quinta-feira, 30 de abril de 2026

Sobre inchaço nas pernas - (Dr. Elpidio Ribeiro - Cirurgião Vascular e Endovascular)


 

Inchaço pode ser passageiro ou ser um constante aviso de que algo não vai bem com o nosso corpo. Nas duas hipóteses, o primeiro pensamento é: como amenizar esse desconforto?

E aqui vão algumas dicas para você usar enquanto o dia da consulta com o médico não chega:

🦶 Dica 2: Elevar os pés ao dormir.

Ao se deitar, deixar os pés por cerca de 15 centímetros acima do nível do coração, facilita a circulação.

🦵 Dica 1: Exercite a panturrilha.

Estimular o músculo da “batata da perna” com movimentos circulares, corrida ou uma leve caminhada já melhora o fluxo sanguíneo.

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Dr. Elpidio Ribeiro (CREMEC: 16.907 / RQE-CE: 11.221) - É cirurgião Vascular e Endovascular com atuação na cidade de Sobral (CE). Faz parte do corpo clínico do serviço de cirurgia vascular e endovascular do Hospital Regional Norte e da equipe de cirurgia vascular para acessos vasculares do serviço de hemodiálise da Santa Casa de Misericórdia de Sobral.

Realiza atendimento no Instituto de Saúde São Francisco no São Lucas Medical Center, no Hospital Unimed Sobral e na Clínica Boghos Boyadjian Sobral.

Resumo do currículo:

- Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará - campus Sobral (UFC-Sobral).

- Residência Médica em Cirurgia Geral pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCRP-USP).

- Residência Médica em Cirurgia Vascular pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCRP-USP).

- Residência Médica em Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular d Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCRP-USP).

- Doutorando do Departamento de Cirurgia e Anatomia do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCRP-USP).

- Título de Especialista em Cirurgia Vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) e Associação Médica Brasileira (AMB).

SERVIÇO

Instituto de Saúde São Francisco 

São Lucas Medical Center - Salas 106/107

Av. Monsenhor Aloísio Pinto, 1362. Sobral - Ceará

Fone:  (88) 99802.7000

E-mail: elpidioribeiro@outlook.com

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Professora Eva Dias Cristino conclui doutorado em Ciências Médicas pela UFC

 

A professora do Curso de medicina de Sobral da Unniversidade Federal do Ceará (UFC)), Eva Dias Cristino, realizou a defesa de sua tese de doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas da Universidade Federal do Ceará (UFC). A pesquisa foi desenvolvida sob orientação do professor Armênio Aguiar dos Santos, consolidando mais uma importante conquista no campo científico e acadêmico.

Neuropsicóloga e professora dos cursos de Medicina e Psicologia da UFC Campus Sobral, Eva também atua como pesquisadora no projeto “Biperideno para prevenção de epilepsia em pacientes com traumatismo crânio-encefálico”, vinculado ao Hospital Sírio-Libanês, sob coordenação do professor Luiz Eugenio Mello.

Reconhecida pela dedicação e compromisso com a ciência, a nova doutora recebeu homenagens e o orgulho da família, especialmente de seus pais, o neurocirurgião Gerardo Cristino e a promotora de Justiça Ivone Cristino.

A conquista reforça o protagonismo acadêmico de Sobral e da região Norte do Ceará na formação de profissionais altamente qualificados.

Ambulatório das Palavras: Quando uma letra pode matar (COMENTÁRIOS)

Você está no plantão da emergência ou da unidade de tratamento intensivo. Um paciente acaba de ter uma parada cardiorrespiratória e você inicia a reanimação. 

Ao seu redor, cinco pacientes entubados e graves, todos seus, todos instáveis. Você está sozinha. O laboratório manda os resultados dos eletrólitos de três deles ao mesmo tempo; você lê, avalia, decide, prescreve e registra no prontuário. 

Sem possibilidade de segunda opinião. Sem tempo de conferir. Não tem rede de segurança. Só você e a palavra impressa no resultado.E é nessa palavra que reside o problema que você desconhece.

Todo médico que já fez plantão na emergência ou na unidade de tratamento intensivo (UTI) sabe o que é o desequilíbrio hidroeletrolítico. É o pão nosso de cada plantão. O paciente grave está, por definição, em desequilíbrio hidroeletrolítico — ou está em acidose, ou está em alcalose, e invariavelmente os eletrólitos estão descompensados. Sódio, potássio, cálcio, magnésio, cloro: todos precisam ser dosados, todos precisam ser corrigidos, e todos precisam ser corrigidos agora, porque a margem para erro é zero e a janela de tempo é estreita. 

Os protocolos das emergências e das UTIs determinam a repetição dos principais eletrólitos a cada 12 horas, justamente porque o desequilíbrio se reinstala de forma contínua, e a correção precisa acompanhar esse ritmo. 

É um trabalho de Sísifo, e qualquer médico intensivista ou emergencista sabe disso na pele: a gente se esfalfa para corrigir no organismo o que a doença insiste em descompensar. 

A acidose corrigida às oito da manhã pode ter voltado ao meio-dia. O potássio reposto às duas da tarde pode estar baixo de novo às oito da noite. É assim todo plantão, todo dia, toda noite.

Agora, olhe para as duas palavras que determinam duas das reposições: hipo/hipercalemia e hipo/hipercalcemia.

  • Hipo/hipercalemia é a deficiência ou o excesso de potássio no sangue.
  • Hipo/hipercalcemia é a deficiência ou o excesso de cálcio no sangue.

São dois desequilíbrios de eletrólitos inteiramente diferentes, com duas necessidades diferentes de reposição, com consequências completamente distintas — e as duas palavras se diferenciam por uma única letra no meio: o pequeno "c" de hipocalcemia. 

Uma letra. Uma só. No meio da palavra. É pedir para o erro acontecer.

E as alterações dos dois eletrólitos ocorrem no mesmo paciente, ao mesmo tempo, na mesma folha de prescrição, no mesmo plantão. O paciente grave da UTI não tem desequilíbrio do potássio ou desequilíbrio do cálcio. Pode ter um ou outro, ou os dois. 

E as informações sobre os dois chegam juntas no resultado do laboratório, algumas vezes na mesma linha de texto. E sobretudo: as informações de todos os pacientes chegam ao mesmo tempo.

Agora voltemos ao cenário: você está sozinha, com seis pacientes graves e instáveis; as informações do laboratório acabam de chegar, e você lê "hipocalemia". O cérebro, que está processando dezenas de decisões simultâneas em modo de sobrevivência, faz a associação mais rápida disponível: "hipo-cal" — cálcio. E você repõe o cálcio. Para um paciente que precisava de potássio. 

Repondo cálcio na hipocalemia

Se o erro for ler hipocalcemia em vez de hipocalemia e o médico prescrever a reposição de cálcio em vez de potássio em um paciente com potássio baixo, o resultado é um erro terapêutico potencialmente fatal. 

O cálcio não pode substituir o potássio no organismo, e os dois íons desempenham funções opostas ou distintas na condução elétrica cardíaca. 

Ao administrar cálcio desnecessariamente, o médico corre o risco de provocar hipercalcemia, que por si só agrava a instabilidade elétrica do coração e pode precipitar uma arritmia fatal. 

Ao mesmo tempo, a hipocalemia que deveria ter sido corrigida permanece sem tratamento, e a queda progressiva do potássio pode levar à paralisia respiratória. 

O paciente, portanto, é agredido em duas frentes simultâneas: recebe o que não precisa e não recebe o que o manteria vivo.

Repondo potássio na hipocalcemia

Se o erro for ao contrário — o paciente está com hipocalcemia e o médico, ao ler rápido demais, pula a letra c e pensa em hipocalemia —, a reposição de potássio em vez de cálcio é igualmente grave, porque não trata a causa da emergência e ao mesmo tempo introduz riscos novos e independentes. 

A hipocalcemia não corrigida mantém o paciente exposto a tetania, convulsões, laringoespasmo e insuficiência cardíaca. Se o paciente não precisava repor potássio, a administração cria uma hiperpotassemia iatrogênica, e o aumento dos níveis de potássio é diretamente cardiotóxico, podendo causar arritmia grave, parada cardíaca e paralisia muscular. A combinação dessas duas alterações — cálcio baixo prolongando o intervalo QT no eletrocardiograma e potássio alto produzindo a onda T apiculada — aumenta exponencialmente o risco de arritmia ventricular fatal. 

Somando-se a tudo isso, o cloreto de potássio é extremamente irritante para as veias, e sua administração inadequada pode causar flebite com perda do acesso venoso e, em caso de extravasamento, necrose tecidual.

E o seu paciente morre. 

E ninguém investiga, porque ele já estava gravíssimo, porque a morte "era prevista", porque não houve necropsia, porque ninguém pensou em auditar a terminologia da prescrição. O erro desaparece no próprio cenário que o produziu.

Como chegamos aqui?

O potássio tem o nome que usamos no dia a dia, mas na nomenclatura química internacional o seu nome é Kalium —lembre-se da tabela periódica. Tanto que, ao se solicitar a dosagem, é comum escrever no pedido: Na+, K+, Ca2+, Cl-, não é mesmo? Talvez você não se lembre que esse K vem de Kalium, embora saiba perfeitamente que se trata de potássio. 

Kalium é o termo latino.

De etimologia controversa, esse elemento metálico teve seu nome cunhado pelo químico inglês Sir Humphry Davy em 1807. Ele foi o primeiro a isolar o potássio das cinzas de uma panela (do inglês Potash e do alemão Pottasche, passando pelo francês potasse).

Kalium é o nome neolatino e o termo científico internacional para o elemento químico potássio (símbolo K, número atômico 19), derivado de alkali, oriundo do árabe al-qaliy (القالي ), designando "cinzas” ou “cinzas queimadas".

Quando a terminologia médica em inglês precisou criar os termos para os distúrbios causados pela alteração dos níveis séricos de potássio, usou a raiz da notação química da tabela periódica: hypokalemiahyperkalemia. Com k, de kalium. O cálcio, por sua vez, gerou hypocalcemiahypercalcemia. Com c, de calcium.

Em inglês, não há a menor possibilidade de confusão: kalemia e calcemia não se parecem nem de longe, a diferença salta aos olhos.

O português fez uma escolha diferente. 

Como a letra k só foi reintroduzida no alfabeto brasileiro em janeiro de 2009, com a entrada em vigor do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 (junto com o w e y, o k tinha sido banido em 1943, embora essas três letras sempre tenham sido usadas somente em nomes próprios, siglas e palavras estrangeiras), o radical kal- foi aportuguesado para cal-

E nesse momento — nesse exato momento linguístico crucial — foi criada a colisão: calemia (de kalium, potássio) e calcemia (de calcium, cálcio) passaram a se diferenciar por uma única consoante no meio da palavra. 

A armadilha não foi intencional. 

Foi um legítimo acidente etimológico, aceito pelo desconhecimento de suas nefastas implicações. 

Mas este acidente, que ninguém corrigiu em décadas, a cada plantão, a cada resultado de laboratório, a cada prescrição, põe vidas humanas em risco.

E o detalhe que muita gente desconhece: o termo potassemia existe em português. Existia, era usado, era corrente na literatura médica brasileira antes da década de 1980.

Hipopotassemia, hiperpotassemia — termos claros, inequívocos, que usam a raiz do nome que nós, brasileiros, efetivamente usamos para o elemento: potássio. Não kalium, não kal-, não cal-. Potássio. Potassemia. Hiperpotassemia/hipopotassemia.

O que aconteceu depois da década de 1980 foi a influência esmagadora do inglês sobre a terminologia médica em todo o mundo, e particularmente no Brasil. 

Os artigos, os livros-texto, os protocolos, as diretrizes — tudo passou a vir do inglês, e a tradução acrítica dessas fontes trouxe consigo a forma calemia, decalque linguístico de kalemia, sem que ninguém parasse para pensar que no português essa forma era perigosa. 

O termo potassemia, que resolvia o problema, foi sendo abandonado por desuso — não porque fosse incorreto, não porque fosse impreciso, mas por não ser a tradução direta do inglês.

Perdemos a solução que já era nossa.

A proposta

A correção desse deslize terminológico, com a consequente proteção do paciente, não exige tecnologia. Não exige legislação.Não exige investimento. Exige rigor

Se usarmos hipopotassemia e hiperpotassemia para os desequilíbrios do potássio, e hipocalcemia e hipercalcemia para os desequilíbrios do cálcio, a ambiguidade desaparece. Completamente. Não há como confundir potassemia com calcemia. Não há como ler "hipopotassemia" e pensar em cálcio. Não há como prescrever a reposição errada por causa de uma letrinha que o olho cansado ou sobrecarregado do médico de plantão deixou escapar.

Eu queria muito ter acesso ao banco de dados cósmico para saber quantos pacientes morreram ao longo dos anos por iatrogenia inadvertida de origem “terminológica”. 

Quantos médicos, assoberbados, tomando decisões rápidas e graves para vários pacientes ao mesmo tempo, se enganaram por causa de uma consoante. 

Quantos pacientes receberam cálcio quando precisavam de potássio ou vice-versa e foram a óbito, e ninguém pediu necropsia porque a morte foi considerada "natural", porque o paciente "já estava em estado gravíssimo". 

Não foi natural. Foi erro médico — um erro no qual o médico foi induzido por falta de rigor linguístico.

Se voltarmos a usar hipopotassemia e hipercalcemia, estaremos salvando vidas. Não é exagero. Não é retórica. É aritmética: basta que um único médico, em um único plantão, não confunda mais as duas palavras para que algum paciente sobreviva a uma noite que não precisava ser a sua última.

Melhores palavras, melhores diagnósticos. Literalmente.

Nota sobre a conduta: o gluconato de cálcio é utilizado para proteger o coração na hiperpotassemia, estabilizando a membrana celular, e não para tratar o déficit de potássio.

Dra. Carla Vorsatz é médica com pós-graduação lato sensu em Doenças Infecciosas e Parasitárias, ambas as formações feitas na Universidade Federal Fluminense. É a autora do Dicionário de dúvidas e dificuldades do inglês médico para o português do Brasil, versão brasileira do original Libro Rojo do médico espanhol Dr. Fernando Navarro. Dedica-se a estudos linguísticos e terminológicos concentrados na linguagem médica. Acompanhe o trabalho de estudos da linguagem médica da Dra. Carla Vorsatz em Melhores palavras, melhores diagnósticos e suas publicações no linktr.ee.

Fonte: Medscape (https://portugues.medscape.com)


quarta-feira, 29 de abril de 2026

Solidariedade - Campanha em prol do médico Germano Noronha formado no Curso de Medicina de Sobral da UFC

SOLIDARIEDADE - É tempo de ajudar o nosso egresso do Curso de Medicina de Sobral da UFC da 20ª turma, Germano Noronha. Ele foi diagnosticado, em janeiro desse ano, com a doença ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele precisa da sua ajuda para continuar a viver e a lutar contra a doença. 

Seja solidário Colabore comprando um ponto do sorteio ou com um envio de PIX  de qualquer valor - CHAVE PIX: 25853473387 🙏


Sobre Câncer de Estômago - Dr. Diego Bezerra (Cirurgião Geral - Cirurgião Oncológico)

 

Juntos podemos vencer o câncer de estômago!
Você sabia que 70 a 80% dos casos estão relacionados à bactéria H. pylori? Ela é muito mais comum do que parece, e muitas vezes passa anos silenciosa… até causar danos sérios.
Fique atento aos sinais: dor persistente no estômago, sensação de queimação, perda de peso sem explicação, náuseas ou vômitos frequentes. Esses sintomas merecem investigação.
A endoscopia é o exame que permite identificar alterações e, se necessário, realizar a biópsia, passo essencial para um diagnóstico preciso e precoce.
Cuidar agora evita complicações depois. Seu estômago fala, e você precisa escutar!
JUNTOS PODEMOS VENCER O CÂNCER

VEJA O VÍDEO ABAIXO

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Dr Diego Bezerra CRM 10362 - Cirurgião Oncológico. ⠀
Vesalius Centro Médico
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Tecnologia de ponta na clínica Vesalius para a realização de ultrassonografia, punção biópsia de mama, tireoide e próstata.

Registro de atualidade do Curso de Medicina de Sobral da UFC retirados do Instagram @fotos_medsobral_amelhor (Palestra da Profª Renata Freitas sobre Planejamento Financeiro para a Classe Médica )



ATUALIDADE - Na noite da quinta-feira, (23/04), o miniauditório do Curso de Medicina da UFC Sobral foi palco de uma palestra sobre Finanças para Médicos, ministrada pela Profª Renata Freitas (Pediatria e Internato). 

O evento teve como objetivo apresentar estratégias de gestão financeira voltadas especificamente para a realidade dos profissionais e acadêmicos da área médica. A atividade de cunho extracurricular contou com a presença do coordenador do curso, Prof. Paulo Roberto Leal, e foi organizada pela secretária acadêmica, Keila Gadelha. 

​O encontro reuniu um público expressivo, composto por estudantes de medicina, médicos e professores, proporcionando. Ao final da palestra, houve o sorteio de brindes (livros) entre os participantes, encerrando o momento de integração acadêmica. 

O registro reafirma a importância de debates sobre temas extracurriculares que contribuem para a formação sólida e o planejamento futuro dos membros da instituição.

terça-feira, 28 de abril de 2026

Saúde da Mulher - Sobre Implanon - (Drª Carla Macedo - Ginecologia e Saúde da Mulher)


O Implanon é um dos métodos contraceptivos mais discretos disponíveis hoje. Trata-se de um pequeno bastão inserido sob a pele do braço, liberando hormônios que impedem a ovulação. Ele não é visível a olho nu, mas você pode senti-lo ao tocar a área onde foi inserido.

Esse é um dos motivos pelos quais muitas mulheres escolhem o Implanon, além da sua alta eficácia, ele é ideal para quem busca praticidade e segurança no planejamento familiar.

Mas lembre-se, antes de decidir pelo Implanon, é importante conversar com a sua ginecologista para entender se esse é o método mais adequado para você e seu estilo de vida. 🌿

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Responsável técnico pelas informações: Dra. Carla Macedo

📞(88) 3677.2312 / 88 9.9318-4038(WhatsApp)


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Drª. Carla Macedo atende na Clínica Prioritá

Endereço: Av. Monsenhor José Aloísio Pinto, 1362, salas 108  e 109 
Cidade Gerardo Cristino de Menezes
(São Lucas Medical Center)
Sobral-Ceará
Siga a Drª Carla Roberta no Instagram @dracarlamacedogineco

Para dúvidas e demais agendamentos:

📞(88) 3677.2312 / 88 9.9318-4038(WhatsApp)

  http://dracarlamacedo.com.br/agendamento 

Registro de atualidade do Curso de Medicina de Sobral da UFC retirados do Instagram @fotos_medsobral_amelhor (Participação dos Professores do Curso em evento realizado pela SOCEGO em Sobral)

ATUALIDADE - Mais uma vez, o Curso de Medicina de Sobral da UFC mostra a sua relevância no ensino médico da região. Nao se trata de um feito extraordinário, mas o respeito e a consideração, por parte das entidades representativas dos profissionais médicos, à primeira escola médica implantada em Sobral, em 02 de abril de 2001.

Na última sexta-feira (24/04) e no sábado (25/04), Sobral recebeu a 45ª Jornada Cearense de Ginecologia-Obstetrícia e o Workshop de Tocurgia. O evento foi realizado pela SOCEGO(Sociedade Cearense de Ginecologia e Ginecologia) e nos espaços do Curso de Medicina de Sobral da UFC, reunindo profissionais, residentes e estudantes em um ambiente de muito aprendizado, troca de experiências e atualização científica.

Além da organização do evento e a importância para a boa formação médica dos futuros ginecologistas-obstetras, bem como a atualização dos que já atuam na região. Destacamos aqui, a participação dos Professores efetivos do Curso: Carla Roberta Macedo, Guarany Arruda, Airton Rangel, Juvenal Linhares e Márcio Fragoso, em palestras e mesas de discussões em temas relevantes para a saúde da mulher.


Segundo a presidente da SOCEGO, Drª Sammya Bezerra, foi muito satisfatório realizar o evento em Sobral nos ambientes do Curso de Medicina da UFC, bem como o compromisso e o compromisso da . "Cada palestra, discussão e momento de prática reforça o compromisso da SOCEGO com a excelência na assistência à saúde da mulher e com a formação contínua dos ginecologistas e obstetras.



VEJA POSTAGEM COMPLETA NO INSTAGRAM 


Anvisa manda retirar do mercado substância usada em xaropes para tosse por risco de arritmia grave

O Clobutinol é um fármaco geralmente utilizado para tosse

A suspensão vale para todos os remédios com o princípio ativo, independente do fabricante (Foto: freepik)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão no Brasil de medicamentos que tenham a substância Clobutinol em sua composição.

A resolução foi publicada no Diário Oficial da União hoje e já passa a valer. A medida implica na proibição de comercialização, distribuição, fabricação, importação, manipulação, propaganda e uso.

O Clobutinol é um fármaco geralmente utilizado para tosse. Ele é um antitussígeno de ação direta no sistema nervoso central, utilizado para tratar tosse seca e irritativa.

Agência, no entanto, alerta para que ele pode causar arritmia grave. Em justificativa, o órgão explica que a substância pode aumentar o intervalo QT, que é a medida usado no eletrocardiograma para mostrar o tempo de contração e relaxamento dos ventrículos cardíacos.

Decisão ocorreu após um parecer da Gerência de Farmacovigilância, que entendeu que seus riscos superam os benefícios. "Sendo tal situação suficientemente grave para justificar a suspensão dos medicamentos contendo esta substância", concluiu.

A suspensão vale para todos os remédios com o princípio ativo, independente do fabricante. Por isso, a Anvisa não detalha as marcas a serem afetadas, já que até os genéricos dele serão suspensos. (Folhapress)

Fonte: Via O Otimista

Agência UFC: Cobertura ampliada não garante cuidado efetivo à saúde mental indígena, aponta estudo

Fotografia em preto e branco de close de duas pessoas indígenas dando as mãos
Levantamento de dados dos 184 municípios cearenses aponta um paradoxo: localidades com presença de populações indígenas possuem maior oferta de serviços de saúde e, ao mesmo tempo, indicadores mais elevados de sofrimento psíquico (Foto: Viktor Braga / UFC)

Aviso de conteúdo sensível - O material a seguir trata de temas que podem despertar emoções delicadas. Se você ou alguém que você conhece está passando por dificuldades, busque ajuda profissional de imediato. Em caso de emergência, entre em contato com o Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo telefone 188, disponível 24 horas todos os dias.

Um estudo com participação da Universidade Federal do Ceará (UFC) revela um cenário desafiador para a saúde mental de povos indígenas no estado. A pesquisa analisou a cobertura da Rede de Atenção Psicossocial (Raps) e indicadores de saúde mental em municípios cearenses com e sem populações indígenas, apontando um paradoxo: localidades com maior presença de serviços apresentam, ao mesmo tempo, indicadores mais elevados de sofrimento psíquico.

Os pesquisadores levantaram dados dos 184 municípios cearenses. Naqueles com populações indígenas aldeadas (que correspondem a 9,24% do total) há maior concentração de equipamentos e serviços de saúde mental. Cerca de 47% deles contam com Centro de Atenção Psicossocial II (Caps II) e 29,4% com Centro de Atenção Psicossocial Infantil (CapSi) – percentuais que caem para 9,7% e 4,5%, respectivamente, em municípios sem indígenas.


Apesar da maior estrutura, os indicadores de saúde mental são mais graves nessas localidades. A mediana de óbitos por suicídio é o dobro em áreas indígenas, assim como são mais elevadas as taxas de tentativas de suicídio por intoxicação exógena e os registros de violência interpessoal e autoprovocada. Os dados indicam que a ampliação da rede, por si só, não tem sido suficiente para garantir cuidado efetivo. "Muitas vezes ter mais equipamentos não se traduz em uma oferta de serviço qualificada, focando na perspectiva da prevenção e promoção da saúde mental", comenta um dos autores do estudo, James Ferreira Moura Junior, professor do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFC.

De acordo com os pesquisadores, esse cenário evidencia limites de um modelo de atenção ainda centrado em abordagens pouco sensíveis às especificidades culturais, territoriais e coletivas dos povos indígenas. O estudo aponta a necessidade de participação ativa indígena na formulação das políticas públicas, formação intercultural de profissionais e valorização das práticas tradicionais de cuidado.

Eles destacam ainda que fatores históricos, como a violência colonial, racismo estrutural e negação de direitos, especialmente o acesso ao território, continuam impactando diretamente a saúde mental dessas populações. "Esse é um processo que se expressa por meio do apagamento cultural, da deslegitimação dos modos de vida indígenas, do racismo estrutural e da negação sistemática de direitos, sobretudo o direito ao território", afirma a pesquisadora Rosa Pitaguary, liderança do povo Pitaguary e coordenadora de Políticas Públicas na Secretaria dos Povos Indígenas do Governo do Estado do Ceará (Sepince).

Veja mais dados e informações na matéria completa sobre a pesquisa no site da Agência UFC, veículo de divulgação científica da universidade.

Fontes: James Ferreira Moura Junior, professor da Pós-Graduação em Psicologia da UFC – e-mail: jamesferreirajr@gmail.com / Rosa Pitaguary, liderança do povo Pitaguary e coordenadora de Políticas Públicas na Secretaria dos Povos Indígenas do Governo do Estado do Ceará – e-mail: rosa.silva@povosindigenas.ce.gov.br