segunda-feira, 31 de julho de 2017

Carne processada e o risco de câncer - Dr. Diego Bezerra (Cirurgião Geral - Cirurgião Oncológico)

Do café da manhã ao jantar, a carne é um dos alimentos que ocupam um papel importante no cardápio dos brasileiros. No entanto, desde outubro de 2015, seu consumo foi colocado sob alerta em todo o mundo. Ao longo de 20 anos, a Agência Internacional de Pesquisa do Câncer (Iarc), da Organização Mundial da Saúde (OMS), analisou cerca de 800 investigações sobre a associação de mais de uma dúzia de tipos de câncer com o consumo de carne vermelha ou processada em diversos países.
Na pesquisa, foram avaliados os efeitos da ingestão de carne processada como linguiça, bacon, presunto e charque e de carne vermelha – como bovina, suína, ovina, caprina e equina. A conclusão dos 22 especialistas de dez países é de que a ingestão desse tipo de proteína está associada à doença.

A OMS considerou como carne processada toda aquela que passou por uma transformação para melhorar o sabor ou preservá-la. Esses alimentos foram inseridos no Grupo 1 dos carcinogênicos nocivos à saúde humana. O estudo apurou que o consumo diário de 50g de carne processada aumenta em 18% o risco de se desenvolver um câncer colorretal.
Já a carne vermelha, sem processamento, foi associada à incidência de alguns tipos de neoplasias e inserida no Grupo 2A, o que a classifica como “provável cancerígeno para humanos”. A relação entre o consumo do alimento e a doença foi observada, principalmente, para ocorrência de câncer no pâncreas, na próstata e colorretal.

visite o site: http://www.drdiegobezerra.com.br/

Nenhum comentário:

Postar um comentário