quarta-feira, 20 de maio de 2026

Registro de atualidade do Curso de Medicina de Sobral da UFC retirados do Instagram @fotos_medsobral_amelhor (Sobre livro de memórias da turma de médicos de 1990.2 do Curso de Medicina de Fortaleza da UFC que traz capítulo da Profª Regina Porto)

 

Profª Regina Porto com o livro de memórias da sua turma de 1990.2


ATUALIDADE - O @fotos_medsobral_amelhor agradece à Profª Regina Porto do Curso de Medicina de Sobral da UFC pelo livro de memórias dos 35 anos da sua turma 1990.2, do Curso de Medicina da UFC (Fortaleza). A obra é uma coletânea de memórias e afetos narrados pelos próprios médicos que, durante a graduação, compartilharam os desafios, o companheirismo, as vitórias e o aprendizado único da formação médica.

Organizada pelos amigos de turma: Almino Cavalcante, Jerônimo de Azevedo, João Helder, Lorena Maria e Moisés  Mendonça,  a publicação é o resultado de lembranças narradas, como bem está na contra capa da publicação, a perenização de um momento tão marcante na vida de cada um(a) quem compôs a turma de médicos de 1990.2 da UFC de Fortaleza.

"Esta obra é o resultado da tenacidade e do desejo incontido dos organizadores de perenizar as vivências e o que representou um período tão marcante na vida de cada um (a). Nasce da trajetória revivida em cada enredo, buscando reminiscências momentos, lembranças, fatos pitorescos e inusitados, escondidos nos recônditos de cada escritor (a), aguardando o momento de se mostrarem prontos para despertar de longa hibernação", a comissão.

No relato de memórias da Profª  Regina Porto, que compõe o livro da página 249 a 261, o leitor encontra-se com uma acadêmica inteligente, dedicada, comprometida com a sua formação técnica  e ética, além de revelar uma personalidade moldada pela afetividade. Desde à sua saída de Sobral, para morar na casa da avó materna Luzia e estudar no Colégio Cearense, até às vivências de estágio no Curso de Medicina da UFC em Fortaleza,  a Profª Regina Porto vai narrando a sua trajetória de moça do interior permeada pelas coisas do seu tempo, mas sabendo desde cedo que queria ser médica.

E foi de plantão em plantão pelos hospitais de ensino, que ela compreendeu o que estava fazendo "...a medicina exige mais do que diagnóstico exige humanidade diante de dilemas profundos.... Eu não queria ser médica, apenas de Hospital, queria entender a vida fora dele, as condições que formam e deformam a saúde de uma pessoa", Profª Regina Porto.

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