileira. Além disso, possui 18 espinhos venenosos, ausência de predadores naturais no Brasil e apresenta elevada capacidade reprodutiva (cada fêmea pode ter mais de dois milhões de ovos por ano), tornando seu controle um enorme desafio para a sociedade brasileira.

Recentemente, o arquipélago de Fernando de Noronha registrou a captura do maior peixe-leão já documentado no mundo, com cerca de 49 centímetros, reforçando o alerta sobre o avanço da invasão biológica. O problema também já atinge áreas protegidas do Ceará, incluindo o Parque Nacional de Jericoacoara, onde pesquisadores do Labomar/UFC vêm monitorando a presença da espécie desde 2022.

As missões de combate ao peixe-leão serão lideradas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) com participação do Labomar/UFC, por meio de pesquisadores e estudantes vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Marinhas Tropicais (PPGCMT). O ICMBio é o órgão responsável pela gestão dos parques federais e pelo controle das espécies exóticas invasoras.

O objetivo é o controle populacional da espécie invasora, a geração de dados científicos para pesquisa e monitoramento, desenvolvimento de teses de doutorado, além da capacitação de diferentes públicos envolvidos com a conservação costeira e marinha. A equipe atuará em atividades de mergulho autônomo, monitoramento e captura do peixe-leão, além de ações de educação ambiental e capacitação técnico-científica junto às comunidades locais e instituições parceiras. 

Imagem: Sete mergulhadores posam sobre uma embarcação em alto-mar, sob céu parcialmente nublado. O grupo, formado por homens, veste roupas de mergulho pretas; alguns estão descalços e outros usam parte do equipamento. Todos sorriem para a câmera e fazem gestos com as mãos.  À frente deles, sobre o piso branco do barco, estão dispostos vários peixes-leão alinhados em fileiras, resultado da ação de manejo da espécie invasora. Também aparecem equipamentos de mergulho, como nadadeiras azuis, cilindro e baldes. Ao fundo, o mar azul se estende até uma faixa de vegetação em terra firme, visível no lado direito da imagem.
As missões contarão com a participação de pesquisadores e estudantes vinculados ao Labomar e ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Marinhas Tropicais (Foto: Arquivo pessoal)

Na expedição de Fernando de Noronha, de 18 a 22 de maio, participarão a doutoranda Maria Luiza Gallina (PPGCMT) e o professor Marcelo Soares (Labomar). Segundo Gallina, "a expedição em Fernando de Noronha é uma oportunidade estratégica para avançar na discussão sobre o consumo do peixe-leão como ferramenta de manejo. Transformar o invasor em recurso alimentar é uma das abordagens discutidas internacionalmente, e eventos como este são fundamentais para avaliar a viabilidade dessa estratégia em diferentes contextos", afirmou a doutoranda.

A programação na ilha contará com seminários técnico-científicos reunindo pesquisadores, gestores ambientais, pescadores, mergulhadores e comunidades locais para discutir estratégias integradas de manejo e conservação marinha. As atividades das missões são financiadas pelo ICMBio, pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e por recursos próprios da pós-graduação.

Já na missão em Jericoacoara, prevista para ocorrer de 14 a 24 de junho, estão escalados o pesquisador Wilson Franklin Jr., a doutoranda Anne Gurgel e os professores Marcelo Soares e Tommaso Giarrizzo, do Labomar/UFC. Segundo Giarrizzo, “a expedição em Jericoacoara faz parte das atividades previstas no acordo de cooperação técnica entre a UFC e o ICMBio, sendo uma ação estratégica para monitorar o tamanho da população do peixe-leão nesta importante unidade de conservação federal e subsidiar ações de controle, manejo e educação ambiental. O Parque Nacional de Jericoacoara é, atualmente, o terceiro parque nacional mais visitado do Brasil e, por isso, é necessário acompanhar todos os estressores ambientais, incluindo espécies invasoras, que possam comprometer a integridade ecológica da unidade de conservação, além de afetar o turismo e a economia local”, afirmou o professor do Labomar/UFC.

Fonte: Laboratório de Ecologia e Conservação Marinha (Mares) do Labomar/UFC - fone: (85) 3366.7010 

Vacinação contra gripe é liberada para toda a população do Ceará a partir desta segunda-feira.

 

Ceará amplia, a partir desta segunda-feira (18/5), a vacinação contra a gripe para toda a população. A medida busca aumentar a cobertura vacinal e reforçar a proteção contra os vírus influenza em todo o estado.

A vacina disponibilizada pelo sistema público protege contra os vírus influenza A (H1N1 e H3N2) e influenza B. Segundo as autoridades de saúde, o imunizante é seguro, gratuito e pode ser aplicado juntamente com outras vacinas do calendário nacional.

A orientação é que a população procure a unidade de saúde ou posto de vacinação mais próximo para garantir a imunização, especialmente diante do aumento de doenças respiratórias neste período do ano.

A ampliação da campanha reforça a estratégia de prevenção adotada pela rede pública de saúde, buscando reduzir complicações, internações e a circulação dos vírus da gripe.

O lado oculto da harmonização facial masculina: excesso, arrependimentos e a busca pela naturalidade

A harmonização facial masculina se tornou uma das maiores tendências da estética nos últimos anos. Impulsionados pelas redes sociais, pela exposição constante da imagem e pela influência de celebridades e influenciadores digitais, cada vez mais homens passaram a procurar procedimentos capazes de deixar o rosto mais marcado, definido e “perfeito”.
 
Mandíbulas extremamente desenhadas, malar volumoso e contornos faciais exagerados passaram a dominar a estética masculina nas redes mas, por trás da popularização desses procedimentos, especialistas começam a observar um movimento preocupante: o aumento dos arrependimentos e da chamada “desarmonização facial”.
 
Segundo o cirurgião plástico Dr. Hugo Sabath, da Clínica Libria, o perfil dos pacientes masculinos mudou significativamente nos últimos anos.
 
“Hoje os homens procuram muito mais procedimentos estéticos do que antigamente. Existe uma preocupação maior com aparência, envelhecimento e presença digital. O problema é quando essa busca passa a ser guiada por padrões irreais criados pela internet”, explica.
 
De acordo com o especialista, muitos pacientes chegam ao consultório influenciados por rostos extremamente padronizados vistos nas redes sociais.
 
“Existe uma tendência muito forte de copiar mandíbula, queixo e contornos faciais de influenciadores ou famosos. Mas o rosto masculino precisa respeitar proporção, anatomia e identidade. Nem tudo que fica bom em uma pessoa funciona em outra”, alerta.
 
Entre os exageros mais frequentes observados atualmente estão o excesso de preenchimento mandibular e a hiperprojeção da região malar.
 
“Estamos vendo homens muito jovens com rostos artificialmente endurecidos, sem naturalidade e muitas vezes sem mobilidade facial adequada. O excesso acaba tirando justamente aquilo que o paciente queria valorizar”, afirma Dr. Hugo Sabath.
Segundo o médico, existe uma diferença importante entre harmonizar e transformar completamente o rosto.
 
“A harmonização bem feita melhora traços, suaviza assimetrias e preserva características masculinas. Quando há exagero, o rosto perde identidade e passa a ter um aspecto artificial”, explica.
 
O especialista destaca que muitos homens acabam buscando procedimentos por pressão estética e insegurança alimentada pelas redes sociais.
 
“A exposição constante da imagem faz com que muitos pacientes se comparem o tempo inteiro. Filtros, edição e padrões irreais criam uma percepção distorcida do que é beleza”, comenta.
 
Esse cenário também tem aumentado os casos de arrependimento.
 
“Hoje recebemos muitos pacientes querendo retirar excesso de preenchimento ou corrigir procedimentos antigos. Alguns relatam que deixaram de se reconhecer no espelho ou perceberam que o rosto ficou pesado e artificial”, relata.
 
Segundo Dr. Hugo Sabath, o problema não está na harmonização facial em si, mas na falta de equilíbrio e planejamento.
 
“O grande erro é transformar a estética em tendência. O rosto não pode seguir moda. O que está em alta hoje pode parecer exagerado daqui alguns anos”, afirma.
 
Para o especialista, o conceito de beleza masculina vem mudando.
 
“Existe um retorno importante à naturalidade. O homem quer aparência saudável, descansada e harmônica não um rosto excessivamente preenchido”, explica.
 
Outro ponto importante é o papel ético do profissional.
 
“O médico precisa saber dizer não. Nem tudo que o paciente pede deve ser feito. Muitas vezes o melhor procedimento é justamente aquele que preserva a identidade do rosto”, reforça.
Além da parte estética, o impacto emocional também merece atenção.
 
“Quando o paciente perde suas características naturais, isso afeta autoestima, autoconfiança e até a forma como ele se relaciona socialmente”, comenta.
 
Entre as principais orientações para homens que desejam realizar harmonização facial, Dr. Hugo Sabath destaca:
 
- buscar profissionais qualificados
- evitar decisões impulsionadas por redes sociais
- desconfiar de exageros e resultados padronizados
- priorizar naturalidade e equilíbrio
- entender que menos, muitas vezes, é mais
 
“A melhor harmonização é aquela que ninguém percebe exatamente o que foi feito”, pontua.
 
O especialista também lembra que muitos famosos e influenciadores vêm mudando o discurso sobre estética.
 
“Hoje vemos diversas celebridades falando abertamente sobre arrependimentos e excesso de procedimentos. Isso mostra que a estética está entrando em uma nova fase, mais consciente e menos artificial”, afirma.
 
Conclusão
 
Para o Dr. Hugo Sabath, a harmonização facial masculina pode trazer excelentes resultados quando realizada com critério, equilíbrio e respeito à individualidade.“O homem não quer perder sua identidade. A estética moderna precisa valorizar características naturais e não criar rostos padronizados. Quando existe excesso, o resultado deixa de ser harmonização e passa a ser desarmonização. O verdadeiro sucesso está justamente em melhorar sem transformar completamente quem o paciente é”, conclui.

Mais sobre: 

Dr. Hugo Sabath

Cirurgião Plástico – CRM 131.199/SP


Informações à Imprensa: imprensa@rtacomunicacao.com.br


Reflexão da Semana

 


Comentário à reflexão da semana de Sêneca: "O pensamento é atribuído a Sêneca sobre ansiedade e excesso de preocupação!Essa frase foi dita há mais de 2000 (dois mil) anos. Fico imaginando o que Sêneca diria nos dias de hoje!" (Reflexão e comentário enviados por leitor do Blog Encontro Com a Saúde)

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Mais de 500 mil brasileiros acima dos 50 vivem com autismo

 


O debate sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) vai muito para além da infância. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo Demográfico de 2022, mostram que o Brasil possui mais de 521 mil pessoas com autismo acima dos 50 anos, dentro de um universo de aproximadamente 2,4 milhões de brasileiros diagnosticados. O número evidencia uma realidade muitas vezes invisibilizada: o diagnóstico tardio.

Por décadas, o autismo foi pouco compreendido e frequentemente subdiagnosticado, especialmente em gerações anteriores. A falta de acesso à informação, dificuldades no sistema de saúde, limitações financeiras e emocionais das famílias, além do estigma em torno de condições neurodivergentes, estão entre os principais fatores que contribuíram para que muitos indivíduos chegassem à vida adulta sem diagnóstico.

Na maioria dos casos, o diagnóstico tardio está associado a quadros mais leves do espectro, em que não há deficiência intelectual e a pessoa consegue manter uma vida funcional e independente. Esses indivíduos, muitas vezes, desenvolvem estratégias para se adaptar socialmente ao longo da vida, o que pode mascarar características do transtorno. A busca por avaliação costuma surgir apenas na vida adulta, quando dificuldades sociais, emocionais ou comportamentais passam a ser mais percebidas.

Segundo a psicóloga e especialista da Rede Oto, Mariana Kolb, o diagnóstico, mesmo tardio, tem impacto significativo na vida dos pacientes. “Muitas pessoas chegam aos 50 anos sem compreender aspectos importantes do próprio comportamento. O diagnóstico traz clareza, reduz sentimentos de inadequação e permite que o paciente desenvolva estratégias para melhorar sua qualidade de vida e suas relações”, explica.

Entre os sinais mais comuns em adultos, estão dificuldades persistentes de interação social, comunicação mais direta, sensibilidade a estímulos e necessidade de rotinas estruturadas. Por muito tempo, essas características foram interpretadas apenas como traços de personalidade, o que contribuiu para o atraso no reconhecimento do transtorno.

Especialistas alertam ainda para os riscos do autodiagnóstico, impulsionado pela popularização de conteúdos nas redes sociais. Embora o acesso à informação ajude a ampliar o conhecimento sobre o tema, a avaliação clínica continua sendo essencial para um diagnóstico seguro, considerando histórico de vida, comportamento e contexto social do paciente. Além disso, através da avaliação clínica passa a ser essencial para o diagnóstico seguro, ajudando a orientar o manejo mais adequado e intervenções personalizadas a cada paciente.


Informações à Imprensa

Assessoria da Rede Oto  — Capuchino Press
Elias Bruno - elias@capuchino.com.br
Renata Benevides
Karla Rodrigues