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| Momento da palestra realizada no Curso de Psicologia da Faculdade Luciano Feijão (FLF) |
No dia (12/04), o Serviço Social da Santa Casa de Misericórdia de Sobral (SCMS), composto por oito profissionais), realizou uma roda de conversa sobre Doação de Órgãos e Entrevista Familiar na no curso de Psicologia da Faculdade Luciano Feijão (FLF), a convite da professora do Curso, Samara Alves.
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| O Assistente Social da Santa Casa de Sobral, Felipe Ferreira |
Na ocasião, houve a construção e reconstrução de conhecimentos, bem como esclarecimentos de dúvidas sobre assunto, que ainda é tão pouco debatido nas IES. "É importante falar sobre a doação de órgãos aos familiares, pois se alguém tiver o interesse de ser doador de órgão, deve deixar claro para eles qual o seu desejo. Isto é muito importante, porque após a morte, apenas parentes de primeiro e segundo grau podem autorizar a doação de órgãos", esclareceu o assistente social da Santa Casa, Felipe Ferreira. Ainda de acordo com a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), de cada oito potenciais doadores, apenas um é notificado. Enquanto em países como Espanha – referência mundial quando o assunto é transplante – são registrados perto de 40 por milhão, no Brasil essa taxa está próxima de 15. No Brasil, para ser doador é preciso comunicar à família pois somente os parentes podem autorizar a doação.
Negação
Diversos fatores contribuem para este número, mas um dos principais é a negação familiar, uma vez que no Brasil, para ser doador, não é preciso deixar nada por escrito, e sim comunicar à família, pois somente os parentes podem autorizar a doação. Para mudar este quadro e permitir que cada vez mais pessoas que estão na fila dos transplantes possam voltar a desfrutar de uma vida confortável, é essencial inserir a temática da doação no cotidiano, dentro das escolas e faculdades, e também desfazer mitos que circulam entre a população.
Negação
Diversos fatores contribuem para este número, mas um dos principais é a negação familiar, uma vez que no Brasil, para ser doador, não é preciso deixar nada por escrito, e sim comunicar à família, pois somente os parentes podem autorizar a doação. Para mudar este quadro e permitir que cada vez mais pessoas que estão na fila dos transplantes possam voltar a desfrutar de uma vida confortável, é essencial inserir a temática da doação no cotidiano, dentro das escolas e faculdades, e também desfazer mitos que circulam entre a população.


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