Pesquisadores da UEPA (Universidade Estadual do Pará), em parceria com a UFPA (Universidade Federal do Pará), testam um novo medicamento para o câncer, com o objetivo de reduzir os efeitos colaterais dos tratamentos. A substância é desenvolvida a partir de um medicamento já existente e está sendo patenteada.
Simone Haru, a pesquisadora à frente do estudo, informa que o medicamento poderá ser utilizado como principal ou auxiliar. As muitas reações adversas do tratamento de câncer foram a principal motivação do desenvolvimento da nova droga. Ela diz: “Os beneficiados serão os pacientes que lutam contra o câncer e sofrem com reações adversas aos medicamentos utilizados em seus tratamentos”.
Atualmente, o medicamento está nas primeiras fases de teste. Agora, a substância já passou pela fase in vitro e está sendo testada em camundongos. A pesquisadora explica: “Primeiramente, nós temos a fase in vitro, onde o medicamento é testado em células com câncer, para somente depois ser aplicado aos camundongos. Tudo isso para diminuir os óbitos entre os animais. Após os camundongos, os testes serão realizados com animais maiores, até chegar aos testes com seres humanos voluntários”, informa a pesquisadora. Todo o processo leva, em média, 15 anos.
Simone Haru, a pesquisadora à frente do estudo, informa que o medicamento poderá ser utilizado como principal ou auxiliar. As muitas reações adversas do tratamento de câncer foram a principal motivação do desenvolvimento da nova droga. Ela diz: “Os beneficiados serão os pacientes que lutam contra o câncer e sofrem com reações adversas aos medicamentos utilizados em seus tratamentos”.
Atualmente, o medicamento está nas primeiras fases de teste. Agora, a substância já passou pela fase in vitro e está sendo testada em camundongos. A pesquisadora explica: “Primeiramente, nós temos a fase in vitro, onde o medicamento é testado em células com câncer, para somente depois ser aplicado aos camundongos. Tudo isso para diminuir os óbitos entre os animais. Após os camundongos, os testes serão realizados com animais maiores, até chegar aos testes com seres humanos voluntários”, informa a pesquisadora. Todo o processo leva, em média, 15 anos.



Nenhum comentário:
Postar um comentário