O uso de drogas ilícitas na gravidez pode afetar o padrão
neurocomportamental dos bebês. Pesquisa desenvolvida no Programa de
Pós-Graduação em Saúde Comunitária da Universidade Federal do Ceará se
dedicou a descrever um modelo de reconhecimento. Nele, indicativos como
postura patológica, irritabilidade extrema e dificuldade de dormir foram
encontrados em recém-nascidos filhos de dependentes químicas. A
dissertação de mestrado apontou que 53% dos 43 bebês avaliados
apresentaram uma rigidez em extensão, com dedos e pernas esticados e a
cabeça hiperestendida. O estudo é resultado da investigação, iniciada em
2012, quando a fisioterapeuta Sandra Barbosa acabou se tornando uma das
fundadoras da Rede de Cuidados às Gestantes, Puérperas e Recém-Nascidos
em Uso de Tabaco, Álcool e Outras Drogas Dependentes Químicas (REMDA)
na Maternidade-Escola Assis Chateaubriand, do Complexo Hospitalar da
UFC/EBSERH.
“Eu via que eles adotavam um comportamento diferente, porque a postura do bebê, a fetal, é mais acolhedora. Já esses outros apresentavam uma posição de afastamento, estavam sempre mais rígidos”, descreve a pesquisadora, que defendeu a dissertação no Mestrado em Saúde Pública recentemente.
A matéria completa está disponível no site da Agência UFC, canal de divulgação científica e de extensão da Universidade.
“Eu via que eles adotavam um comportamento diferente, porque a postura do bebê, a fetal, é mais acolhedora. Já esses outros apresentavam uma posição de afastamento, estavam sempre mais rígidos”, descreve a pesquisadora, que defendeu a dissertação no Mestrado em Saúde Pública recentemente.
A matéria completa está disponível no site da Agência UFC, canal de divulgação científica e de extensão da Universidade.
Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social e Marketing Institucional – fone: (85) 3366 7331
http://www.agencia.ufc.br/como-o-uso-de-drogas-na-gravidez-afeta-comportamento-e-postura-de-recem-nascidos/

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